Império de Niterói fará uma crítica aos julgamentos no Carnaval Virtual 2024
out18

Império de Niterói fará uma crítica aos julgamentos no Carnaval Virtual 2024

O GRESV Império de Niterói irá abordar os julgamentos da humanidade em seu desfile no Carnaval Virtual 2024. De autoria de Thiago Cardoso, a escola irá disputar o Grupo de Acesso I com o enredo “Não Julgueis e Não Sereis Julgados”. Confira abaixo a sinopse da agremiação: NÃO JULGUEIS E NÃO SEREIS JULGADOS Não Somos Deus! Não somos Deus para julgar ou dizer o que é certo ou errado na vida do outro. Não podemos atirar a primeira pedra, sem antes rever se temos razão para tal. Temos sim, é procurar melhorar tudo o que nos for possível para termos algo de bom para ofertar. Uma oferta ruim, deformada de bons sentimentos, não alimenta e nem conforta o espirito do outro. É o mesmo que carregar o coração cheio de ódio, você fica tão transparente, que termina por afastar de si quem lhe tem amor para dar. Tivemos vários tipos de julgamentos. Desde Adão e Eva, que foram os primeiros a serem julgados, até os julgamentos atuais. Julgamos as pessoas pela aparência, pelo seu corpo, modo de se vestir, pela sua religião, opção política, pelo seu pensamento e até para vitória em uma disputa… E o que o julgamento trás em troca? Há julgamentos perversos, finalistas, intimistas, de gênero, de estética e até julgamentos que trazem felicidades para um e tristeza para o outro, que é o caso dos julgamentos competitivos, como o carnaval. Então: Não julgueis e não sereis julgados”, diz taxativamente Jesus. “Pois, vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes; e sereis medidos, com a mesma medida com que medirdes” (Mt 7, 1-2) SINOPSE No início, onde habitantes da terra que existiam era Adão e Eva, e eles estavam entre os filhos mais nobres do Pai Celestial. No mundo espiritual, Adão chamava se Miguel, o arcanjo. Ele foi escolhido pelo Pai Celestial para liderar juntos na batalha contra Satanás. Adão e Eva foram preponderados para se tornarem nossos primeiros pais. O senhor prometeu grandes bênçãos a Adão. “Coloquei-te à cabeça; uma multidão de nações procederá de ti e deles serás por príncipe eternamente”. Eva era a “mãe de todos os viventes”. Deus união Adão e Eva em casamento, pois não era bom que o homem estivesse só. Ela partilhou da responsabilidade de seu esposo e partilhará também das suas bençãos eternas. E em que momento Adão e Eva sofreram o primeiro julgamento? Quando Adão e Eva foram colocados no Jardim do Éden, ainda não eram mortais. Nesse estado, “não teriam tido filhos”. Não havia morte. Possuíam vida física porque seu espírito estava abrigado em um corpo físico feito do pó da terra. Possuíam vida espiritual porque estavam na...

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União da Gávea cantará ‘rosários pretos’ no Carnaval Virtual 2024
out18

União da Gávea cantará ‘rosários pretos’ no Carnaval Virtual 2024

O GRESV União da Gávea apresentou o enredo que irá disputar o Grupo de Acesso I do Carnaval Virtual. De autoria de Marcos Felipe Reis, a escola defenderá o enredo “Rosários Pretos”. Confira abaixo a sinopse divulgada pela agremiação: Rosários Pretos Justificativa: “Minha coroa do rosário, invoco a Santíssima Trindade Em nome do pai, do filho e do espírito santo Amém!” Reza feita pelo preto-velho Pai José de Moçambique ao final de seus trabalhos Para o carnaval virtual de 2024, a União da Gávea se debruça na história da festa de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, junto da irmandade de mesmo nome. A festa, que se originou no Nordeste pernambucano, se espalhou pelo Brasil e se fortaleceu no interior de Minas Gerais, se tornando patrimônio imaterial e agora torna-se palco de nosso desfile. Entendemos o papel importante das irmandades negras junto à manutenção não só da fé do povo escravizado, mas também como instrumento de luta racial do Brasil colônia. Sinopse: Eis-me aqui, Senhora! A União da Gávea busca suas bençãos para mais um desfile Eis-me aqui! Alçando voo pelas terras sacras E na origem de seus festejos populares Para mãezinha coroar. Sua aparição saída do mar Tornou-se então mãe dos escravizados E suas rosas em nosso caminho, fez brotar A proibição de escravizados de frequentarem a missa Fez com que surgissem as irmandades Em especial a de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos Que tinha como missão orar pelos seus. A igreja mais antiga do país é em devoção à Senhora do Rosário Para dar aos teus filhos dignidade e humanidade, Cuidar dos mais doentes, Lutar pela alforria e dar uma passagem digna a quem fosse… Em Pernambuco teve sua origem, em Salvador se instaurou Se transformou em referência em resistência pela Frente Negra E espalhou-se pelo Brasil, se consagrando em seu interior Foi na terra das Minas Gerais que se firmou. Erguendo igrejas com o barroco de mãos feridas Ladeavam as pedras pelas estradas Mesmo que por anos proibidos pela igreja católica E palco de disputa entre senhores e negros Forros ou escravizados, Os festejos do rosário resistiram com o tempo Ganhando apreços de seus fiéis Como Xica da Silva, que doava sempre para a irmandade dos pretos A fim de ver rezar seus irmãos de cor Era sagrado ou era profano? Era divino… “Salve o povo de N’goma!” O congado chama o povo para rezar Para ofertar 200 rosas à nossa Mãe Coroas de flores então se abrem Os tambores começam a ressoar As saias floridas colorem o horizonte Colares e terços de milagres enfeitam as guardas Para o grande festejo popular Mesas fartas para...

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30 anos do Império de Casa Verde é o enredo da Belas Artes para o Carnaval Virtual 2024
out18

30 anos do Império de Casa Verde é o enredo da Belas Artes para o Carnaval Virtual 2024

A ACCESV Belas Artes apresentou o enredo que levará para o seu desfile no Carnaval Virtual 2024. Disputando o Grupo de Acesso I, a escola abordará os 30 anos do da escola de samba Império de Casa Verde através do enredo “NOSSO DESTINO É SER TIGRE – 30 Anos de Império de Casa Verde”, de autoria de Igor Cesar Cine. Confira abaixo a sinopse divulgada pela agremiação: NOSSO DESTINO É SER TIGRE – 30 Anos de Império de Casa Verde Prólogo: A Fábula do Samba Nasce um novo imperador na selva de pedra (2003) Em 2003 na ‘terra da garoa’, pela cinza avenida da selva de pedra, um glorioso Gavião voava soberano com sua medalha de ouro no peito. Voavam também duas nobres águias, com seus pavilhões azul e branco, cortejando do céu todos que ali entravam. Em terra, um destemido leão vermelho e branco rugia ferozmente, querendo ser ele, o ‘rei’ desta selva. No ‘circuito das frutas’, toda mocidade que ali passava alegre, parava para cortejar e admirar o trevo de quatro folhas – com fama de boa-sorte – e a mais bela rosa que cintilava suas pétalas de ouro aos reflexos dos raios do amanhecer. Quase lhe arranca o caule o cavucar do tatu, que escavou e lutou para subir do ‘buraco de baixo’ ao solo elevado onde todos ali estavam. Nesta incrível fábula da folia, naquele ano, todos conheceram e escutaram o primeiro rugido do mais novo pequeno filhote do samba. Viria este também ser um grande imperador do carnaval, que não veio do Ipiranga, mas sim, da Casa Verde. Era ele um imponente Tigre, símbolo de proteção, boa sorte e fortuna. Ato I – A Ascensão do Império Tudo começou no final de 1993, quando alguns moradores e comerciantes da região, juntamente com alguns dissidentes da Unidos do Peruche, liderados por Daílson “Caçapa”, se reuniram para fundar uma nova escola no bairro. Nomearam como presidente de honra e patrono Francisco Plumari Júnior (o “Chico Ronda”), poderoso empresário e contraventor ligado a jogos de azar. Seria este o “Rei Midas” do samba? Em seu seu simples tocar neste sonho, transformou uma escola principiante em um grandioso império … Seu esplendoroso pavilhão, produzido pelo carnavalesco Raul Diniz, foi abençoado pelo trevo da sorte – Camisa Verde e Branco, sua madrinha, da mesma região que ela, Barra Funda. Logo em 1995, tremulou sua bandeira na avenida, consagrando-se de imediato campeã no grupo B da UESP, com o enredo “Trajes, Jeitos e Trejeitos”. Seguiram-se mais dois títulos e um vice-campeonato, que conferiram para a escola uma ascensão considerada “meteórica” no carnaval – uma seguida da outra. Chegando ao segundo grupo...

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Primeira Estação do Samba irá celebrar os 94 anos do Vai-Vai no Carnaval Virtual
out18

Primeira Estação do Samba irá celebrar os 94 anos do Vai-Vai no Carnaval Virtual

A Escola do Povo será enredo do GRESV Primeira Estação do Samba no Carnaval Virtual 2024. Disputando o Grupo de Acesso I, a verde e rosa irá apresentar o enredo “A Primeira Estação é tradição, o samba continua e canta, A escola do Povo”, de autoria de João Canavarros. Confira abaixo a sinopse divulgada pela agremiação: A Primeira Estação é tradição, o samba continua e canta à escola do Povo Sinopse Sentados a sombra de um Velho jequitibá, aos pés do morro onde as histórias ganham vida, o velho Griô, com a sapiência que vos habita, reúne-se com a patota e se recolhem para uma jornada pelo tempo. O velho sambista, com olhos marejados, cheios de vivências, prepara-se para desvelar os segredos da Escola de Samba Vai-Vai e as vielas mágicas do Bixiga.   Meus queridos, hoje vou levar vocês a um lugar onde o samba tem alma, tem fé nos grandes e o Bixiga é palco. Laroyê Exu! Agô! Estou entrando na sua casa, a Saracura, o Vai-Vai! Conhecem o Vai-Vai? Ah, moçada, ele é a essência pulsante do nosso samba, onde cada batida do tambor nos conta uma história. No coração do Bixiga, entre batuques para o Orixá, a reza para o santo no altar, o Vai-Vai encontrou seu lar. Nasceu entre as vielas, sob o céu de estrelas, com o samba a ecoar pelos becos, trazendo alegria e esperança aos corações. A comunidade, unida pelo ritmo contagiante, dos pés calejados das peladas no fim de domingo pelo Cai-Cai, das mãos de um grupo de negros e negras, esses da mesma cor que carregamos e honramos, viu nascer uma estrela que brilharia nos palcos do Carnaval. Com mestres sábios, passistas cheios de graça e mães que foram joias  do samba, o Vai-Vai desfilou pelas ruas estreitas, levando consigo a magia do samba, pois quem vive aborrecido distrai o bloco carnavalesco Vai-Vai. E o Bixiga, meus filhos, ah, o Bixiga! Um lugar onde a tradição e a modernidade se encontram, onde as ruas antigas guardam segredos e as cantinas acolhem os sonhos. Nas esquinas, o samba ressoa como um convite à celebração, e o Vai-Vai é o guardião dessa festa infinita. Assim, entre pandeiros e pandorgas, o Vai-Vai e o Bixiga dançam juntos, num eterno carnaval, pois escreveram e defenderam em todo caminho e encruzilhada, a luta pelos nossos irmãos açoitados, nunca negou a fé de seu povo, cantou reis, rainhas e imperatrizes, sem diferença.    O Vai-Vai fez a festa de um povo em sonho e fantasia, escreveu as linhas de um Brasil esquecido, exaltou sua origem, seus sabores, seus artistas, sua cultura, a música e o samba enfim venceu!...

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Franco da Rocha homenageará as comissões de frente no Carnaval Virtual 2024
out18

Franco da Rocha homenageará as comissões de frente no Carnaval Virtual 2024

A ESV Unidos de Franco da Rocha prestará uma homenagem às comissões de frente no Carnaval Virtual 2024. De autoria de Marcos Felipe Reis, a escola irá defender o enredo “Da Tradição ao Espetáculo: Abram Passagem para nossa Comissão de Frente passar” na disputa do Grupo de Acesso I. Confira abaixo a sinopse divulgada pela agremiação: Da Tradição ao Espetáculo: Abram Passagem para nossa Comissão de Frente passar Sinopse Abram Alas! Ou melhor, abram a passagem Passaremos com nossas cortes montadas a cavalo Ornados pelo luxo das grandes sociedades. Abram alas! Pois nossa escola quer passar! E o povo Vai Como Pode pela Vizinha} A tradição então rouba a cena na abertura dos cortejos Quem criou? Não sei! Só sei que meus baluartes querem passar E o povo então irá reverenciar… E um corre-corre toma conta das aberturas As chamadas comissões de frente dão o que falar Baluartes ternados, burrinhas ou musas? Se a primeira impressão que fica, ganha quem causar mais Ah, mas se abrem o desfile, por que não entrar logo no enredo? E teve de tudo: índios, astronautas, mercadores da gloriosa estrela Pouco a pouco, elementos começam a ter forma “Luz, câmera, ação!” São as coreografias ganhando o povão  O que importa agora é ser irreverente e ganhar logo no primeiro riso. As comissões ganham mais e mais espaço Coreógrafos entram em cena Abrindo as cortinas do Teatro Quem não se lembra dos escafandros Das gestantes pedindo direito e dos sapinhos do maestro? Era um sobe-e-desce, trepa-trepa de coreografias Que dividiam espaço com o luxo dos leques e das sombrinhas O requinte do balé dos pássaros e da pantera encantada Exaltam os grandes sambistas em Apoteose Onde vamos parar? Acrobacias em cena, é mágica na troca de roupa O homem levitou no monte sagrado, Perdendo a cabeça, pode enfim voar! A emoção de uma raça, de reescrever a história A arte recontando a vida, no teatro da emoção Na ponta dos pés, a mesa vira no palco da avenida. Agora o negócio é ir além Jogo de luzes, sair da pista e ir pra galera É espetáculo, é vibração, classe, mágica E a Franco da Rocha te convida a perguntar: Onde será que vamos...

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