Conheça a ordem de desfiles do Carnaval Virtual 2018
jul29

Conheça a ordem de desfiles do Carnaval Virtual 2018

Foi realizado no último sábado (21/07/2018) em nossa fanpage o sorteio da ordem de desfiles do Grupo Especial e Acesso do Carnaval Virtual 2018....

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Conheça o enredo do ESV Bambas de Ouro para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do ESV Bambas de Ouro para o Carnaval 2018

BAMBAS DE OURO A FARRA DO BOI QUE AVOA   Justificativa   Vamos contar um causo perdido nos confins da história, onde o Conde Maurício de Nassau, resolveu tirar a própria vaca do brejo. Nesse conto da história brasileira, nosso enredo se propõe a desmistificar a ideia de um Brasil holandês ser melhor que um Brasil português. O enredo defende que a lógica da colonização se deu com o colonizador entrando com a cana e o colonizado movendo a moenda. Nosso povo precisa deixar de acreditar em bois voadores e exigir um Brasil melhor para todos. O episódio da história que contaremos foi descrito por Manuel Calado no seu “O Valeroso Lucideno”.   “Quem foi, quem foi Que falou no boi voador Manda prender esse boi Seja esse boi o que for O boi ainda dá bode Qual é a do boi que revoa Boi realmente não pode Voar à toa É fora, é fora, é fora É fora da lei, é fora do ar É fora, é fora, é fora Segura esse boi Proibido voar” Música Boi voador não pode de Chico Buarque de Hollanda Inspirado em um vídeo do professor e historiador Eduardo Bueno.   Setor 1: A cidade Maurícia e o excêntrico Nassau: o holandês que não era holandês, em um Brasil holandês. Um cabra nato, Mauricio de Nassau nasceu em Dillemburg, na Alemanha em 1604, ficou famoso pela sua atuação como governante da colônia Holandesa nas terras tupiniquins. Recife o recebe, como um excêntrico príncipe, que na verdade nunca o fora, para governar o próspero nordeste brasileiro. Já no embarque para o Brasil, Nassau recebe seu primeiro tapa, em vez da armada prometida de trinta e duas velas e sete mil homens de armas, a Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais lhe entregou apenas doze navios com dois mil e setecentos homens, que tinham como objetivo conquistar as terras nordestinas. A primeira tentativa de invasão ocorreu em Salvador, mas foi frustrada, pois, os portugueses haviam fechado a cidade a sete portas, porque já estavam esperando a chegada dos holandeses. Assim partiu Nassau ao nosso Recife, onde conquistou Pernambuco, construindo alí seu doce império do mel da cana de açúcar. As delícias de Pernambuco adoçaram a boca da companhia das Índias, se mesclando nesse chão cabra da peste, sua cultura e as origens nordestinas. A excentricidade de Nassau era tamanha que ele mandou fazer 19 retratos de si próprio, acompanhado de uma legião de escritores que o seguia, para escrever suas peripécias e feitos. Mas nem todos queriam contar como Nassau era heróico. Esse causo que vou contar agora foi escrito por um desses escritores, que chamava...

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Conheça o enredo do GRESV Império do Samba para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRESV Império do Samba para o Carnaval 2018

IMPÉRIO DO SAMBA ANANAS COMOSUS – UMA REALEZA TROPICAL Mesmo antes do descobrimento, as terras mesoamericanas eram habitadas por diversas civilizações, dentre elas a civilização que mais evoluiu a forma de contar o tempo, a civilização Maia. O povo Maia possuía uma religião politeísta, eles acreditavam em diversos deuses ligados à natureza. Dentre esses estava Ixchel, que seria a deusa mãe dos Maias. Ixchel era esposa de Itzamná, o senhor dos céus, do dia e da noite. Conhecida como deusa da Lua, também era atribuído à ela a fertilidade, saúde, magia, cura e água, sendo considerada a senhora da terra. A civilização realizava oferendas em devoção e agradecimento à essa deusa. O povo agradecia o período de abundância e riqueza que tinha se finalizado e pedia para que o novo ciclo fosse de chuvas em suas plantações e que todos tivessem prosperidade. Os Maias acreditavam que Ixchel garantiria a saúde, o alimento e a propagação de seu povo. As oferendas eram feitas em um grande balaio com um abacaxi no centro, ao redor dele frutas e adornos eram dispostos e levados até o templo de adoração à Ixchel. Quando Cristóvão Colombo, ao errar a rota até à Índia, chegou à América, a beleza natural da terra então desconhecida chamou sua atenção. Uma terra com plantas exuberantes e vida animal rica, árvores gigantes nas montanhas formavam o contorno que era um verdadeiro deleite aos olhos. O explorador italiano fora recebido pelos nativos que, em forma de boas-vindas, lhe ofereceram um fruto visualmente estranho aos costumes europeus, sendo rejeitado por sua aparência. Colombo passou a observar o fruto e, aos poucos, foi se rendendo. Ele percebeu que o fruto era muito semelhante ao do pinheiro europeu e acabou provando a iguaria. O explorador se encantou com o sabor adocicado e ao mesmo tempo ácido que dominava o seu paladar. Como prova da riqueza e de todo exotismo do local que Colombo descobriu, o fruto foi levado até terras europeias. Chegando ao outro lado o mundo, o fruto se espalhou por alguns lugares do planeta. Por semelhanças ao clima, foi plantado em pontos da África, ganhou a China e chegou ao grande mercado da Índia. Na Europa caiu no gosto dos reis e rainhas. O fruto passou a ser servido nos banquetes como símbolo de riqueza e hospitalidade aos convidados da realeza. Por conta do formato de suas folhas compridas e espinhentas foi assemelhado à uma coroa e, na Inglaterra, ganhou o título de rainha das frutas. O transporte até o continente europeu rendeu ao abacaxi o símbolo de tudo que se entendia por tropical e exótico. Suas cores, formato e sabor...

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Conheça o enredo do GRESV Império da Praça XI para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRESV Império da Praça XI para o Carnaval 2018

IMPÉRIO DA PRAÇA XI MAGNO   “Meu filho procure em qualquer parte um reino digno de ti, a Macedônia é muito pequena!” Descortine os véus do tempo, marche rumo ao passado, embarque nesta Odisseia em direção a tempos longínquos. Tempo de deuses, épicas histórias, impérios e seus numerosos exércitos. Uma profecia bíblica narra os feitos de um Rei grego. Gerado pra realizar a vontade dos deuses, nasce o herdeiro do trono da Macedônia. Envolto em lendas e mistérios, Alexandre III vem ao mundo, não para entrar, mas pra ser a própria história e eternizar-se na memória coletiva. Educado sob a tutela de Aristóteles, aprende a desfrutar os prazeres da arte e da filosofia, e apaixona-se pela leitura tornando-se admirador das histórias homéricas, a ponto de se considerar descendente de Aquiles. Com um rígido oficial da guarda de Felipe II, seu pai, é criado nos duros moldes militares espartanos. Assim, é moldado um Rei, um capitão, um verdadeiro líder. Com o assassinato do patriarca, Alexandre é coroado Rei da macedônia aos 20 anos de idade. Religioso e temente aos deuses, ele parte em direção ao sagrado oráculo de Delfos. Em seu místico transe, a pitonisa profere a Alexandre: “Será vencedor!”. Com um ousado sonho de transcender os limites da Grécia, Alexandre segue em direção ao oriente e põe seus planos em prática. “Meu filho procure em qualquer parte um reino digno de ti, a Macedônia é muito pequena!” Seu alvo? O império Persa! Que se estendia do Egito até a região da Mesopotâmia. Ele decide, então, começar pelas férteis terras do Nilo, ao sul da Grécia, que se encontrava sob domínio persa por longos anos. O jovem rei é recebido como libertador pelos egípcios. Com honrarias religiosas, é coroado Faraó e consagrado ao deus Amon. Ainda em sua curta estadia no Egito, ele funda Alexandria no delta do Nilo, que futuramente seria uma das maiores cidade da antiguidade. A Pérsia constituía o maior império de que se tinha notícia, governado por Dario III. O exercito persa somava centenas de milhares de soldados, muito maior que o de Alexandre, que não se intimidou. Seu desejo de conquistar a Ásia promovendo um grande intercâmbio cultural era maior. Pondo em prática ousadas técnicas de batalha que havia desenvolvido, derrota o exército Persa, e, para consagrar sua vitória, segue em direção a Babilônia – a cidade era o coração do Império. Recebido com honras militares e religiosas, o mais novo imperador da Pérsia, Alexandre III da Macedônia, faz sua entrada triunfal na cidade sagrada. Os macedônios espantam-se diante de tamanha suntuosidade, gigantescas muralhas, torres monumentais e os maravilhosos jardins suspensos. Alexandre se considera um...

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Conheça o enredo da Sociedade Águia Real para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo da Sociedade Águia Real para o Carnaval 2018

SOCIEDADE ÁGUIA REAL “Baroque Brasiliensis” – Uma história esculpida em ouro. SINOPSE Sou a luz e a sombra, o dourado e o ocre, o detalhe, o exagero, o sacro. Cresci num intenso momento de crise. Crise econômica, de fé, de identidade… Arte das contradições, das tensões e disputas, das oposições e incertezas. Viajar é preciso… Atravessei o mar, saí de meu continente natal para “dar alma” aos “sem alma”. Um oceano de sonhos dourados, onde o futuro traria novas oportunidades. Cheguei ao Brasil através de jesuítas e aqui encontrei território favorável. Catequizei os nativos dessa terra, através de meu esplendor artístico. Ensinei, inspirei, ilustrei a devoção, dei ritmo a literatura e som a fé. Construí monumentos, decorei ruas, esculpi as divindades, encenei os dogmas. Me misturei com a cultura nativa e no Novo Mundo me transformei. Já não me sinto mais europeu, fui remodelado, recriado, reinventado. Esse povo me viu de forma diferente, moldei a cultura cristã dessa terra. Mas, sem perder minha intensidade e dramaticidade. E segui os caminhos das Minas Gerais… Minha terra de sonhos dourados. O ciclo do ouro me valorizou ainda mais, me tornei mais imponente. Fui elevado com o sangue e suor de negros explorados nas minas de ouro. Alimentei a economia de várias cidades mineiras. Enfeitei-as através das artes de um grande gênio dessa terra. Alguém que me dignificou como jamais nenhum outro. Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. E o carnaval? Ah,o carnaval… Meu palco agora é o Rio de Janeiro, da Rio Branco à Marquês de Sapucaí. Moldado no templo das “Belas Artes”, refinado e devolvido ao povão. Fui esculpido e refinado por um grande mestre, um “Ar lindo” de criatividade. E consagrado por uma monumental professora que espalha perfume de “Rosa”. Quem sou eu? Baroque Brasiliensis… mas, pode me chamar de...

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Conheça o enredo do GRESV Morro do Esplendor para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRESV Morro do Esplendor para o Carnaval 2018

MORRO DO ESPLENDOR Jorge Ben Jor – O Poeta Urbano e Suburbano Do sonho que bem mais parece uma realidade de uma típica noite de verão carioca, com a lua cheia, morada de São Jorge, brilhante, cintilante, com sua grandeza, mas que beleza! Estamos em fevereiro e tem carnaval. Nessa apoteose, com o poder do algo mais e da alegria, o Morro do Esplendor o aguarda com sua quadra toda iluminada, preparada, com a presença de todos que ali estão: os baluartes, compositores, desde os fundadores à nova geração, passando pelo nosso casal e a bateria, com seu mestre e ritmistas. Ninguém queria ficar de fora desse grande encontro. Todos arrumados, como de costume, mas era nítida no ar uma mistura de ansiedade com puro prazer, o brilho no olhar. Não era preciso falar nada, todos o aguardavam com as mesas de toalhas azuis e brancas impecáveis e o pavilhão tremulando ao fundo. Estávamos prontos para receber nosso convidado tão ilustre. A conversa já estava bem avançada, apalavrada, mas faltava esse contato humano, o olho no olho, o calor e a sinergia, a troca de energia com a Escola e seu futuro homenageado. Era o que todos esperavam e, já madrugada adentro, todo de branco discreto e silencioso, eis que surge, anunciado com toda honra para os presentes, Jorge Ben Jor! Salve Simpatia! Uma das mais completas e transparentes traduções do Brasil, dono de uma sonoridade inconfundível, estamos diante do Poeta Alquimista, que é a mistura do samba, batuque e swing. África-Brasil. Atravessou todos os movimentos musicais do país: Bossa Nova, Jovem Guarda, Tropicalismo. Construtor de imagens, personagens, melodias que estão no imaginário popular; para-raio do sentimento profundo da humanidade, tradutor e criador, cercado de mistério e revelação. Por onde passa nesse mundo faz amigos e deixa marca, arrasta, movimenta a multidão: sabe como ninguém animar a festa! Em uma conversa descontraída, desinibida, sem protocolo ou compromisso, a felicidade é contagiante e Jorge vai entrando. Com a união de seus ancestrais, a força da raiz africana de sua mãe com a raiz do samba e da malandragem de seu pai, nasce Jorge que diz: “Eu sou mesclado, porque misturo com minha mãe, a África, e como meu pai, o Rio, Brasil!” – e já emenda – “meu pai e minha mãe se conheceram na Gafieira Elite, dançaram muito na Estudantina também. Arrastaram as sandálias, arrastaram até gastar, madrugada adentro, até o casamento” – e dá risada. – “De meu pai aprendi a malandragem, o lado filósofo e o samba de verdade. Meu pai me levou pela primeira vez, quando menino, no Salgueiro, para sentir de perto o que já...

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