Carnaval Virtual: Um novo e promissor ciclo começa!
nov22

Carnaval Virtual: Um novo e promissor ciclo começa!

Ganhando espaço no coração dos sambistas e projetando talentos das telas para a avenida, a folia computadorizada terá um novo ponto de partida em 2016, com a fundação da nova marca do Carnaval Virtual – assim como a quarta-feira de cinzas dá fim à batucada para iniciar a expectativa por outro desfile. A nova marca surge da união de escolas tradicionais em prol de um conceito novo. O Carnaval Virtual promete uma visão mais estratégica e profissional. Além disso, levanta a bandeira de um maior intercâmbio entre jovens carnavalescos, intérpretes, compositores e outros apaixonados que sonham levar a paixão da brincadeira para o profissionalismo real. Ao todo, 16 escolas já têm participação garantida na liga, que elaborou seu regulamento e terão os seus desfiles realizados no começo de agosto. Os próximos passos da marca serão dados em breve, e o espaço está aberto àqueles que desejarem, como lembra o presidente do projeto, Gustavo Martins. – Estamos trazendo uma nova leitura da forma de fazer o Carnaval Virtual. Temos um grupo campeão por onde passou. Talentoso, dedicado e, principalmente, focado em fazer essa máquina girar. Estamos motivados para oferecer um grande espetáculo e agregar valores em nossa marca. Convidamos a todos, inclusive ao leitor, a conhecer e ser parte da ideia. Será honroso contar com todos! Em breve, lançaremos nossas plataformas, site e comunicação visual, onde será possível maiores informações e novas inscrições. Tudo pensado, organizado e coerente com a ideologia que cerca o projeto – define Gustavo. O desejo de ser uma fonte cada vez mais vasta de talentos vem justamente de um histórico rico neste processo. Um dos frutos que o Carnaval Virtual ofereceu ao real, Jorge Silveira construiu seu primeiro portfólio com obras feitas para as telas de computador. Hoje membro da comissão de carnaval da Dragões da Real, do Grupo Especial de São Paulo, o carnavalesco da GRESV Mocidade retorna ao mundo virtual com entusiasmo pela proposta da nova marca. – Mais que uma competição, o Carnaval Virtual funciona como uma verdadeira oficina de talentos e de experimentações para novos artistas e linguagens. A dinâmica proporciona uma troca de experiências muito produtiva e enriquecedora para todos os membros da liga. Fico muito feliz de poder participar junto com meus amigos dessa nova iniciativa, que agrega grandes talentos, propondo uma nova dinâmica organizacional, mais interativa e democrática. Retorno hoje ao Carnaval Virtual com muito entusiasmo e satisfação – diz Jorge. Carnavalesco da Protegidos da Princesa, de Florianópolis, Raphael Soares já trabalhava nas passarelas reais quando conheceu o Carnaval Virtual, em 2004. Mas foram seus trabalhos nas telinhas que abriram outras portas e geraram convites de outros estados....

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Carnaval Virtual é destaque nas passarelas do país inteiro!
nov21

Carnaval Virtual é destaque nas passarelas do país inteiro!

Dizem por aí que o sonho de todo sambista era que houvesse dois Carnavais por ano. E alguns apaixonados pelas escolas de samba conseguiram tornar essa aspiração realidade ao dividir seu trabalho entre o Real e o Virtual. Espalhados pelo Brasil afora, muitos admiradores do Carnaval ganharam, através dos primeiros passos nas passarelas cibernéticas, oportunidades em agremiações de diversos grupos de diferentes cidades e hoje consagram uma das grandes bandeiras do Carnaval Virtual: ser celeiro de talentos. Diego Araújo é um exemplo. Presidente da GRESV Império do Progresso, chegou no Carnaval Virtual há 11 anos justamente pensando em viver a folia mais de uma vez por ano. Atuando como pesquisador de enredos, logo se tornou um dos primeiros a ter seu talento exportado das telinhas para as avenidas reais, onde passou por harmonia e departamento cultural antes de voltar à sua função original no Virtual, com passagens por Império da Tijuca e Em Cima da Hora, no Rio de Janeiro, e outras escolas de Brasília e Porto Alegre. – Considero que toda experiência acumulada nessa pequena trajetória foi importante para contribuir com os trabalhos no Virtual, e também poder passar aos novatos diversas dicas e apontamentos de como produzir um trabalho legal na rede, e se for de desejo deles, no real também. Por isso, acredito que esse novo momento do Carnaval Virtual será extremamente produtivo. Apontamos para a brincadeira, para a produção de arte, e principalmente, para a criação de carnaval. O Virtual nos permite sonhar, apostar em ideias que não têm restrições ou imposições em qualquer campo, podemos criar aquilo que acreditamos ser o melhor – avalia. Foi no Carnaval Virtual que Marcelo Santos, presidente da GRESV Recanto do Beija-Flor, viu que fazer um desfile é coisa séria. Desde 2008 na escola, ele conta que aprendeu muito sobre organização para, dois anos depois, se aventurar no Departamento de Harmonia da X9 Paulistana. Hoje, já expandiu seus horizontes e cita uma “simbiose” entre os dois universos do Carnaval. – Ao associar isso aos estudos de teatro, passei a atuar na coordenação cênica e coreográfica de setores do desfile, com passagens pela Rosas de Ouro e Vila Maria. Atualmente, faço a via inversa; uso o aprendizado do Carnaval real para gerir a Recanto do Beija Flor de modo mais profissional e continuo na coordenação cênica, como coreógrafo de alas e alegorias da X9 Paulistana. Desde sempre vejo a simbiose entre o real e o virtual. Conheci pessoas do real através do Virtual e vice-versa. São partes interligadas de um único mundo, o Carnaval. Sem depender das restrições que um desfile real impõe, desde condições financeiras até disponibilidade de materiais,...

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Carnaval Virtual em exposição na Universidade do Estado do RJ
nov20

Carnaval Virtual em exposição na Universidade do Estado do RJ

As imagens do Carnaval Virtual ultrapassaram a tela do computador e viraram objeto de exposição. A XVI Mostra de Artes “Macacos” exibe parte do trabalho visual da Ponte Aérea, escola duas vezes campeã de desfiles virtuais, concebidos pelo carnavalesco Guilherme Estevão. A exposição, organizada pelos alunos do curso de Comunicação Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), tem como objetivo incentivar a criação, promovendo a integração da Faculdade de Comunicação Social (FCS) junto à UERJ e os demais que se interessem em expor suas obras e apresentações artísticas e culturais. O trabalho do carnavalesco reúne alegorias e fantasias dos quatro últimos desfiles da Ponte Aérea e se propõe a apresentar um pouco da arte desenvolvida pelos sambistas virtuais ao grande público, conhecedor ou não do projeto. Os desenhos estão em exposição do hall principal da faculdade e a mostra ocorre nos dias 10, 11 e 12 de Novembro. A programação oficial do evento está disponível no site (http://www.macacos.uerj.br/)...

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Dragões Lendários lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016

JUSTIFICATIVA A Dragões traz no seu enredo uma coletânea de lendas africanas, coletadas por PJ Pereira em sua trilogia Deuses de Dois Mundos, costuradas em uma única história de bravura e de confiança no divino e na capacidade humana de atingir objetivos por muitas vezes quase inalcançáveis. É uma história baseada na mitologia Iorubá, mas poderia ser contada em qualquer outra cultura, pois muito mais do que sobre os Orixás, ela fala da bravura do ser humano, sua capacidade de se organizar para cumprir tarefas juntos, por muitas vezes esquecendo de seus próprios problemas para ajudar o próximo. Fala da fé nas pessoas em que acreditam em seus ideais e na ajuda de forças divinas nos momentos de angústia e desespero e no agradecimento pelos momentos bons. E, principalmente, fala da capacidade de todos nós nos tornarmos uma pessoa melhor. A nossa saga começa quando Orunmilá, o maior adivinho de todos, percebe que seus instrumentos de predição do futuro deixam de responder, assim como os de todos os outros adivinhos de seu tempo. Iremos conta-la em atos de uma epopeia heroica que achamos que irá atrair a atenção de todos. SINOPSE ATO 1 – A MISSÃO DE ORUNMILÁ Orunmilá, o maior adivinho de seus tempos estava preocupado, seus búzios e outros instrumentos dados por Ifá, o orixá do destino, haviam se calado. Seu ajudante, Exu, havia voltado do Orun, a morada dos orixás com uma terrível notícia. Os búzios não respondiam porque os Odus, os mestres que respondiam aos jogos, haviam sido sequestrados pelas feiticeiras ancestrais, as Ia Mi Oxorongás. Elas queriam dominar toda a vida dos seres do Aiê, a terra, uma vez que já os traziam à vida e os tiravam daqui, porque não controlar o tempo entre esses momentos. Orunmilá então recebe uma missão. Deveria reunir os sete mais valorosos guerreiros do Aiê e resgatar os Odus. Para que o axé dos orixás e a ordem se mantivessem, era necessário que ele enviasse uma codorna a Olodumaré. Partem para Ifé, onde se reúnem os maiores guerreiros do Aiê durante a festa dos Inhames. Mas não partem sozinhos, Oxum, filha de Orunmilá, que fora proibida de acompanha-los, os acompanhavam sorrateiramente pela floresta sagrada que os levaria até Ifé. Nesse percurso, ela é capturada pelos temíveis Gheledés, um grupo que louvava os eguns. Para salvá-la, Orunmilá tem de explicar sua missão e o líder dos Gheledes conta que já havia sido avisado por um egun que um grupo de três guerreiros chegaria até eles e deveria ser ajudado e levado até Irê, onde encontrariam o quarto dos guerreiros, o general Ogum. ATO 2 – OS GUERREIROS DE ORUNMILÁ...

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Confira a sinopse do enredo da Acadêmicos do Setor 1 para o Carnaval 2016
nov15

Confira a sinopse do enredo da Acadêmicos do Setor 1 para o Carnaval 2016

Como a noite está bonita, quantos mistérios, mundos e prazeres me aguardam? Faz tempo que não sinto essa coisa estranha, volúpia? Luxuria, talvez… Um mundo de cores, esplendores e amores me aguarda no grande casarão vermelho. Leões zelavam a bela senhora, que era o retrato perfeito da mulher. Com uma rosa entre os fatos cheios exalava paixão: “Venham, venham! Conheçam nossas meninas, nossos segredos e desejos…” Bem-Vindo ao Cabaret! “O show está prestes a começar…” “Uma taça, por favor!” A plateia escurece e começa o espetáculo. Como era perfumado o lugar, um balsamo suave parecia vir do ventre da mulher. Eram Deusas que surgiam, fecundaram a vida e eram cultuadas pela fertilidade. Heresia, mas não pude deixar de notar as maravilhosas sacerdotisas. Uma pedra, que mais parece um manuscrito é cultuada pelas meninas de cinta, era um tal código… Hamurabi, que garantia direitos àquelas que não procuramos em casa. Ninfas? Gueixas? Filhas de Afrodite contemplavam a ternura. Do alto, surge a grande e misteriosa rainha do Nilo embebida de leite de cabra e mel. Bons tempos, em que o prazer não era velado pela hipocrisia do pecado, em que foi possível a sedutora fêmea ditar os caminhos da nação. Apaixonada ou não, pôs Cesar aos seus pés. A luz se apaga e um som forte tomou o lugar de horror, espanto e dor! O homem no afã de reinar, a subjugar as coisas mais preciosas do universo, segregaram aquelas que eram para procriar, daquelas que os ensinaram a amar… Nasciam casas que fizeram Roma lucrar e ao mesmo tempo, terras ortodoxas, jogarem pedras com intolerância. Apedreje-a! Prostituta! Meretriz! Eis, que uma divina dama, chega graciosa e nos entrega um cálice de vinho: “Meu corpo, meu sangue…”, seria o daime vermelho da Santa Ceia diante dos meus olhos? E como era doce… O palco se enche! Luxo, pompa e pouco caráter! A bela Marquise D’Pompadour surge iluminada, em tons de prata! Era Versalhes diante dos olhos! Ela, que fez a felicidade de Luís XV… Mas não foi de graça! Seria um desperdício, a bela senhora, estrategista de vocação política, ser apenas uma cortesã do rei, não seria? Junta-se a madame, Bolena, rosto inglês que excomungou uma pátria. Na cena, uma bailarina enigmática risca o chão de forma sedutora, orgânica – todos estavam em transe. Apresentou-se como Mata… Mata Hari, uma “femme fatale” que levara para o quarto os segredos influentes. Não sei se bebi demais, ou se o cenário nos transportou para terras tropicais. Seios negros, desnudos, lindos como ele só… Mas, não era crioula qualquer, tinha requinte e fidalguia, parecia que a noite era garantia de uma presença que o destino não lhe reservaria de graça. Fofocas e...

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