{"id":32546,"date":"2022-05-13T17:00:04","date_gmt":"2022-05-13T20:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/?p=32546"},"modified":"2022-05-13T18:07:44","modified_gmt":"2022-05-13T21:07:44","slug":"arautos-do-cerrado-descortina-um-cenario-de-maravilhas-no-carnaval-virtual-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/arautos-do-cerrado-descortina-um-cenario-de-maravilhas-no-carnaval-virtual-2022\/","title":{"rendered":"Arautos do Cerrado descortina um cen\u00e1rio de maravilhas no Carnaval Virtual 2022"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_13814\" aria-describedby=\"caption-attachment-13814\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Arautos-1.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-13814\" src=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Arautos-1-300x206.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"206\" srcset=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Arautos-1-300x206.jpeg 300w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Arautos-1-768x528.jpeg 768w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Arautos-1-1024x704.jpeg 1024w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Arautos-1.jpeg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-13814\" class=\"wp-caption-text\">Pavilh\u00e3o oficial da agremia\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Fazendo a sua estreia no Grupo Especial do Carnaval Virtual, o GRESV Arautos do Cerrado divulgou o enredo que levar\u00e1 para a avenida em 2022.<\/p>\n<p>A azul e branca de Ceres\/GO ir\u00e1 apresentar o enredo <em>&#8220;Arautos Descortina um Cen\u00e1rio de Maravilhas&#8221;<\/em>, de autoria de Danilo Guerra Couto e sinopse assinada por F\u00e1bio Granville.<\/p>\n<p>Confira abaixo a sinopse do enredo e o regulamento do concurso de samba-enredo da escola:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>ARAUTOS DESCORTINA UM CEN\u00c1RIO DE MARAVILHAS <\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>\u201cA decora\u00e7\u00e3o deveria ganhar um duplo status, exercer um papel meton\u00edmico da festa, anunciando-a, e ao mesmo tempo, ser uma met\u00e1fora para um mundo carnavalizado sobreposto \u00e0 paisagem urbana do cotidiano\u201d<br \/>\n(Helenise Guimar\u00e3es)<\/em><\/p>\n<p><em>E o Bar\u00e3o se foi\u2026e outras hist\u00f3rias vieram. <\/em><br \/>\n<em>A Avenida Central, rec\u00e9m inaugurada, virou, em homenagem, Avenida Rio Branco e, a partir dela, se foi tentando fazer do Rio uma b\u00e9lle \u00e9poque \u2013 \u201ca moda do franc\u00eas ganhou fregu\u00eas na fidalguia\u201d. As reformas de Pereira Passos demarcaram novos territ\u00f3rios culturais, tentando-se construir uma nova cidade \u2013 \u201cPintei meu Rio com retrato de Paris\u201d!<\/em><\/p>\n<p><em>E o Teatro Municipal, rec\u00e9m constru\u00eddo no entorno deste Centro pensado para as elites, virou um polo de concentra\u00e7\u00f5es carnavalescas que passaram a ser vistas como atra\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas.<\/em><\/p>\n<p><em>Mas, \u201cEnquanto a Avenida Rio Branco abrigava a classe m\u00e9dia e as elites, \u00e0 Pra\u00e7a Onze dirigiam-se cord\u00f5es, blocos e ranchos carnavalescos, reunindo milhares de foli\u00f5es que se divertiam em grupo ou isoladamente\u201d. <\/em><\/p>\n<p><em>Este local resistiu ao modelo importado de europeiza\u00e7\u00e3o e foi principal respons\u00e1vel por defender o carnaval como express\u00e3o genu\u00edna da identidade carioca. E foi no quintal das tias baianas desta pequena \u00c1frica resistente que o samba das escolas de samba nasceu, e resiste at\u00e9 hoje.<\/em><\/p>\n<p><em>Mas o carnaval \u00e9 uma festa popular, genuinamente brasileira e modernista por conta dessa mistura, algo essencial da nossa festan\u00e7a. E essa mistura se faz no lugar mais democr\u00e1tico que n\u00f3s temos: a rua.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Arautos abre a cortina<br \/>\nFaz o sonho virar rotina<br \/>\nPelas ruas da cidade<br \/>\nJoga confete e serpentina<br \/>\nOnde o povo feliz se aglutina<br \/>\nCheios de felicidade<br \/>\nOs corsos, as grandes sociedades<br \/>\nV\u00eam ditar o bailado<br \/>\nDe um povo fantasiado<br \/>\nEnergizado pela alegria<br \/>\n\u00c9 carnaval<br \/>\nSejam todos bem vindos!<br \/>\nO que antes existia<br \/>\nJ\u00e1 n\u00e3o faz mais sentido<br \/>\nFoi criado um multiverso<br \/>\nUm mundo invertido<\/em><\/p>\n<p><em>Neste mundo \u00e0s avessas que \u00e9 esta festa, pelas ruas que o povo se encontra, independentemente se frequentam o baile glamoroso do Municipal, do requinte dos desfiles das grandes sociedades, ou as rodas de samba da Pedra do Sal.<\/em><\/p>\n<p><em>O luxo das grandiosas fantasias, Pierr\u00f4s, Colombinas e Arlequins, misturavam-se a novos modelos que contribu\u00edram para esta mistura se abrasileirar. Baianas, malandros, \u00edndios, mulatas tamb\u00e9m come\u00e7aram a fazer parte do itiner\u00e1rio carnavalesco carioca.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cO carnaval pode ser visto como uma pe\u00e7a imensa, em que as principais ruas e pra\u00e7as se convertiam em palcos, a cidade se tornava um teatro sem paredes e os habitantes eram os atores e os espectadores\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Sintam este deleite<br \/>\nCom as ruas cheias de enfeites<br \/>\nComo um baile do Municipal,<br \/>\nComo os clubes, como as casas<br \/>\nA rua aceita todo mundo<br \/>\nEm estado de gra\u00e7a\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>E o ornamento destacado<br \/>\nDeixa-a mais bonita para o povo se divertir<br \/>\nO espa\u00e7o se delimita para nos dizer:<br \/>\n\u201cSim, \u00e9 aqui!<br \/>\nVenha c\u00e1 brincar!<br \/>\nVamos desfilar e nos divertir\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>Era preciso, ent\u00e3o, delimitar o espa\u00e7o p\u00fablico festivo, sinalizar os trajetos da festa, enfeitar, ornamentar e decorar. Era o carnaval descortinando esse cen\u00e1rio de maravilhas, fazendo desses lugares um lugar din\u00e2mico e em constante movimento.<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_32547\" aria-describedby=\"caption-attachment-32547\" style=\"width: 214px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Logo-Enredo-Arautos-do-Cerrado-2022.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-32547\" src=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Logo-Enredo-Arautos-do-Cerrado-2022-214x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"214\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Logo-Enredo-Arautos-do-Cerrado-2022-214x300.jpeg 214w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Logo-Enredo-Arautos-do-Cerrado-2022-768x1076.jpeg 768w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Logo-Enredo-Arautos-do-Cerrado-2022-731x1024.jpeg 731w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Logo-Enredo-Arautos-do-Cerrado-2022.jpeg 1142w\" sizes=\"auto, (max-width: 214px) 100vw, 214px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-32547\" class=\"wp-caption-text\">Logo oficial do enredo<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>E assim a festa foi crescendo, transformando, descentralizando e cada vez mais se fortalecendo como uma identidade do carioca. A festa sai \u201cdo per\u00edmetro central da cidade para encontr\u00e1-la ornamentada nos coretos dos sub\u00farbios, nas casas e nos bondes\u201d. As decora\u00e7\u00f5es festivas tomam conta da cidade inteira e os coretos, uma simb\u00f3lica casa carnavalizada num espa\u00e7o p\u00fablico, indicam esse carnaval onde tudo \u00e9 \u00e0s avessas, ou seja, a rua \u00e9 uma extens\u00e3o da sua casa e como tal, precisa ser decorada para a rua ser um lar onde as pessoas queiram estar.<\/em><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cE \u00e9 neste contexto que o carnaval se estabelece como porta-voz da identidade nacional\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>Neste sentido, o carnaval n\u00e3o mais era aquela festa de balb\u00fardia e desordem, como eram os entrudos (e como alguns, erroneamente, ainda pensam ser ainda hoje). O carnaval se tornou um patrim\u00f4nio da cidade e foi oficializado como tal, principalmente com o advento do primeiro desfile das escolas de samba na Pra\u00e7a XI. Isto fez com que se estimulasse nos cortejos a utiliza\u00e7\u00e3o de temas nacionais para as decora\u00e7\u00f5es de rua, criando um ambiente para uma competi\u00e7\u00e3o produtiva entre algumas sociedades art\u00edsticas e os alunos da Escola Nacional de Belas Artes, proporcionando ao carnaval se aproximar do escol de artistas e estudiosos dessa arte modernista e nacionalista, permitindo a festa al\u00e7ar outro patamar, tanto nas decora\u00e7\u00f5es de rua como as ornamenta\u00e7\u00f5es pensadas para os bailes de gala, transformando estes espa\u00e7os, com o conceito de cenografia teatral, em uma realidade paradis\u00edaca e exuberante.<\/em><\/p>\n<p><em>Se o carnaval \u00e9 esse \u201cmundo \u00e0s avessas\u201d, com as interven\u00e7\u00f5es desses artistas acad\u00eamicos, tamb\u00e9m virou um espa\u00e7o on\u00edrico por conta da sua ambienta\u00e7\u00e3o e n\u00e3o mais apenas por conta da liberdade e de uma felicidade comezinha, envolvendo os participantes com outros elementos da festa al\u00e9m da m\u00fasica, da dan\u00e7a e da alegria.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Na Presidente Vargas a elite<br \/>\nNa Pra\u00e7a Onze, vem das \u201ctias\u201d, o convite<br \/>\nBaianas pela avenida<br \/>\nMalandros e mulatas<br \/>\nMisturam-se pelas esquinas<br \/>\nCom Pierr\u00f4s, Arlequins e Colombinas<br \/>\nT\u00e1 feita a diversidade<br \/>\nS\u00e3o as escolas de samba<br \/>\nExaltando nossa nacionalidade\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>A Semana da Arte Moderna<br \/>\nPelas ruas se manifesta<br \/>\nSe populariza com a festa<br \/>\nO folclore, a africanidade<br \/>\nExplodem por ruas e avenidas<br \/>\nE pelos coretos da cidade<br \/>\nDeixam a localidade mais atrativa<br \/>\nNeste multiverso criado<br \/>\nPara os quatro dias de folia<\/em><\/p>\n<p><em>E assim o carnaval entra num circuito de uma ind\u00fastria cultural, tornando-se ao mundo a maior vitrine do Modernismo proposto na semana de Arte Moderna de 1922, proporcionando ao artista o movimento antropof\u00e1gico de hibrida\u00e7\u00e3o de diversas t\u00e9cnicas art\u00edsticas &#8211; \u201cresgataram para nossa cultura a beleza do folclore e a riqueza do barroco nacional\u201d. <\/em><\/p>\n<p><em>Com a crescente valoriza\u00e7\u00e3o das escolas de Samba, com a colabora\u00e7\u00e3o expl\u00edcita da turma da Escola Nacional de Belas Artes, misturando o popular com o erudito, os desfiles migraram da Pra\u00e7a XI para a Presidente Vargas, fazendo com que essas ornamenta\u00e7\u00f5es se tornassem mais opulentas, direcionando-as a um tema espec\u00edfico, sempre inspirados nos modernistas. E \u00e9 pelo olhar dos artistas da EBA, principalmente na figura de Fernando Pamplona, um personagem que j\u00e1 se fazia m\u00edtico no carnaval, que vemos uma \u201crevolu\u00e7\u00e3o est\u00e9tica\u201d desabrochar.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>A Escola de Belas Artes<br \/>\nDesta engrenagem faz parte<br \/>\nE foi grande diferencial<br \/>\nPara esta festa especial,<br \/>\nQue pelas ruas ocorre,<br \/>\nSe tornar imortal<br \/>\nPois em nossos sonhos,<br \/>\nEla nunca morre\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Ent\u00e3o antes de retornarmos<br \/>\nAo caos do tr\u00e2nsito, \u00e0 toda zona<br \/>\nRendamos gra\u00e7a ao mestre<br \/>\nFernando Pamplona<br \/>\nPor toda mudan\u00e7a<br \/>\nNessa nossa festan\u00e7a<br \/>\nFazendo o verdadeiro Brasil<br \/>\nvir \u00e0 tona\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>J\u00e1 nas \u201cbatalhas\u201d, nos concursos que participava e perdia, via-se uma preocupa\u00e7\u00e3o do \u201cmestre\u201d de tratar de temas do folclore afro-brasileiro, fugindo das decora\u00e7\u00f5es com motivos que nada remetiam \u00e0 nossa brasilidade, criando um conceito de que as ornamenta\u00e7\u00f5es n\u00e3o deveriam servir apenas de cen\u00e1rio, mas que deveriam decorar o lugar sem que este lugar perca a sua ess\u00eancia. Por\u00e9m, mesmo nos concursos para os bailes de Gala, Pamplona e tamb\u00e9m o genial Arlindo Rodrigues faziam quest\u00e3o de impor elementos do folclore afro-brasileiro e n\u00e3o mais importar temas que nada faziam sentido \u00e0 nossa cultura.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cNada nos ocorreu mais brasileiro do que o maracatu, o frevo, o reisado, o bumba-meu-boi, o candombl\u00e9, o c\u00f4co. N\u00e3o nos ocorreram figuras mais nossas do que o Saci, a Cobra-Coral, a Matinta Pereira, a Yara, os Guerreiros, os Reis e os orix\u00e1s\u2026seriam motivo de atra\u00e7\u00e3o leg\u00edtima para o turista que ousasse nos visitar no carnaval\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>Lecionando na Escola Nacional de Belas Artes, estimulou tais batalhas art\u00edsticas carnavalescas entre seus alunos, formando outros artistas do carnaval como seus parceiros Arlindo Rodrigues, Maria Augusta, Rosa Magalh\u00e3es, L\u00edcia Lacerda e tantos outros que este \u201cprofessor\u201d, o \u201chomem que mudou o carnaval\u201d formou, fazendo-os ter uma vis\u00e3o carinhosa e especial do carnaval carioca, nas decora\u00e7\u00f5es e mais tarde, nos desfiles das escolas de Samba que eles tamb\u00e9m transformaram com seus talentos e criatividade.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Mas sempre tudo volta ao \u201cnormal\u201d<br \/>\nDa festa se faz o descarte<br \/>\nE se espera por outro carnaval<\/em><\/p>\n<p><em>Nossa festa carnavalesca tem essa caracter\u00edstica de ser uma arte ef\u00eamera, mas que se renova ao longo dos anos, por\u00e9m, inexor\u00e1vel no cora\u00e7\u00e3o de todos as pessoas que vivenciam esse mundo \u00e0s avessas. Por mais que ele termine e tudo que se produziu, de alguma maneira, vai para o lixo, o teor da festa, o sentido de se fazer carnaval permanecem no cora\u00e7\u00e3o de todos e \u00e9 guardado com todo carinho dentro de cada um de n\u00f3s. E nossa escola, que j\u00e1 cantou os folguedos e preza por nossas festas populares, exalta as decora\u00e7\u00f5es de carnavais para que elas nunca fiquem perdidas no tempo e sejam n\u00e3o s\u00f3 lembradas, mas vivenciadas novamente.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Condecora\u00e7\u00f5es<br \/>\n\u00c0s decora\u00e7\u00f5es<br \/>\nDe todos cora\u00e7\u00f5es!<\/em><\/p>\n<p><em>Influenciada por esse espet\u00e1culo a c\u00e9u aberto, neste ano especial, a Arautos desfilando \u201cdebaixo\u201d dessa nuvem virtual, faz o cora\u00e7\u00e3o de cada componente fervilhar ao descortinar este cen\u00e1rio de maravilhas neste mundo invertido, um multiverso chamado carnaval.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>GUIMAR\u00c3ES, Helenise. A batalha das ornamenta\u00e7\u00f5es. A Escola de Belas Artes e o Carnaval Carioca. Rio de Janeiro: Rio Book\u2019s, 2015.<\/em><\/p>\n<p><em>SANTOS, Fabio Ant\u00f4nio Vieira dos. Tem, mas acabou: um estudo da decora\u00e7\u00e3o carnavalesca do samb\u00f3dromo. Rio de Janeiro, 2017.<\/em><\/p>\n<p><em>G.R.E.S. Acad\u00eamicos do Salgueiro, 1991. Me masso se n\u00e3o passo pela Rua do Ouvidor. Autores do samba-enredo: Sereno, Luiz Fernando e Diogo.<\/em><\/p>\n<p><em>G.R.E.S. Est\u00e1cio de S\u00e1, 1992. Paulic\u00e9ia desvairada, 70 anos de modernismo no Brasil. Autores do samba-enredo: Djalma Branco, D\u00e9o, Maneco e Caruso.<\/em><\/p>\n<p><em>Samba-enredo G.R.E.S Uni\u00e3o da Ilha do Governador, 1997. Cidade maravilhosa, o sonho de Pereira Passos. Autores do samba-enredo: Buj\u00e3o, Carlinhos Fuzil e Wanderlei Novidade<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Regulamento simplificado para o concurso de samba-enredo<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>O samba dever\u00e1 ser composto conforme o conte\u00fado da sinopse disponibilizada e dever\u00e1 ser in\u00e9dito, tanto no que se refere \u00e0 letra quanto \u00e0 melodia; <\/em><\/p>\n<p><em>Poder\u00e3o concorrer sambas compostos por um ou mais compositores;<\/em><\/p>\n<p><em>Os sambas enviados dever\u00e3o conter a letra e o \u00e1udio, al\u00e9m de constar nome do(s) compositor(es);<\/em><\/p>\n<p><em>Os sambas dever\u00e3o ser enviados para o WhatsApp do F\u00e1bio (membro da comiss\u00e3o de carnaval da escola): (13) 99101-2696<\/em><\/p>\n<p><em>Os sambas dever\u00e3o ser enviados at\u00e9 as 23h59m59s do dia 01\/06\/2022;<\/em><\/p>\n<p><em>A escolha do samba ocorrer\u00e1 no dia 02\/06\/2022;<\/em><\/p>\n<p><em>Poder\u00e1 haver a jun\u00e7\u00e3o de sambas (2 ou mais) caso a comiss\u00e3o julgadora ache pertinente;<\/em><\/p>\n<p><em>A comiss\u00e3o julgadora poder\u00e1 solicitar modifica\u00e7\u00f5es pontuais na letra do samba-enredo escolhido;<\/em><\/p>\n<p><em>Os casos omissos ser\u00e3o resolvidos pela presid\u00eancia da escola;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fazendo a sua estreia no Grupo Especial do Carnaval Virtual, o GRESV Arautos do Cerrado divulgou o enredo que levar\u00e1 para a avenida em 2022. A azul e branca de Ceres\/GO ir\u00e1 apresentar o enredo &#8220;Arautos Descortina um Cen\u00e1rio de Maravilhas&#8221;, de autoria de Danilo Guerra Couto e sinopse assinada por F\u00e1bio Granville. 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