Conheça o enredo do GRESV Acadêmicos de Realengo para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do GRESV Acadêmicos de Realengo para o Carnaval 2018

GRESV ACADÊMICOS DE REALENGO Alô Alô Realengo Aquele Abraço!   Defesa do Enredo e introdução O G.R.E.S.V Acadêmicos de Realengo em seu primeiro ano de desfile, escolheu levar para a avenida, uma homenagem ao bairro que dá nome a agremiação. Nada mais justo que seja esse o enredo a ser elaborado pela nossa agremiação, pois Realengo tem uma das história mais fantáticas da nossa cidade e inclusive do Brasil, Realengo guarda segredos emocionantes para toda população, mesmo sendo um bairro abandonado pelo poder público, seus moradores não querem deixar esse lugar, pois quem conhece realengo ama realengo e cuida do nosso lugar, vamos juntos cantar e contar essa história fascinante!   Sinopse Em 20 de Novembro de 1815, surge oficialmente o bairro de Realengo, que tinha esse nome pois significava terras Realengas, ou seja distante do Rei mas que pertenciam ao Rei, e que o mesmo teria domínio e explorava estas terras, era o então principe ainda na época Dom João VI, “ora pois pois” se já não bastassem levar as nossas riquezas, ainda usufriam de nossas  terras e as tomava para eles. Com o passar dos anos essas terras foram povoadas por escravos e imigrantes “Portugueses da Ilha dos Açores”, por ordem do Príncipe, e passaram a se dedicar a agricultura, levando produtos como açúcar, rapadura, álcool e  a famosa “cachaça” pelo porto de Guaratiba. Posteriormente Realengo passou a ser um bairro para pastagem de gado, fornecendo assim carnes para os açogues da cidade, sendo o principal fornecedor na época, mas em pouco tempo resolveram acabar com a farra dos bois, pois a carne passou a ser considerada...
Conheça o enredo do GRESV Pindorama para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do GRESV Pindorama para o Carnaval 2018

GRESV PINDORAMA Lá vem o Brasil descendo a ladeira Cena 1. O sol nasce. O menino desce as escadas com sua bola no pé. – Lá vem o Brasil descendo a ladeira! – avistou a Maria com a lata d’água na cabeça. – Quem desce do morro não morre não asfalto! – gritava seu Manuel da padaria. Era assim todo dia que o Brasil descia do morro com sua camisa amarelo canário e sua companheira redonda. Cabelo preto escorrido, a face negra, os olhos claros, em seu rosto trazia a herança negro-branco-indígena. Um jovem cheio de esperança para o seu futuro, mas com uma grande bagagem no seu passado também. Ele carregava em si a ancestralidade de todas as culturas. E não é de hoje que ele vem descendo morro a baixo. Lá se vão séculos. Ele tenta equilibrar-se com o peso de ser quem é, de trazer consigo a memória de tantos povos, mas ele ainda não sabe o que fazer com ela. A verdade é que nosso menino apesar de já estar na idade escolar, não aprendeu a ler uma linha sequer. O Brasil só sabe as coisas de ouvir dizer, ingênuo como ele só, acredita em qualquer história que lhe contam. Sua vida mudou no dia em que feliz, fazendo embaixadinhas com sua bola, ele seguia morro abaixo mais uma vez. Até que a mãe de santo mais respeitada, e temida, do morro inteiro parou diante dele. O menino gelou com a visão daquele senhora a sua frente com todas as suas guias. Ela o encarou e, então, disse: – Vem cá, Brasil! Deixa eu ler...
Conheça o enredo do GRESV Simpatia Real para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do GRESV Simpatia Real para o Carnaval 2018

SIMPATIA REAL OS CAMINHOS QUE LEVAM AO MAR, É O MEU CAMINHO Nossos olhos já não conseguem divisar o que é mar, o que é céu, e tentam traçar uma linha de equilíbrio no horizonte. Singramos no azul! Dizem que o destino está traçado nas estrelas. Ensinam que precisaremos de muita coragem para enfrentar os perigos e, sobretudo, determinação. E, com fé em Deus, navegaremos pelos sete mares que abrirão os portais do coração. No Reino de Poseidon, tempestade e bonança Começamos a enfrentar o desafio do desconhecido. E, sem que tenhamos tempo de raciocinar, nos deparamos com o medo escondido em nossos porões. Das profundezas surgem criaturas fantásticas! São polvos, serpentes e dragões abrindo uma estrada na espuma, levando-nos por um turbilhão sem fim. Ao abrirmos os olhos, porém, tudo se transforma. Cavalos marinhos conduzidos por guerreiros transportam o cortejo de reis e rainhas que governavam a crença de civilizações que desapareceram no mar abissal. Respeitar o que é do mar, mas nunca temer. Acima de toda maldade, o bem sempre há de vencer. Estas galés que cruzam o nosso caminho transportam toras de cedro, tapetes, tecidos, cerâmicas, corantes, jóias, peças de metal e outros produtos que as mãos do homem foram capazes de moldar. Do Oriente partem gigantescas embarcações. São os chineses oferecendo novas trocas, ampliando suas rotas, construindo relações. São mercadorias que remontam aos tempos dos primeiros navegantes, que se lançaram ao mar. Para trocá-las em outros portos, fenícios e egípcios não imaginavam que também deixariam vestígios de sua cultura milenar. Gregos e romanos inauguraram um tempo de conquistas, ampliando as frentes de comércio e os...
Conheça o enredo do GRESV Unidos do Bataclã para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do GRESV Unidos do Bataclã para o Carnaval 2018

UNIDOS DO BATACLÃ Caravelas: Onde Nasce o Bataclã! O Unidos do Bataclã inicia seu carnaval virtual contando a própria história e homenageando o município onde tudo começou: Caravelas – Bahia. Para o Carnaval 2016 um grupo de amigos resolve participar, mais uma vez, do carnaval de Caravelas, diferentemente dos anos anteriores a moradia que os abrigaria, nesse período de festas, foi batizada de Bataclã. Para o Carnaval Virtual 2018 o Unidos do Bataclã se inspira na alegria do Carnaval de Caravelas, contando um pouco da história do município que passa por Amerigo Vespucci, Pero do Campo Tourinho e Francisco Bruza Espinoza. Pela igreja de Santo Antônio do Campo dos Coqueiros e Vila Santo Antônio do Rio das Caravelas chegando a Cidade de Caravelas. Atualmente a pequena cidade histórica conta com o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, o Instituto Baleia Jubarte, festas religiosas que atraem diversos turistas e, claro, o Carnaval que ocupa, o posto de melhor carnaval do extremo sul da Bahia. Os blocos Umbandaum, Afilhados de Gandhi, Nagô e Índios Tupinambás já se tornaram tradição, além das escolas de Samba Irmãos Portela e Coroa Imperial. Mas, para garantir o retorno ao Carnaval de Caravelas não se pode perder o Banho de Cheiro que encerra as festividades ao som de Daniel Show e Lu Reis. O Unidos do Bataclã jamais poderia deixar de homenagear (em vida) a nossa grande matriarca: Rosita, que além de fazer parte da nossa história é uma figura célebre de Caravelas.    ...
Conheça o enredo do GRCESV Embaixada do Samba para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do GRCESV Embaixada do Samba para o Carnaval 2018

GRCESV Embaixada do Samba Mardi Grass Tricentennial – New Orleans, The Best Carnival Introdução: O Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Virtual Embaixada do Samba, vem por meio desta convidar a todos para realizar uma viagem fascinante pelo universo carnavalesco de um dos maiores e mais famoso carnavais do mundo o Mardi Gras. Assim proporcionando ao publico o melhor do carnaval no Tricentenário da sua charmosa e sedutora cidade de Nova Orleans. Assim mostrando ao mundo do samba os seus encantos e maravilhas no encontro das duas culturas, através do nosso carnaval em 2018. Mais do que um simples encontro das culturas será o maior espetáculo da cultura carnavalesca norte americana no nosso maior carnaval.   Sinopse: Como tudo começou… Com inspiração na Commedia Dell’arte, começando em ou após as festas cristãs da Epifania (Dia dos Três Reis) e culminando no dia anterior à quarta-feira de cinzas. Era o pedido de passagem ao sagrado para o profano.   A origem… Em um ritual de felicidade, ganharam as ruas da cidade de Louisiana; adentrando as residências para levar a toda a alegria e irreverência. Cantando e dançando para os seus anfitriões. Quando em 1857 com o clube The Mystick Krewe, ganharam as ruas de Nova Orleans com os primeiros desfiles oficiais. Ganhando multidão por onde passavam. Numa verdadeira folia totalmente alegre, divertida e multicor.   Da alegria a tradição…               Depois de ganhar as ruas com a sua multidão, o Mardi Gras cada vez mais foi popularizado. E hoje são cerca de 50 grupos desfilando por toda a cidade. Os Krewes assim conhecidos são como as nossas escolas de sambas brasileiras; com as...
Conheça o enredo do GRPCSCVJCB Caboclinho Verde para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do GRPCSCVJCB Caboclinho Verde para o Carnaval 2018

CABOCLINHO VERDE CANNABIS: UMA CABOCLINHO ALUCINÓGENA Introdução: É noite de festa na floresta, toda tribo se prepara para uma importante celebração. O grande pajé adentra a relva para colher as sagradas ervas que serão utilizadas nos rituais da noite. Porém, em meio à mata, avistou um caboclo, espírito guardião da floresta, que entregou uma planta ao pajé e ordena a ele que queime e fume, com a tribo, no pito durante a festa. O pajé jamais havia visto planta semelhante. Curioso e intrigado com o presente, retorna a aldeia e começa o preparo. O fumo está pronto para ser queimado, a tribo se reúne em polvorosa na ocara. O pajé “acende, puxa, prende e passa”, todos queriam provar da grande novidade. “Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça”. Um por um, a tribo inteira entra na brisa, a maresia se espalhava pela floresta. O pajé ficou doidão, o cacique entrou na “nóia”, curumim fica morgado. Iiiiiiiiihhhh…”deu onda”…           “Que po**a é essa”, gritou um índio. “Mas que viagem”… gritou um outro. Na verdade, era apenas o começo da viagem…   Sinopse: Todo mundo via de tudo, mas ninguém entendia nada. Que erva é essa que deixou todo mundo doidão? Foi pra lá de Bagdá, entre montanhas do Himalaia e as longínquas planícies do Paquistão, que a misteriosa planta germinou primeiro, foi por volta de 8000 A.C., que os povos primitivos da região resolveram enrolar a seda e apertar o baseado, descobrindo assim as propriedades mágicas da erva. Não demora muito até a brisa se espalhar por todo o oriente. Na China virou negócio, passou a circular intensamente nas rotas...
Conheça o enredo do GRESV Ferozes do Samba para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do GRESV Ferozes do Samba para o Carnaval 2018

FEROZES DO SAMBA ARUANÃ Com a proposta de renovar sua estética e manter a linha de enredos envolvendo misticismos e espiritualidade, o GRESV Ferozes do Samba, apresenta seu novo enredo para o carnaval virtual! Passará na avenida um dos mais antigos e conhecidos mitos indígenas: a saga de Aruanâ e a criação do povo Karajá. Segundo os habitantes do Xingu às margens do Rio Araguaia, Aruanã nasceu como um peixe, mas tornara-se humano após várias preces a Tupã. Sendo assim, após seu renascimento para a humanidade, Aruanã foi a base de toda a criação da tribo Karajá, tornando-se história, mito e lenda. E é nesse universo misterioso e indígena, que a Ferozes mergulha para realizar o seu próximo carnaval virtual.   Sinopse: Anauê Karajá Inã! Correm como num bailado de serpentes as Águas do Araguaia, numa viagem soberana pelas entre-florestas do Xingu. Águas de índio. Águas de lendas. Águas do implícito mistério da criação da tribo. Águas dos seres místicos, filhos de Tupã, que vivem, nadam e assombram o folclore: Águas de Aruanã. “Oh Aruanã! Senhor dos cardumes. O filho desbravador do Senhor dos Céus. A criatura marinha sem medo de enfrentar o novo, o surreal. Nasceu um peixe, mas sonharas em debandar-se como homem. Aruá, oh Pai! Aruá! Vós que sois valente e guerreiro. Não se limitas a percorrer o curso do rio e repousar-se em lago. Quereis mais! Queries lutar! Quereis andar! Trocaste as escamas por leves pelos, nadadeiras por braços, e o cardume, por uma Nação. Aruá oh Pai! Aruá!” Assim disse o Pajé dos Karajás, lembrando o velho conto da criação de seu povo aos...
Conheça o enredo do ESV Bambas de Ouro para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do ESV Bambas de Ouro para o Carnaval 2018

BAMBAS DE OURO A FARRA DO BOI QUE AVOA   Justificativa   Vamos contar um causo perdido nos confins da história, onde o Conde Maurício de Nassau, resolveu tirar a própria vaca do brejo. Nesse conto da história brasileira, nosso enredo se propõe a desmistificar a ideia de um Brasil holandês ser melhor que um Brasil português. O enredo defende que a lógica da colonização se deu com o colonizador entrando com a cana e o colonizado movendo a moenda. Nosso povo precisa deixar de acreditar em bois voadores e exigir um Brasil melhor para todos. O episódio da história que contaremos foi descrito por Manuel Calado no seu “O Valeroso Lucideno”.   “Quem foi, quem foi Que falou no boi voador Manda prender esse boi Seja esse boi o que for O boi ainda dá bode Qual é a do boi que revoa Boi realmente não pode Voar à toa É fora, é fora, é fora É fora da lei, é fora do ar É fora, é fora, é fora Segura esse boi Proibido voar” Música Boi voador não pode de Chico Buarque de Hollanda Inspirado em um vídeo do professor e historiador Eduardo Bueno.   Setor 1: A cidade Maurícia e o excêntrico Nassau: o holandês que não era holandês, em um Brasil holandês. Um cabra nato, Mauricio de Nassau nasceu em Dillemburg, na Alemanha em 1604, ficou famoso pela sua atuação como governante da colônia Holandesa nas terras tupiniquins. Recife o recebe, como um excêntrico príncipe, que na verdade nunca o fora, para governar o próspero nordeste brasileiro. Já no embarque para o Brasil, Nassau recebe...
Conheça o enredo do ESV Nobreza da Baixada para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do ESV Nobreza da Baixada para o Carnaval 2018

NOBREZA DA BAIXADA DOS MITOS, LENDAS E CRENDICES: FLORIPA, A ILHA DA MAGIA Refazemos o feitiço, recriamos o encanto Num piscar de olhos reencarnamos Reencarnamos o mestre das letras Letras bailam e anunciam a ressurreição do grande escritor Franklin Joaquim Cascaes Saído do paraíso dos contos, do céu dos escritores Cascaes informa, anuncia: Na Baixada tem Nobreza, Na Nobreza tem Grande Rio   A Baixada grita, a Nobreza clama “Y-Jurerê Mirim “ vem ai! A encantadora ilha das Bruxas eu “quase” vi Uma comunidade toda em prantos eu presenciei, mas é história passada Uma nova história há de nascer, uma nova história há de ser recontada Renascido do fogo fui apresentado, mas não como esperado De ritual bruxólico citei, na avenida do povo morei Chegou a hora, vou reapresentar Dos mitos, lendas e crendices – Floripa, a Ilha da Magia   Num passe de mágica, o céu clareia Feitiços rolam e eis que surgem as primeiras vassouras mágicas Vassouras essas que nos conduzirão à Ilha de Santa Catarina   INICIO   Chegamos enfim a Florianópolis e somos surpreendidos Um mar branco com detalhes vermelhos, sim vermelho Mar de felicidade, um rio de festividade vai passar O Sagrado e o profano bailam com cadência, num perfeito ritmo Esse mar tingido de branco embala a cidade Folguedos e barraquinhas dão o tom da felicidade Felicidade anualmente festejada desde 1994 Mas a tradição vem de muito tempo Séculos atrás: mais exatamente no século XVIII Passo a Passo eu vou Como uma multidão, feito uma procissão Sou feito de símbolos e rituais Momentos marcantes a ti e a mim Sou da lavação da...
Conheça o enredo do GRESV Rosa Vermelha para o Carnaval 2018

Conheça o enredo do GRESV Rosa Vermelha para o Carnaval 2018

ROSA VERMELHA ILÙBATÁ – SAMBA, RAIZ E RESISTÊNCIA ADUBAIYNI. As nuvens agigantavam-se no céu, os raios faiscavam por toda parte e os trovões estremeciam a todos os vivos ou mortos, o poderoso rei – a própria figura divina entre os mortais – bradava em seu palácio. O pilar teocrático do reino estava possesso de fúria e dor. Sua filha, a mais adorada, valente e guerreira fora vítima fatal das artimanhas daquelas que nunca se pode dizer o nome. Tomado por tamanho sentimento dilacerante o rei consulta ao seu babalaô por uma maneira de novamente ver sua amada filha, nem que seja uma única e última vez e instruído pelo velho sábio o rei cumpre todos os preceitos necessários às forças da vida, da morte e da morada dos ancestrais. Porém faltava o principal ensinamento – que foi passado apenas ao rei – fundamento misterioso para o despertar da força dos tambores. O tambor deixou de ser objeto e passa a ter vida, passa abrigar dentro de sua pele e madeira a energia que desperta o ancestral vivo dentro de cada ser e na natureza ou recluso nas mais infindáveis camadas da espiritualidade. Diante dos olhos do decano Alafim o encanto se manifesta, a força espiritual se faz presente e enchendo de alegria o coração do sôfrego pai a natureza se manifesta sob a forma de Adubaiyni, sua amada filha.   ALUJÁ. Xangô estava tão fascinado que ordena a instauração do culto aos ancestrais, tomou para si os segredos e mistérios do culto aos mortos e em vingança às velhas feiticeiras institui o culto apenas aos homens. Um culto que...