Mocidade e Rio Belo se consagram Campeãs do Grupo Especial e Acesso
out10

Mocidade e Rio Belo se consagram Campeãs do Grupo Especial e Acesso

Na tarde ensolarada de Domingo (08/10) aconteceu na residência do querido Carnavalesco da Beija-Flor de Nilópolis Cid Carvalho, a apuração do Carnaval Virtual 2017, com a presença de figuras ilustres do Carnaval Carioca como o Diretor de Carnaval da Beija-flor Laíla, do casal de Mestre Sala e Porta Bandeira Marquinhos e Giovana, e do Carnavalesco da São Clemente Jorge Silveira, que começou seus trabalhos na atual campeã do Carnaval Virtual, GRESV Mocidade. O Evento foi organizado pelo presidente da Império do Samba Tom Santos e contou com a presença de membros de quase todas as escolas do Grupo Especial e do Grupo de Acesso. Este slideshow necessita de JavaScript. Apuração do Grupo de Acesso. Confira o Mapa de Notas:     Resultado Oficial do Grupo de Acesso Carnaval Virtual 2017 1 – Império do Rio Belo 99,6 (Campeã e Subiu pro Especial) 2 – Corações Unidos 99,1 (promovida ao Grupo Especial) 3 – Arranco da FGAF 99,0 (promovida ao Grupo Especial) 4 – Morro do Esplendor 98,4 (promovida ao Grupo Especial) 5 – Deixa de Truque 98,3 6 – Águia Real 97,9 7 – Imperatriz Itaocaense 97,9 8 – Independentes 97,5 9 – Império do Samba 97,5 10 – Império da Fênix 97,3 11 – Arautos do Serrado 96,9 12 – Estrela Guia 96,1 13 – Império da Carlota 95,4 14 – Curral das Éguas 95,2 15 – Independentes do Cacuia 94,9 16 – Herdeiros do Samba 94,6 17 – Império de Niterói 94,4 18 – Franco da Rocha 93,9 19 – Cidade do Samba 93,5 20 – Império da Praça XI 92,9 21 – Dragões do Rio de Janeiro 92,2 Este slideshow necessita de JavaScript.   Apuração do Grupo Especial Confira o Mapa de Notas: Resultado Oficial do Grupo Especial Carnaval Virtual 2017 1 – Mocidade 99,8 (Campeã) 2 – Acadêmicos do Setor 1 99,8 3 – Flor de Lótus 99,7 4 – Bohêmios Samba Club 99,4 5 – EVA 99,3 6 – Império do Progresso 99,1 7 – Ponte Aérea 98,7 8 – União da Gávea 98, 9 – Imperiais do Samba 97,9 10 – Recanto do Beija-Flor 97,9 11 – Caprichosos 97,8 12 – Dragões Lendários 97,4 13 – Rosa Vermelha 96,7 (Rebaixada ao Grupo de Acesso) 14 – Apoteose 96,6 (Rebaixada ao Grupo de Acesso) 15 – Bambas de Ouro 95,5 (Rebaixada ao Grupo de Acesso)   Este slideshow necessita de JavaScript.   Parabéns às...

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Samba Oficial 2017 – GRESV Império do Rio Belo
ago03

Samba Oficial 2017 – GRESV Império do Rio Belo

Um Império em Aquarela – A Coroação do Menino da Serrinha Compositores: Isac Ferreira, Diney SP, Raphael Soares, Victor Fernandes, Victor Nowosh e Charlito   Intérprete: Rafael Silva   Lá vem “Sinfônica” em devoção Setenta anos de amor e fé Eu sou Império, verde é meu pavilhão Da Serrinha ao Rio Belo, tem Samba no pé Ô meu Rio Subi o morro em busca de um local para viver De lá de cima eu vi sua beleza florescer Ao som do Jongo, tia baiana girou O colorido do confete me encantou Eu vou espalhar o meu encanto Vou vestir o terno branco e o chapéu panamá Eu sou do samba, eu quero sambar Na tela que imaginei Em aquarela pintei Esse asfalto de felicidade Na minha história, eu sei,  Cheia de glória, cantei brasilidade Quando a batucada anuncia o carnaval Soam agogôs em uma bossa sem igual Me lembra até o canto da sereia Um hino pra exaltar quem mereceu Um baile a desfilar na passarela Onde o herói sou eu… Ao longe… vem chegando o verde esperança O Império é de fé, não se cansa A essência do samba venceu De novo coroada, retorna ao seu lugar E o imperiano volta a cantar Laia laia laiá, Laia laia laiá, Laia laiá...

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Rio Belo homenageia Serrinha em 2017
fev28

Rio Belo homenageia Serrinha em 2017

No seu segundo desfile no Carnaval Virtual, a Império do Rio Belo homenageia outro Império: o Império Serrano, uma das mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro. Confira a sinopse de “Um Império em Aquarela – A Coroação do Menino da Serrinha”, de Marcos Felipe.   UM IMPÉRIO EM AQUARELA – A COROAÇÃO DO MENINO DA SERRINHA   A palavra “aquarela” dentro de um sentido literário tem vários significados. Ela remete à diversidade de cores e formas, mas também de culturas sabores e paisagens de um país. “Aquarela” é diversidade, que se encontra em uma agremiação que une fé com tradição e valores que honram a glória dos seus ancestrais. E em 2017, o Império do Rio Belo irá aquarelar em seu desfile a diversidade de uma escola que se orgulha de ser de todos.   SINOPSE Lá pelos idos de 1940, o Rio de Janeiro passava por profundas transformações. Morros abriam espaço pela mata. Pretos, pobres, nordestinos, todos se amontoavam no subúrbio que só crescia. Erguiam-se casinhas de pau a pique tão simples quanto as famílias que ali chegavam. Era o pequeno quilombo carioca! O glorioso jongo, som do atabaque que traz a guerreira expressão da cor, desatava o ponto e enfeitiçava a todos que ali passavam. Deixe levar pela ancestralidade de um povo que carrega dentro de si uma realeza africana Bantu do Congo e Angola. Herança que enraizou em cada alvorecer a felicidade e sua humildade. “Serra dos anos dourados da nossa história Desperta e vem cantar feliz O jongo e o samba de raiz No enredo desse carnaval” Os blocos faziam a festa no asfalto. Guerras de confete e serpentina embalavam os foliões que podiam ali se divertir. Mas não eram todos que podiam. Mano Décio e Silas de Oliveira, homens que trajados de linho e panamá, levaram a musicalidade da cidade às batidas do subúrbio. O samba era a sua bandeira, mesmo que proibida. E o samba resiste! Abraçado ao jongo sobe o morro, abre espaço num tímido quintal e participa da roda. Então, sob as bênçãos da cigana guerreira, uma mistura de rituais sacro-profanos riscava o chão e sacramentava o nascimento que consagrou toda uma brasilidade. Inspirado na corte Tijucana, a esperança se une à paz e dá o toque final. “Sua voz ecoa pelo ar Ao som de lindas marchinhas Seu nome atravessou fronteiras Um buquê de poesias” De maneira impressionante, sempre encantava a todos desenhando uma Aquarela brasileira por onde passava. Quem era? Se for malandro, é? Eu não sei. Por entre medalhas e brasões, arrasta uma multidão pelas andanças por este grande país. Quem vem lá? No balanço...

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GRESV Império do Rio Belo lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016
abr18

GRESV Império do Rio Belo lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016

Nem mesmo grandes nomes do mundo artístico têm sua criatividade aflorada sempre. E aconteceu também com Cândido Portinari, que em seu estúdio de pintura não sabia o que iria retratar. Queria algo que aspirasse brasilidade, essência. Colocou as tintas em sua frente, brincou com os pincéis esperando que alguma idéia o visitasse. Olhou pela janela e viu um grande cafezal e começou a mergulhar em suas memórias… “Vim da terra vermelha e do cafezal As almas penadas, os brejos e as matas virgens Acompanham-me como o espantalho, Que é o meu autorretrato Todas as coisas frágeis e pobres Se parecem comigo” Com os olhos refletindo o cafezal, Portinari decide imortalizar em uma tela a história do povo que cultivou, plantou e colheu o café. Assim, emoldurado na tela da história do Brasil e imortalizado nos traços de Portinari, o Império do Rio Belo apresenta: “No ar, o aroma de café. Na tela, o retrato de um povo!” Ao iniciar o desenho, o pintor lembrou-se daqueles primeiros que embarcaram na rota do café e que foram trazidos por navios negreiros vindos de vários países da África, iniciando assim o cultivo e nossa história. Ah, o café! Desbravou terras por esse Brasil e se enraizou mais fortemente no Rio de Janeiro e em São Paulo abrigando o luxo, a riqueza e os mimos imperiais cujos barões do café se enriqueciam nas custas do Império do café que se instaurara. Aquarelando por entre os ramos o artista foi além, avançando nos trilhos do trem que seguiu a todo vapor rumo à república, em Minas Gerais, firmando o companheirismo que governou nosso país e até hoje está presente na mesa do brasileiro – Café com leite. A industrialização já dava sinais de que iria florescer ocasionada pelo grande valor de mercado que passou a ter o grão. Pedindo espaço por entre a imensidão verde, Portinari vê os trabalhadores que se aproximam. Um povo de fibra, sempre firme no trabalho diário: gente que derrama seu suor em sua lida diária, pés descalços, mãos repletas de calos, fisionomia cansada. Já ficaram à sombra de feitores que lhes vigiam e maltratam, humilhando-os dia a dia. Na senzala, as mazelas eram choradas, onde feitores e capitães do mato eram praguejados e lamentos eram ignorados. Fora dela, a Abolição da Escravatura, assinada pela Princesa Isabel, só fez com que o café mudasse de mão. Filho de imigrantes seduzidos por propagandas ilusórias de terras e emprego, Portinari retratou não só estrangeiros, mas também retirantes nordestinos que também auxiliaram na formação de vilarejos, cidades e na miscigenação. O café não ajudou só na política ou na miscigenação não. Cai à...

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