Reveja os Desfiles do Grupo Especial – Carnaval Virtual 2019
set17

Reveja os Desfiles do Grupo Especial – Carnaval Virtual 2019

Este slideshow necessita de JavaScript. Perdeu os desfiles ou deseja revê-los? Todos já estão disponíveis: Grupo Especial Grupo de Acesso   Veja como ficou a Nota da galera (brincadeira realizada na fan-page do Carnaval Virtual, não possui vínculo com a avaliação dos...

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Reveja os Desfiles do Grupo de Acesso – Carnaval Virtual 2019
ago25

Reveja os Desfiles do Grupo de Acesso – Carnaval Virtual 2019

Este slideshow necessita de JavaScript. Perdeu os desfiles ou deseja revê-los? Todos já estão disponíveis: Grupo de Acesso   Veja como ficou a Nota da galera (brincadeira realizada na fan-page do Carnaval Virtual, não possui vínculo com a avaliação dos desfiles)...

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Conheça a ordem de desfiles do Carnaval Virtual 2018
jul29

Conheça a ordem de desfiles do Carnaval Virtual 2018

Foi realizado no último sábado (21/07/2018) em nossa fanpage o sorteio da ordem de desfiles do Grupo Especial e Acesso do Carnaval Virtual 2018....

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Conheça o enredo do GRESV Unidos de Vila Betânia para o Carnaval 2018
maio15

Conheça o enredo do GRESV Unidos de Vila Betânia para o Carnaval 2018

GRESV UNIDOS DE VILA BETÂNIA Elza Soares: Do Planeta Fome à Mulher do fim do Mundo! “(…) É um navio humano quente, negreiro do mangue É um navio humano quente, guerreiro do mangue” É meus amigos! Este trecho da canção “Corações do Mar” diz muito sobre o lugar de onde venho. Uma vez indagada ironicamente de que planeta eu havia vindo, não exitei em responder: – Do Planeta Fome! Favela, subúrbio! Lugar onde impera a pobreza, onde a cada dia seu povo tem de resistir, lutar, lutar e vencer. Ser um grande guerreiro vencedor de batalhas, pois a cada dia enfrenta uma diferente. E oque seria vencer uma batalha para essas pessoas? Devem estar a seperguntar. Eu vos digo que vencer uma batalha para eles é sobreviver em meio a violência, é alimentar-se, é manter-se com saúde, educar os filhos, garantir um futuro melhor diante do caos e desprezo do poder público. Foi neste lugar que nasci, passei minha infância, brinquei, carreguei lata d’agua na cabeça, me fiz forte e me impus. Ali! Onde impera tanta dificuldade, impera também a alegria de um povo que mesmo sofrido consegue trazer no rosto o sorriso de quem sabe amar e que está sempre disposto a ajudar. A vida não foi nada fácil para mim. Tive de me casar muito jovem e também muito jovem tive de lidar com a pior das dores que alguém pode carregar que é a perda de um filho. Passei por isso mais de uma vez durante minha caminhada. Filhos que perderam a vida e até uma filha que me foi tirada. Tive de conviver submissa a meu marido numa época que a mulher não tinha seus direitos conquistados, fiquei viúva jovem, com 5 filhos para criar. Não esmoreci e trabalhei duro para sustenta-los. Diante de tudo o que se passou em minha vida, jamais deixei meu imenso amor pela canção de lado, me inscrevia em todos os concursos que podia, enviava letras escritas por mim para as rádios, sempre lutando pelo sonho de me tornar cantora. Consegui! Tornei-me aquilo que sonhei ser, pude usar minha voz para dar prazer, alegria, conforto e até alento às pessoas através das canções que interpretava. Foi já como cantora que me apaixonei por ele, aquele homem de pernas tortas, que fazia a alegria dos torcedores ao balançar as redes do time que pertencia. Esta paixão também me fez ver ainda mais algo que o ser humano teima em carregar dentro de si, o Preconceito! Fui taxada de amante, destruidora de lares, difamada, julgada, sofri ataques na rua. Tudo por escolher viver um amor. Ah o Amor! Este me fez sofrer...

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Conheça o enredo do GRESV Ungidas para o Carnaval 2018
maio15

Conheça o enredo do GRESV Ungidas para o Carnaval 2018

GRESV UNGIDAS MARCHA DA CONSCIÊNCIA BRANCA: E SE FOSSE COM VOCÊ? Era o começo de novos tempos. Na próspera e desenvolvida África, os Reinos de Ketu, Ashanti, Jêje, Nagô, Songhay e Angola se fundiram formando o Reino Unido Afro-ancestral. Um império poderoso que, depois de descobrir que havia rotas marítimas para as Índias, havia também uma terra “inexplorada” para além-oceano. Essa terra era justamente Pindorama. E quando os navegantes africanos, liderados por Aboubakari V, chegaram no novo continente e lá acharam um espaço para impor uma colônia Os nativos de Pindorama, os Tupi-Guarany, não gostaram da invasão de suas terras, porém pouco puderam fazer frente o poderio dos navegadores. E assim, de Terra de São Ramsés para Negril, o nome da terra que tardiamente viraria uma referência na América. De São Ramsés para Negril, de Negril  para Brasil, e, com um restante de escravidão indígena, houve o ciclo do Pau-Brasil. Porém, a insubmissão e a alta mortalidade dos nativos praticamente os dizimaram, e os africanos precisavam de povos servis para trabalharem.   Enquanto isso, a miserável Europa, mergulhada ainda na Idade Média, entre tantas guerras feudais de semi-reinos, milhares de prisioneiros e prisioneiras são vendidos como escravos para os africanos. E começaram a vir para as vilas brasileiras, diretamente de Portugal, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Alemanha, Bélgica e Itália, entre outras nações menores, brancos para serem vendidos como mercadoria.   Os navios que traziam esses escravos, chamados de navios-branqueiros, e conhecidos pela total insalubridade, foram batizados de mausoleiros. E assim, os pobres brancos, despidos de suas identidades, de suas nacionalidades, direitos, liberdades, incapazes de lutarem pelas suas vidas, são legados a regimes torturantes Alemão? Francês? Português? É tudo branco! Tudo queijo azedo! Peludos, descoloridos, enrugados e fracos! Que diferença faz? Não aguentam meia hora de sol sem definhar! Não são dignos como os africanos! E essas crendices de Messias que morreu e três dias depois ressuscitou? Balela! Tem que banir esse tipo de feitiçaria primitiva! Nas terras brasileiras só se pratica as verdadeiras palavras divinas dos espíritos ancestrais naturais, e o Islamismo e o Judaísmo são tolerados. O restante é do demônio! E assim, o cristianismo foi completamente suprimido. Os brancos foram despidos de tudo. Dignidade, identidade, nacionalidade, nome e até mesmo de suas crenças. Como honrar seus ancestrais Henry, Manoel, Pablo, Richard, Sigmund, Giordano, se agora eram obrigados a usar nomes africanos como Akin, Amir, Daren, Faraji, Malik, Talib? E as matriarcas  que antes carregavam nomes nobres como Beatriz, Alice, Isabella, Chloe, Hannah, Alessandra,  foram rebatizadas como Anaya, Ashia,  Jamila, Latifa, Makeda, Núbia? Nomes europeus eram desonrosos para uma terra onde os orisàs, voduns, inkissis e a luz...

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Conheça o enredo do GRESV Malandros para o Carnaval 2018
maio07

Conheça o enredo do GRESV Malandros para o Carnaval 2018

MALANDROS MADAME SATÃ APRESENTA A LAPA BOÊMIA Ah… Velha Lapa… Das serestas, cabarés e festas emolduradas pelos lampiões a gás… Ah, Velha Lapa, quantas saudades nos traz… Recanto de belezas e encantos, dos malandros e artistas, das mundanas que conquistam. Da boemia, seu costume principal. Lapa do prazer, da mistura das cores e raças. Terra do gingado e da alegria. Lapa dos vícios, pecados e paixões. Das virtudes, encantos e amores. Da boemia desenfreada, de malandragem e dos sambistas, dos desordeiros perigosos. Dos bares e cafés, cabarés e cassinos. Onde convivem diferentes tipos cariocas. A própria imagem do Rio de Janeiro. A Lapa boêmia começa a surgir no fim da década de 1910, com apogeu nos anos 30. É a terra da dualidade. Ela não é boa nem má, mas sim boa e má. Os boêmios estão entre a ingenuidade e a criminalidade. Um estilo de vida duplo e perigoso. E entre malandros, meretrizes, músicos, intelectuais, vedetes, garçons e outras figuras que compõem o elenco deste bairro, quem nos leva para conhecê-lo é João Francisco dos Santos, mais conhecido como Madame Satã. Negro, homossexual, pobre e marginalizado. João trabalhou como travesti no teatro para se tornar artista, mas não deixou de lado a malandragem e ganhou o nome de Madame Satã. Falar da Lapa é falar de Madame Satã. O bairro fez parte de sua trajetória desde sua chegada de Pernambuco. Quem melhor para nos mostrar a lapa boêmia? E lá vamos nós com o malandro Satã, que começa nos tornando familiares às diversas figuras que frequentam o bairro. A Lapa foi marcada pelo misto de homens e mulheres, trabalhando ou se divertindo, o que lhe garantiu o seu tom peculiar. Para traçar o seu perfil, é necessário imaginar a sua vida noturna notavelmente boêmia. A atmosfera humana era descrita como fascinante, e a muitos visitantes agradava ficar a observar, entre uma cerveja e outra, a rotina dos notívagos e boêmios, marinheiros, letrados, prostitutas e, sobretudo, da malandragem. Ah, a malandragem! Madame Satã nos apresenta a seus colegas malandros. Colegas, porque o respeito entre os malandros não quer dizer amizade. Afinal, não se pode confiar. Malandro de verdade é aquele que acompanha as serenatas, frequenta os botequins e não corre de briga, nem contra a polícia. É aquele que impõe respeito e medo. E não entrega o outro. sempre a sua navalha, a “pastorinha”. Imortalizado nos textos e na música. Estigmatizados e perseguidos pela polícia. A figura do malandro na lapa se torna um mito. Sempre vestido com aprumo, com seu chapéu panamá. Viviam na gafieira, nas rodas de samba ou na capoeira. Para sustentar seu estilo de vida,...

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