Conheça o enredo do ARESV Arranco da Fgaf para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do ARESV Arranco da Fgaf para o Carnaval 2018

ARRANCO DA FGAF Outra vez na passarela, o mundo inteiro espera pra ver a Ilha passar… Segura a marimba! Introdução: No próximo carnaval virtual, o Arranco da FGAF vai homenagear o Grêmio Recreativo Escola de Samba União da Ilha do Governador. A querida agremiação carioca, que completa 65 anos de fundação em 2018, será exaltada na tela do computador através de seus enredos históricos e sambas antológicos. E ninguém melhor para conduzir essa viagem recheada de alegria e emoção do que um dos maiores personagens da União da Ilha: o saudoso Aroldo, que tem Melodia até no nome… Sinopse: “Respeitando opiniões de outras agremiações Eu sou mais a União. Com ela aprendi a ser sambista E hoje sou até artista dessa escola popular” “Canta minha Ilha!” Quem diria? Hoje a tua história é carnaval… Aguenta, coração… Teu manto azul, vermelho e branco resplandece e traz lembranças saudosas, que nos fazem reviver belos carnavais. Se a FGAF chamou, nossa irmã tricolor, então vamos lá! Outra vez, bordar o sorriso no rosto desse povo tão sofrido e exaltar teus grandes momentos, que o mundo inteiro nos espera. É hoje o dia… Segura a marimba!” “Eu vou tomar um porre de felicidade Vou sacudir, eu vou zoar Toda a cidade” “O que será?” Me perguntou o artista, procurando um jeito original de homenagear a minha União da Ilha. Sem notar, ele mesmo já tinha matado a charada. “1979! Carnaval de Adalberto Sampaio, com samba de minha autoria com o grande Didi”. Após uns minutos sem compreender, o artista logo sorriu. E assim nossa conversa fluiu… Deixemos as datas de lado. Afinal, é carnaval! E pra falar da Ilha não precisa de cerimônia – “Sou a comunicação”! Com simplicidade e beleza, o bonito é barato. Vamos embarcar nessa alegria que, atravessando o mar, ancora na passarela ano após ano. No maior show da terra, minha escola me faz rei no meio da gente modesta e quase me sinto o dono dessa festa… Profana, sim, senhor! Mas que, mesmo assim, faz a vida ter mais cor, dá um porre de felicidade e sacode a cidade! Entre confete e serpentina, vem na magia! Pois o rei mandou e a FGAF vai cair dentro dessa folia. Vamos juntos reviver as muitas facetas da União da Ilha. “E o povo na boate ou gafieira Esquece da segunda-feira Nesta cidade formosa” Talvez o traço mais marcante e lembrado da União da Ilha seja sua comunicação com o público. Não é à toa que ela é conhecida como “a segunda escola do coração de todo carioca”. A União é do povo, assim como o grande Mestre Joãosinho, celebrado num...

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Conheça o enredo do GRESV Corações Unidos para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRESV Corações Unidos para o Carnaval 2018

CORAÇÕES UNIDOS A vida é pra celebrar! Um mundo em festa! Proposta Festejar é uma necessidade humana, o homem necessita festejar e fazer da vida particular ou social um festejo como explicita Leonardo Boff em seu artigo “Festejar: é afirmar a bondade da vida”: “A festa faz esquecer os fracassos, suspende o terrível cotidiano e o tempo dos relógios. É como se, por um momento, participássemos da eternidade, pois na festa não percebemos o tempo passar”. Transformar todos os aspectos de uma vida ou sociedade em festa, em riso, musica e dança é criar uma nova experiencia momentânea que quando deixa a individualidade e alça ao coletivo torna-se uma das mais importantes e proeminentes formas de se comunicar e de resistir às espirais do tempo como nos mostra a obra “A arte de festejar: Da alternância da festa e de suas expressões materiais” de Juliana Aparecida Garcia Corrêa : “A festa vista como acontecimento coletivo ultrapassa o sentido da comemoração e atua na formação dos vínculos que fundamentam a experiência humana coletiva. Ela marca histórias pontuando e regulando o curso da vida das pessoas. A festa é índice de temporalidade, marca os tempos fortes e culminantes para a coletividade”. Portanto, festejar deixa de ser algo puramente imaterial ou impalpável e ganha contornos físicos e concretos galgados nas expressões e materialidades humanas, logo, abordar os mais variados festivais é mostrar parte da humanidade. E trazer ao carnaval virtual o olhar da pluralidade em tempos de violência, ignorância e intolerância é mais do que carnavalizar, é, também, conscientizar e legitimar a compreensão da diversidade do homem; diversidade que se cria diariamente, se transforma constantemente e se constrói temporalmente através da fé, do medo, da lascividade, da sociedade, do indivíduo, da arte, cultura e, princialmente, da emoção que, sob certo aspecto, não deixa de ser o vital motor do grande festival da vida. Sinopse Festejando a fantasia e a loucura antropológica a famigerada C.U. convida a todos a se deleitarem e festejarem a vida em um carnaval historicamente social, festivo, ilusório, abstratamente real e paradoxalmente – talvez nem tanto – virtual cheio de devaneios concretamente etéreos conflitantemente profanos e sagrados, pois a fé é o que conduz a vida do homem, seja ele religioso ou não, portanto entre em transe imaginativo delirantemente carnavalizado e se entregue às mais diversas formas de se manifestar o deus que habita em você, na natureza, nos templos ou sacrifícios e oferendas, entregue-se ao nirvana carnavalesco da alegria e da força sobrenatural que conduz a cada um de nós. Entregue-se também à esperança de um novo caminho, renove os votos de felicidade e boas vindas às energias...

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Conheça o enredo do GRESV Império do Rio Belo para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRESV Império do Rio Belo para o Carnaval 2018

IMPÉRIO DO RIO BELO LAROYÊ EXU O Império do Rio Belo em sua caminhada pelo Carnaval Virtual experimentará novos ares. E para isso, pede licença e proteção para que seus caminhos em num novo desafio possam se abrir. Vamos apresentar um pouco daquele que está próximo de nós, porém não o vemos. Aquele que emana as vibrações, o fogo que arde sem ver, onde tudo começa. Não se começam pedidos sem antes pedir licença. Teremos a honra de falar daquele que é sempre citado, lembrado, mas não tem sua história aprofundada. Laroyê exu! Num caminho longínquo Onde não se enxerga o início e nem o fim Eu dito o ritmo da vida Abra o portão, pois sou eu seu sentinela E peça sempre licença antes de falar de mim Sou eu quem começa, sou eu quem termina Eu trago, eu levo Abro porta, fecho porta Posso ser “Seo” Tranca-rua, o dono da gira O galo aqui já cantou pra minha escola passar E se você não for passar que eu o faça! Concebido por Olorum Fui a primeira forma a ser criada, junto do ar e da água O orun e o ayê, o espiritual e o material O mensageiro de dois mundos Guardião da sua cancela Sentinela da fé (segundo setor) Sou bravo guerreiro Irmão de Ogum e Oxóssi E ao pisar na terra, com muita fome comi todas as comidas Devorei os animais que nela havia e continuei pedindo Comi plantas, minérios e minerais E quando não havia mais o que comer Devorei até minha própria mãe Tornei-me Elegibo, senhor das oferendas A boca do mundo E desde então sou eu quem entrega tudo o que é oferecido aos orixás (terceiro setor) Sempre convidado e respeitado em todas as festas Sou a energia travessa que adora um charme Sou o calor da chama que arde sem cessar Sem a mim nada começa, nada se encaminha e nada termina Sou devasso, alegre, liberto Aproximo-me da força natural A força animal, a energia primordial Protetor do comércio e dos espíritos revolucionários Sou o senhor da transformação Orientador de contradições, o estopim e a pólvora A desordem e o silencio Sou a esfera que equilibra o universo (quarto setor) E nessa caminhada ouvia-se uma gargalhada Que parecia correr para todos os lados No chacoalhar das grandes ondas Que balançavam o tumbeiro Ora aproximando, ora afastando Esse gargalhar, meu caro Não era de alegria E ressoava estridente Resistindo ao esquecimento imposto aos negros Lá fui eu na Calunga Grande Desbravando o seio de Iemanjá Homens e mulheres, reis e rainhas O coração dos negros foi acorrentado A sete chaves, em meio...

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Conheça o enredo do GRESV Dragões Lendários para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRESV Dragões Lendários para o Carnaval 2018

DRAGÕES LENDÁRIOS HISTÓRIAS DE DRAGÕES Galera do Carnaval Virtual, vocês pensaram que eu só retornaria ao Olho do Urubu no Carnaval Virtual 2018? Se enganaram! Hoje vamos estrear a modalidade bate bola – jogo rápido – sinopse com a Dragões Lendários que traz como tema para o Carnaval Virtual 2018, o dragão! Isso mesmo! O símbolo virou enredo! Para isto tomamos a ousadia de entrevistar o próprio, a lenda em forma de pavilhão, o dragão lendário! Vamos lá, daqui direto do olho do urubu. Com patrocínio de SRZD, Tantos Carnavais, Água Ferruginosa, e claro, Marlene me traz uma! Diego Araújo: Dragão, nos conte, como é a sensação de ser enredo? Dragão Lendário: Rooooaaar – Roaaaaaarrr – Roooooooooaaar Diego: É, parece que ele está feliz! Dragão: A GRESV Dragões Lendários desfilará em 2018 comemorando seus 10 anos de história contando não só sua história pelo carnaval virtual mas sim Histórias de nós, Dragões. Por isso estou tão feliz… Mostraremos como os dragões estão nas histórias de todos os povos do mundo, seja como símbolo de sabedoria e prosperidade, seja como personificação da maldade. Sendo bom ou sendo mal, os dragões chegaram ao carnaval e encantam a todo o povo seja na avenida ou telinha virtual… Diego: Dragão, sabendo dessa felicidade, como foi ter começado a carreira no oriente? Dragão: Roooooaaar – Rooooooaaaar – Rooaaar – puft! (sinais de explosões de fogos no ar) Diego: Ah, entendi! Parece que ele é feliz e esteve no meio de uma queima de fogos! Dragão: Bem, estamos por aí desde os inícios dos tempos, saímos com Pan Chi do ovo cósmico que criou o universo e por isso cuidamos do mundo e trazemos a sabedoria do tempo. Cuidamos para que os seres humanos não destruam a natureza e fazemos com que estes tenham prosperidade quando a preservam. Na Suméria, uma de nós, a deusa Tiamat, era venerada por ter criado todos os elementos, junto com seus vários filhos de nossa estirpe. No Japão demos origem à linhagens de sábios soberanos. Acompanhamos Buda em sua passagem iluminada por este planeta, sendo inclusive eleitos por ele para ser um dos animais guias do horóscopo chinês. Apalala, um de nós, recebeu o perdão de Buda por ter atacado os humanos em sua ira. Marco Polo foi o responsável por trazer nossos augúrios de prosperidade e sabedoria do oriente para o ocidente, juntamente com as especiarias, sedas e tudo que encantou a nobreza europeia, e os fez mais curiosos pelos mistérios orientais. Diego: Dragão, e sobre a chegada ao Ocidente? O que tem para nos contar? Dragão: Rooar – Roar- Roar – BUM! (Sinais de explosão de bola...

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Conheça o enredo do GRES Caprichosos do Boa Vista para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRES Caprichosos do Boa Vista para o Carnaval 2018

CAPRICHOSOS DO BOA VISTA Inezita, Menina da Cidade, Caipira de Coração Dá licença, meu senhor, Dá licença minha sinhá, Cheguei agora da estrada E peço licença para eu contar, A história de uma menina, Que vocês não vão acreditar. Nascida em berço de ouro, No tempo dos lampiões de gás, Lá da velha capital Ela tinha de tudo, Mais uma coisa parecia faltar. Sabia ela piano, acordeom e violão, Mas o que ela queria mesmo Era a viola tocar Cantar igual os peões, Que a boiada ela via levar Nas fazendas da família, Que nas férias ia visitar. Cresceu então a menina, No meio dos livros estudou E muita gente conheceu Cantava e tocava para os amigos E com um deles iria casar. A curiosidade que tinha cresceu, As coisas do povo simples foi pesquisar. E foi assim, que nos palcos foi parar. Anotava em seus caderninhos Cantigas, folias, toadas, De todo esse Brasil, Deu a voz a um povo, Cantou a “marvada” da pinga Ao mesmo tempo que rondava Os corações dos sambistas. Fez rádio e também atuou, Chegou até à televisão, Mostrou aquele país, Que tanto tempo se ignorou. Por tanto tempo em suas mãos, A viola caipira chorou. Reconhecida ela foi, Até o samba a homenageou. Deixou tanta coisa gravada, Mas muita coisa para trás ainda ficou Pois um dia, naquele domingo, Ela teve de nos deixar. Viola, ó minha viola, A Caprichosos veio te homenagear Minha querida menina da cidade, Inezita, dama caipira, Rainha da música...

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Conheça o enredo do GRESV Recanto do Beija-Flor para o Carnaval 2018
mar11

Conheça o enredo do GRESV Recanto do Beija-Flor para o Carnaval 2018

RECANTO DO BEIJA-FLOR BAQUAQUA – VISÕES DA LIBERDADE Por Andre Dubois Baquaqua nasceu foi criado na cidade de Zoogoo ou, como chamaram os franceses quatro décadas depois, Djougou. Sua cidade natal fica no atual Benin. A Zoogoo do início do século XIX era ainda desconhecida dos europeus, já que ficava numa região mais central da Costa noroeste da África. Zoogoo era uma próspera cidade situada no meio da Rota D`Ouro. Região de intenso intercâmbio comercial e de passagem de diferentes povos. Uma região de muitas línguas, culturas e crenças! Um espaço de muitos contatos! A Rota D´Ouro, como o nome sugere, levava à região várias caravanas de homens que desejavam enriquecer. O ouro não era a única riqueza! Por ali os homens comercializavam alimentos, o marfim e a cultuada “noz de obi”- também conhecida como “noz de cola”. A cidade de Zoogoo era protegida por seis portais. Cada portal conta a genealogia de um povo que tinha vocação de guerreiro. O número 6 era um número sagrado para os moradores de Zoogoo. Assim como no ocidente acreditamos que os trevos de 4 folhas trazem sorte, os moradores da cidade natal de Baquaqua acreditavam que as “nozes de obi”, segmentadas em 6 partes, seriam símbolos de sorte. Membros do palácio real da cidade usavam colares com nozes de seis esferas como símbolos de poder, status e diferenciação social. A religião islâmica era preponderante na cidade de Zoogoo. Durante séculos os califados árabes no norte d´África expandiram o islamismo por diversas regiões do continente. A cidade negra de Zoogoo tinha no Alcorão seu livro de fé. A nobreza de Zoogoo mantinha uma belíssima mesquita na cidade. Essa mesquita era o grande ponto de solidariedade dos moradores da cidade, pois lá eram prestados todos os serviços do que podemos chamar de uma “cidade estado”.Na mesquita as crianças eram alfabetizadas. No mundo islâmico a alfabetização era garantida a todos os fiéis, já que para se estar em contato com Alah era vital saber ler o Alcorão. Muitos séculos antes das grandes nações “civilizadas” do ocidente garantirem a universalização da alfabetização, as regiões dominadas pelos califados já viviam essa realidade. Aos meninos eram ensinados os números! Se esperava que os meninos praticassem, quando adultos, o comércio da Rota D´Ouro. Foi nesse ambiente de incríveis contatos culturais que cresceu o menino Mahommah Baquaqua. Já adulto Baquaqua se especializaria em comercializar a noz de obi- noz de cola. Em África essa noz é conhecida como “fruto sagrado”. Ela é comida nos acontecimentos mais importantes dos povos que vivem nessa região.Segundo um ancião africano: “A cola é um símbolo de unidade entre os homens e Deus. A...

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