Baixe gratuitamente os CDs Carnaval Virtual 2016!
jun27

Baixe gratuitamente os CDs Carnaval Virtual 2016!

O Carnaval Virtual tem o prazer de apresentar ao público os seus primeiros CDs, com os sambas-enredo dos Grupos Especial e de Acesso para o Carnaval 2016. Entre as estrelas que dão voz aos hinos das agremiações neste ano estão nomes consagrados das passarelas reais, como Edu Chagas (GRES Unidos do Santa Marta), Leandro Santos (GRES Acadêmicos do Sossego), Leonardo Bessa (GRES Acadêmicos do Salgueiro) , Victor Cunha (ex-GRES Império Serrano), Rogerinho (GRES Império da Tijuca), Nino Samba Show (GRES Império Ricardense), Thatiane Carvalho (GRES Estácio de Sá) e outros grandes intérpretes. O público pode ter acesso aos sambas do Grupo Especial e do Grupo de Acesso, clicando aqui e de forma gratuita. Todas as faixas foram produzidas no Estúdio Meier, no Rio de Janeiro, que já foi responsável pela produção do CD do Grupo de Acesso do Rio de Janeiro. Uma das particularidades do Carnaval Virtual é que intérpretes amadores se misturam aos intérpretes profissionais, encorajando novas pessoas a ingressarem na carreira ou simplesmente brincarem dentro de um estúdio de gravação. A experimentação pode ser vista no álbum do Grupo de Acesso. Os desfiles do Carnaval Virtual em 2016 serão realizados entre o fim de agosto e o início de setembro. A apresentação das escolas do Grupo de Acesso ocorre nos dias 26 e 27 de agosto, e o desfile do Grupo Especial, nos dias 2 e 3 de setembro. Acompanhe as novidades do Carnaval Virtual através de nossos perfis nas redes sociais e pelo nosso...

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GRESV Imperatriz Itaocarense lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016
abr18

GRESV Imperatriz Itaocarense lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016

FIGA, ARRUDA E GUINÉ, PROTEÇÃO E SORTE As ervas sempre foram utilizadas pelo homem, desde os tempos mais remotos, como fontes de cura e bem estar e foi a partir desta sabedoria popular que seu uso foi se expandindo, passando de pai para filho, atravessando gerações e despertando inclusive interesse científico, o que ampliou e expandiu ainda mais as suas diversas aplicações e efeitos medicinais. 1º SETOR – PROTEÇÃO QUE VEM DE LONGE Mas algumas plantas suplantam os efeitos terapêuticos e acabam ficando conhecidas, através da força da sabedoria e das crenças populares, pelos seus poderes energéticos de limpeza e proteção espiritual, cuja fama vai sendo passada de geração em geração. Mito, crendice, ou superstição para alguns, ou uma ajuda realmente eficaz, para outros, o fato é que, desde os tempos mais remotos, várias culturas agregam este simbolismo “mágico” a determinadas ervas e as utilizam largamente, até os dias atuais. Falaremos da Arruda, figa e da Guiné, plantas e do amuleto que vem através dos anos protegendo e servindo a civilização, sorte para quem tem e quem procuram, vamos de forma alegórica contar os benefícios e a trajetória dessas erva e também mostraremos a proteção que a figa de Guiné pode exercer em nossas vidas espantando o mal olhado e as ervas liberando o negativo e atraindo o positivo através de nossas vibrações. Uma crença popular de raiz africana, remontando aos tempos coloniais, dita que os homens usem um pequeno galho de folhas por cima de uma orelha, ou que um galho das mesmas seja mantido no ambiente, para espantar maus espíritos. 2º SETOR – NOSSA PROTEÇÃO É ai que entra a nossa historia Voando nas asas da Fênix levaremos no bico nossas ervas e nas garras uma fica de guiné, munidos de proteção iniciaremos nossa viagem em busca do desfile perfeito, tomados de energias positivas iremos para a batalha contra a inveja e o mal olhado. Arruda e Guiné Evita o olho gordo dos invejosos além de afastar os maus olhados. Um galhinho de arruda atrás da orelha, ou um pé de arruda plantado em um vaso, colocado à entrada da casa, garantem que apenas energias positivas entrem em sua vida! Desde a antiga Grécia, era usada para afastar doenças contagiosas. Os escravos africanos usavam-na contra mau-olhado. A igreja, no início da era cristã, fazia raminhos de arruda para espargir água-benta nos fiéis. Na antiga Roma a arruda (ou alguma das espécies do gênero Ruta) era usada como tempero para carnes. Esta citada na Bíblia e era cultivada na Palestina. É considerada a erva sagrada da Lituânia. Na idade média, seus ramos eram utilizados como proteção contra as...

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GRESV Império do Rio Belo lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016
abr18

GRESV Império do Rio Belo lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016

Nem mesmo grandes nomes do mundo artístico têm sua criatividade aflorada sempre. E aconteceu também com Cândido Portinari, que em seu estúdio de pintura não sabia o que iria retratar. Queria algo que aspirasse brasilidade, essência. Colocou as tintas em sua frente, brincou com os pincéis esperando que alguma idéia o visitasse. Olhou pela janela e viu um grande cafezal e começou a mergulhar em suas memórias… “Vim da terra vermelha e do cafezal As almas penadas, os brejos e as matas virgens Acompanham-me como o espantalho, Que é o meu autorretrato Todas as coisas frágeis e pobres Se parecem comigo” Com os olhos refletindo o cafezal, Portinari decide imortalizar em uma tela a história do povo que cultivou, plantou e colheu o café. Assim, emoldurado na tela da história do Brasil e imortalizado nos traços de Portinari, o Império do Rio Belo apresenta: “No ar, o aroma de café. Na tela, o retrato de um povo!” Ao iniciar o desenho, o pintor lembrou-se daqueles primeiros que embarcaram na rota do café e que foram trazidos por navios negreiros vindos de vários países da África, iniciando assim o cultivo e nossa história. Ah, o café! Desbravou terras por esse Brasil e se enraizou mais fortemente no Rio de Janeiro e em São Paulo abrigando o luxo, a riqueza e os mimos imperiais cujos barões do café se enriqueciam nas custas do Império do café que se instaurara. Aquarelando por entre os ramos o artista foi além, avançando nos trilhos do trem que seguiu a todo vapor rumo à república, em Minas Gerais, firmando o companheirismo que governou nosso país e até hoje está presente na mesa do brasileiro – Café com leite. A industrialização já dava sinais de que iria florescer ocasionada pelo grande valor de mercado que passou a ter o grão. Pedindo espaço por entre a imensidão verde, Portinari vê os trabalhadores que se aproximam. Um povo de fibra, sempre firme no trabalho diário: gente que derrama seu suor em sua lida diária, pés descalços, mãos repletas de calos, fisionomia cansada. Já ficaram à sombra de feitores que lhes vigiam e maltratam, humilhando-os dia a dia. Na senzala, as mazelas eram choradas, onde feitores e capitães do mato eram praguejados e lamentos eram ignorados. Fora dela, a Abolição da Escravatura, assinada pela Princesa Isabel, só fez com que o café mudasse de mão. Filho de imigrantes seduzidos por propagandas ilusórias de terras e emprego, Portinari retratou não só estrangeiros, mas também retirantes nordestinos que também auxiliaram na formação de vilarejos, cidades e na miscigenação. O café não ajudou só na política ou na miscigenação não. Cai à...

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GRESV Imperiais de Madureira lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016
abr18

GRESV Imperiais de Madureira lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016

Alice no País onde nem tudo é uma maravilha Abertura – ”Acorda Alice” Deitada eternamente em berço esplêndido lá estava a nossa protagonista adormecida, até que o canto de uma triunfal águia azul se fez ouvir e Alice enfim desperta. Confusa, perturbada, a pequena garota não sabe se está saindo de um sonho ou se está entrando em outro… Ao seu redor um minúsculo quarto sombrio, habitado por relógios que pairam no ar fazendo o tempo voar e uma única porta revela a saída desse pequeno cômodo. Setor 1 – ”O jardim das maravilhas” ”Toda saída ao mesmo tempo é uma entrada”, outra frase jamais descreveria tal momento… Alice atravessou a porta de saída, e encontrou um novo mundo. Um novo mundo em que seus risonhos lindos campos tem mais flores, onde os bosques tem mais vida. A vida se perde entre verdes matas, cachoeiras e cascatas. Um imenso jardim das maravilhas onde os seres convivem em perfeita harmonia e as flores dançam sem parar… Um verdadeiro paraíso, até que se prove o contrário. Setor 2 – ”Onde nem tudo é uma maravilha” O contrário estava por ser provado. Miséria, tristeza, um clima cinza no ar, doenças e tudo o que o outro lado desse ”Novo mundo” não tinha, ou escondia… Seria capaz o povo daquele paraíso esquecer de tal forma dos seus irmãos de pátria? Ou preferiam simplesmente dar as costas e ignorá-los? Neste lugar habitam todas as aberrações e problemas que o paraíso esconde e diz ”não existir”. Setor 3 – ”Peões no jogo da vida” Nessa vila, como em um jogo de xadrez, peças são movimentadas de acordo com o interesse de quem lhe comanda. Como em um jogo de xadrez, os peões mais fracos são os primeiros a conhecer o prejuízo do jogo de interesse. Uma população exótica que sob efeito dos seus comandantes, se corrompeu. Setor 4 – ”Nos domínios da rainha” O que teriam em comum essa população tão diferente? Todos temem a poderosa rainha vermelha. Tirana, fria e cruel, dá as cartas e ordens nesse jogo e faz valer aquela frase: ”Em terra de rainha, quem contraria se decapita”. Protegida pela corte e seus guardas, manda e desmanda e que proteja a cabeça aquele que cruzar o seu caminho. Setor 5 – ”O dia de glória” A águia que colore o céu de azul e verde esperança, crê assim como Alice e toda a população que haverá o dia em que a maldade cessará, a corte será deposta e chegará a vez da rainha vermelha tirana perder a sua cabeça, o que foi tomado do povo será devolvido e enfim tempos de...

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GRESV Império da Fênix lança enredo para o Carnaval 2016
mar21

GRESV Império da Fênix lança enredo para o Carnaval 2016

 “Memórias de um velho rio doce” Oh Meu rio doce… Suas águas que se encontram com o mar, Que me dão o meu alimento de cada dia. Brincar em sua margem e logo depois dormir ao som da intensa floresta e ao fundo a correnteza que se quebra sobre rochedos . Em um dia que o céu não era mais o mesmo e que a mata se encontrava triste e solitária ainda tenho guardado na memória  eu e meu bando fomos ao encontro do rio doce ,chegando lá nos deparamos com invasores que eram homens e mulheres brancos com vestis. Eles estavam em pequenas embarcações pintadas, fomos caminhando silenciosamente pelas matas sem rumo os seguindo e chamando outras tribos que pertenciam aquele território a beira, os  Crenaques e Botocudos . A ameaça aportou  em nossa terra com crueldade ,destruindo nossas arvores, esmagando nossas plantas e no meio de imensas grutas, eles acharam Pedras, Ouro e começaram a rouba-las. Enfurecida as tribos surgiram e os atacaram   com metais afiados, machucando muitos indios e brancos  por ali. A Terra manchada com sangue que escorria até o rio marcava  a ambição do homem . Depois de noites se recuperando , Os invasores surgem novamente, muitos de nós  fugiram outros ficaram para lutar. Nossa tribo foi destruida por eles os tornando mais  fortes e nos deixando  isolados. Com o passar do tempo,  destruiram nossas plantações de cana de açucar, de café cortaram nossas arvores e  formavam montanhas com pedaços de madeiras retiradas dali. Fizeram grandes maquinas retirando as riquezas construindo grandes Vilas e Ranchos, ocupando as aréas de cultivo até as margens nomeando de Ouro preto, Mariana e Piranga. Novos  homens e mulheres foram morando naquelas construções feitas de barro seco com pedaços quadrados brilhantes .Continuaram invadindo nossas areas e nos dominando ,tiravam nossos costumes ,Artesanatos, Pinturas em pedras, molduras entre outros costumes e muitas noites foram perdidas pelo sentimento do medo. Quando fui raptada por eles Eu implorei pra pararem de maltratar a natureza. A Nossa mãe iria ficar furiosa e um dia se cansaria e iria desvastar tudo que tinha a frente ,eles não acreditaram em mim .Depois de tardes presa em um local que só conseguia ver reflexos do sol eu consegui fugir dali. Os  poucos animais que  restaram ,por nós eram preservados. Nossa pesca era sagrada sobre aquelas águas , O sol que iluminava nossos céus ao final da tarde sempre se escondia entre as imensas montanhas. Eles faziam festejos nas ruas Com vestis coloridas e brilhantes ,pulando e cantando e atribuindo seus costumes aquela terra que não era mais a mesma que nossos antepassados viveram . Depois de...

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