Conheça o enredo do GRESV Mocidade para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRESV Mocidade para o Carnaval 2018

GRESV MOCIDADE TAMBORES DA VELHA SERRA Sinopse A velha serra tem histórias para contar, Tem gente que mora no pé ou no alto, Que vem e vai por todos os lados, Ah, a velha serra de tantos reis e rainhas. Quando cai a noite, quando chegam as estrelas, O céu vem para o chão pisado e levanta poeira, Louvadas sejam as vozes de quem fez história Pois é assim que a velha serra fala, Ô sorte! Bendito louvado seja a tua ancestralidade, O teu congá iluminado e ornado de flores, Os teus santos e teus rosários a nos proteger, E chega toda gente tão humilde e sorridente, As vestes alvas ou coloridas para a celebração, Saravá o couro das ngomas que irão tocar, Abre caxambu, com a licença do pai maior, Fala jongueiro! E de lá do alto, sob a vigia abençoada, O candeeiro alumia o caminho, Saúdo todo o povo que vem para a roda, Saúdo meu povo Bantu, Saúdo titio com titia, boa noite! Saúdo papai com mamãe, bom dia! Saúdo o terreiro de todo mais velho. Lá do alto, canta o galo macuco e o carijó, Saúdo minhas santas almas benditas, Saúdo o cruzeiro das almas, Saúdo todo povo do cativeiro, Para de feiticeiro me livrar, Ô sorte! E a nossa cantoria vem de lá dos tempos idos, Lá no interior e suas fazendas. Dos cafezais semeados com cantoria, De passarinho e de tanta gente, Depois desabrochava em flor, Aí chegava o tempo da colheita, No sequeiro do café, a riqueza da casa grande, No pilão, na moenda e nas senzalas o meu irmão, Auê, meu irmão café que resistiu, Olha nós ai! Pisando o seu caminho por aí, O Jongo foi trilhando a sua história, E seguindo o balanceado do trem, Trouxe gente no vapor para subúrbio. E aquela gente festeira subiu o morro, Lá fez o seu ponto de resistência. Dia festivo era dia de santo, A sinhá batia o sino da capela, O jongueiro acendia a vela, Vai para a roda jongar! E assim a velha serra viu sua história ser escrita, Veio gente da estiva para afirmar seus valores, O povo negro na liderança popular. E essa gente feliz, fez a sua batucada, Com “Prazer” desfilaram suas fantasias, Até que um “Império” de bambas surgiu, Herdando as tradições dos mestres e mestras, De Tia Eulália e “Seu” Nascimento, De Aniceto, Vovó Líbia e Seu Antenor. Ô irê, irê, irê… E pelas mãos de Darcy e Tia Maria, Batuques, crianças e festanças, O jongo como grupo musical. Ô irê, irê, irê… Altivo e majestoso em Madureira, O Jongo da Serrinha, Sentinela da resistência...

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Mocidade e Rio Belo se consagram Campeãs do Grupo Especial e Acesso
out10

Mocidade e Rio Belo se consagram Campeãs do Grupo Especial e Acesso

Na tarde ensolarada de Domingo (08/10) aconteceu na residência do querido Carnavalesco da Beija-Flor de Nilópolis Cid Carvalho, a apuração do Carnaval Virtual 2017, com a presença de figuras ilustres do Carnaval Carioca como o Diretor de Carnaval da Beija-flor Laíla, do casal de Mestre Sala e Porta Bandeira Marquinhos e Giovana, e do Carnavalesco da São Clemente Jorge Silveira, que começou seus trabalhos na atual campeã do Carnaval Virtual, GRESV Mocidade. O Evento foi organizado pelo presidente da Império do Samba Tom Santos e contou com a presença de membros de quase todas as escolas do Grupo Especial e do Grupo de Acesso. Este slideshow necessita de JavaScript. Apuração do Grupo de Acesso. Confira o Mapa de Notas:     Resultado Oficial do Grupo de Acesso Carnaval Virtual 2017 1 – Império do Rio Belo 99,6 (Campeã e Subiu pro Especial) 2 – Corações Unidos 99,1 (promovida ao Grupo Especial) 3 – Arranco da FGAF 99,0 (promovida ao Grupo Especial) 4 – Morro do Esplendor 98,4 (promovida ao Grupo Especial) 5 – Deixa de Truque 98,3 6 – Águia Real 97,9 7 – Imperatriz Itaocaense 97,9 8 – Independentes 97,5 9 – Império do Samba 97,5 10 – Império da Fênix 97,3 11 – Arautos do Serrado 96,9 12 – Estrela Guia 96,1 13 – Império da Carlota 95,4 14 – Curral das Éguas 95,2 15 – Independentes do Cacuia 94,9 16 – Herdeiros do Samba 94,6 17 – Império de Niterói 94,4 18 – Franco da Rocha 93,9 19 – Cidade do Samba 93,5 20 – Império da Praça XI 92,9 21 – Dragões do Rio de Janeiro 92,2 Este slideshow necessita de JavaScript.   Apuração do Grupo Especial Confira o Mapa de Notas: Resultado Oficial do Grupo Especial Carnaval Virtual 2017 1 – Mocidade 99,8 (Campeã) 2 – Acadêmicos do Setor 1 99,8 3 – Flor de Lótus 99,7 4 – Bohêmios Samba Club 99,4 5 – EVA 99,3 6 – Império do Progresso 99,1 7 – Ponte Aérea 98,7 8 – União da Gávea 98, 9 – Imperiais do Samba 97,9 10 – Recanto do Beija-Flor 97,9 11 – Caprichosos 97,8 12 – Dragões Lendários 97,4 13 – Rosa Vermelha 96,7 (Rebaixada ao Grupo de Acesso) 14 – Apoteose 96,6 (Rebaixada ao Grupo de Acesso) 15 – Bambas de Ouro 95,5 (Rebaixada ao Grupo de Acesso)   Este slideshow necessita de JavaScript.   Parabéns às...

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Samba Oficial 2017 – GRESV Mocidade
ago05

Samba Oficial 2017 – GRESV Mocidade

Mussurumins Compositor: Imperial   Interprete: Evandro Malandro   Deixa clarear, clareia É mussurumins na lua cheia Estrela que emana a paz Isto sou eu e todos nós! Solitária vaga linda lua Crescente deita sua luz no mar Na areia o profeta funda A fé em Deus… no bom Alá Risca, “escreve” e lapida De Ponto e traço faz-se Império Onde a sabedoria ergue sua moradia Para então frutificar Conhecer outras passagens…. Tantos sonhos faz “contar” Outros povos, mundos novos E tanta coisa pra ensinar E a caravana segue… Peregrina Em toda “forma” faz o “renascer” “enche de cores” toda essa vida Faz mais “latina” a razão de ser!! Se há bravura nesse nosso olhar Não há chibata que possa ferir Pra resistir “lê-se” em iorubá A liberdade que irá surgir E vai correr por toda terra Se unir a muitos carnavais A mão que bate o couro encerra A fibra dos meus...

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Mocidade apresenta seu enredo para 2017
mar03

Mocidade apresenta seu enredo para 2017

Mais uma agremiação do Grupo Especial apresenta seu enredo para 2017. A Mocidade canta a influência muçulmana na cultura ocidental com o enredo “Mussurumins”, desenvolvido por Vítor Saraiva. A sinopse é de Rodrigo Raposa. Confira.   MUSSURUMINS Sob a luz de uma lua crescente e de uma estrela solitária, peregrinou o sábio Maomé. Buscando o conhecimento que a sociedade cristã privara seus seguidores de ter, o peregrino encontrou-se com um anjo. Disse-lhe o anjo: “diz a teu povo da existência d’um único Deus; diz a teu povo que adore apenas a este Deus; diz a teu povo que busque conhecimento.” O peregrino tornou-se profeta. E este profeta deixou para nós um legado, meu senhor. Este profeta nos deixou o conhecimento. Conhecimento de um Deus maior que todas as coisas; um Deus de ciência e de união. Um Deus sem imagem nem forma… Apenas um nome. Eis meu bom Alá, meu senhor. Meu povo, o povo árabe, foi lapidado com a arte da escrita. De traços e pontos fizemos palavras, e das palavras fizemos império. Um império humilde, senhor, que tinha como único objetivo espalhar a boa nova da revelação de Alá. Na Casa da Sabedoria, traduzimos o conhecimento ocidental para a língua árabe, e disseminamos a ciência dos grandes pensadores e filósofos do mundo. E onde há conhecimento, há a descoberta. Criamos os números e a matemática… A cartografia e a astronomia… Ciências das quais os nossos povos hoje dependem, senhor. Assim como Maomé, meu povo peregrinou também. Seguiu em direção ao leste, espalhando a cultura e o conhecimento por onde passava. A influência árabe, senhor, chamas de gótico, bizantino: as formas sublimes da arquitetura que o Renascimento adotou do meu povo. De mesquitas se fizeram basílicas. Na Espanha, demos forma e cor ao sul da Ibéria. Em Portugal, emprestamos nossas palavras à língua latina. Com a astronomia, observando as estrelas do céu do dia e da noite, os portugueses desenvolveram a navegação, e da navegação fizeram escola. Com as palavras suas e as de nosso povo, fizeram canções de amor e saudade. E graças à navegação, chegamos ao Brasil, meu senhor. Viemos como escravos, súditos dos portugueses. Escravos, muitos, que sabiam, sim, ler, em árabe, e conheciam as palavras do profeta Maomé através do Corão, misturados àqueles iorubás, que adoravam seus orixás. Fomos obrigados a seguir o mesmo catolicismo que um dia nos privou de conhecimento e ciência. Resistimos. Lutamos. Deixamos nossa marca. Da água de cheiro que lava a escadaria do Bonfim às abóbadas da Piedade, e até nas roupas dos próprios orixás. Não eramos insolentes não, senhor. Eramos insubmissos. O sabor da liberdade, este não se...

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Mocidade lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016
fev01

Mocidade lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016

A Mocidade traz de uma Galáxia muito, muito distante… Eram os deuses astronautas? Pra mim, a verdade é que nunca estivemos sozinhos. Não digo no universo, mas mesmo no nosso mundo. Eles… Estão entre nós. Pensa comigo. Quem construiu as maravilhas inexplicáveis do mundo antes do homem? Quem pôs os Moais naquela forma mágica, lá na ilha de Páscoa? Quem teve a ideia das Pirâmides do Egito para que os faraós pudessem comprá-la? As respostas, meu irmão, vêm de fora para dentro. (Num mundo onde até a banana pode ter vindo de uma constelação distante – e ninguém poderá me provar o contrário! -, tal qual um bom episódio de Arquivo X, “eu quero acreditar”!) Imagine o seguinte: Seres ultra-desenvolvidos – vamos chamá-los astronautas extraterrestres – vieram à Terra e guiaram a evolução do homem, para formar uma raça à sua imagem e semelhança. Esses sim, desenvolvidos em um nível que talvez nenhum de nós seja capaz de compreender! Desembarcaram no nosso planetinha azul em seus ônibus espaciais, grandes engenhocas de metal capazes de cruzar o grande vazio em questão de segundos, provindos dos mais distantes cantos do universo. E encontraram a nós, humanos. Pequenos, frágeis. Uma página em branco, como uma criança pronta para aprender as coisas da vida. É. É isso. Eram crianças as antigas civilizações, para os quais os tais seres extraordinários eram deuses, e sobre tais construíram seus rituais e crenças. Altares em adoração àquelas criaturas fantásticas que vieram do grande nada foram erguidos, e em sua homenagem foram entoados hinos e cânticos. Em retribuição, ou talvez por pura vaidade, esses deuses-astronautas repassaram aos antigos seus conhecimentos científicos, mecânicos, o uso da energia, técnicas de construção, conhecimentos astrológicos, do universo e da própria Terra. Ensinaram suas técnicas, gostos, costumes, imprimiram aos antigos o seu estilo. Deixaram um pouco de si em cada um dos antigos povos da Terra que visitaram. Afinal, quem mais teria dado o poder ao homem e à mulher de erguer a pedra esculpida e colocá-la de maneira perfeita em locais que se tornariam sagrados em plena Idade da Pedra? Os esses astronautas eram também vaidosos. Eles, de planetas e ideários diversos, queriam dominar o planetinha azul e todas as tribos que dele sobreviviam. Mostraram-lhes a disputa, a ganância e a exploração. Ensinaram-lhes sobre o confronto, a feitura e o manejo das armas. O combate. A guerra. (Ninguém disse que os tais deuses-astronautas eram perfeitos…). Enfim, o resultado é meio óbvio, né. A evolução da raça humana não aconteceu do jeito que eles queriam. Os confrontos entre as tribos e as suas vaidades fizeram com que esses mesmos astronautas, implacáveis como deuses...

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