{"id":39331,"date":"2023-05-15T17:00:42","date_gmt":"2023-05-15T20:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/?p=39331"},"modified":"2023-05-10T22:36:53","modified_gmt":"2023-05-11T01:36:53","slug":"convencao-das-bruxas-e-o-enredo-da-pau-no-burro-para-o-carnaval-virtual-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/convencao-das-bruxas-e-o-enredo-da-pau-no-burro-para-o-carnaval-virtual-2023\/","title":{"rendered":"Conven\u00e7\u00e3o das Bruxas \u00e9 o enredo da Pau no Burro para o Carnaval Virtual 2023"},"content":{"rendered":"<p>Vice-campe\u00e3 do Grupo de Acesso II no carnaval passado, o GRESV Pau no Burro apresentou o enredo que ir\u00e1 marcar o seu retorno do Grupo de Acesso I do Carnaval Virtual 2023.<\/p>\n<figure id=\"attachment_475492\" aria-describedby=\"caption-attachment-475492\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-475492\" src=\"https:\/\/www.srzd.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/PAU-NO-BURRO-2-300x206.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"206\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-475492\" class=\"wp-caption-text\">Pavilh\u00e3o oficial da agremia\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>De autoria do carnavalesco Jorge J\u00fanior, a azul e rosa de Barra do Pira\u00ed\/RJ defender\u00e1 o enredo <em>&#8220;Conven\u00e7\u00e3o das Bruxas&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Confira abaixo a sinopse do enredo divulgada pela agremia\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&#8220;Conven\u00e7\u00e3o das Bruxas&#8221;<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>APRESENTA\u00c7\u00c3O DO ENREDO<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Bruxa, feiticeira, mandingueira, adivinha, vidente, maga, m\u00e1gica, pitonisa, s\u00e1bia, sacerdotisa, xam\u00e3, m\u00e9dium s\u00e3o alguns dos termos associados \u00e0s mulheres que manifestavam e manifestam algum conhecimento sobre adivinha\u00e7\u00f5es, benzeduras, curas atrav\u00e9s das ervas, partos e ora\u00e7\u00f5es, cultuando um mundo m\u00edstico, invis\u00edvel, m\u00e1gico, misterioso sobre o qual o conhecimento cient\u00edfico e at\u00e9 racional tem muito pouco a comprovar. Para que possamos entender as transforma\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas pelas quais as representa\u00e7\u00f5es da imagem da \u201cbruxa\u201d passou, se faz necess\u00e1rio mirar em um passado bem long\u00ednquo em que o feminino era visto como for\u00e7a fundamental para a sobreviv\u00eancia na terra.<\/em><\/p>\n<p><em>Hoje ainda vistas como s\u00edmbolo de maldade e representadas por imagens horripilantes, essas mulheres j\u00e1 foram consideradas guardi\u00e3s da vida e da morte, com papel crucial em comunidades camponesas europeias da Idade M\u00e9dia. Mas tamb\u00e9m condenadas ao fogo, por irem contra aos ensinamentos e doutrinas da igreja, queimadas at\u00e9 a morte por causa de suas pr\u00e1ticas e ignor\u00e2ncia de muitos.<\/em><\/p>\n<p><em>Mas a realidade \u00e9 que elas existem, vivem entre n\u00f3s, na figura de todos aqueles que manipulam magia, manuseiam os elementos da terra, curam, constroem, educam, edificam.<\/em><\/p>\n<p><em>A Pau no Burro te convida a adentrar nesse \u201ccaldeir\u00e3o\u201d m\u00edstico e popular para aprender a criar a \u201cpo\u00e7\u00e3o\u201d certa para evidenciar a mulher, que vai a luta em defesa dos seus, da natureza, da magia em uma verdadeira CONVEN\u00c7\u00c3O DAS BRUXAS.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>SINOPSE DO ENREDO<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Bruxa? Deus me livre&#8230; Cruz credo! Sai pra l\u00e1&#8230; Que imagem vem \u00e0 sua mente quando voc\u00ea l\u00ea essa palavra? Ser\u00e1 essa a sua rea\u00e7\u00e3o? N\u00e3o \u00e9 raro imaginarmos a bruxa como uma mulher bem velha, dotada de um grande nariz cheio de verrugas, trajando roupas sujas, surradas e sombrias e um chap\u00e9u pontudo, ao lado de seu insepar\u00e1vel gato preto e seu caldeir\u00e3o e, inevitavelmente, ligada \u00e0 maldade. Mas, afinal, de onde vem essa peculiar figura imagin\u00e1ria? Ser\u00e1 que toda bruxa se assemelha ao que voc\u00ea pensa? Talvez voc\u00ea se surpreenda em saber que as bruxas existem, sim, no mundo real. Mas elas n\u00e3o eram exatamente como imaginamos e descrevemos.<\/em><\/p>\n<p><em>No nosso imagin\u00e1rio, elas s\u00e3o como as bruxas dos contos de fada, como em \u2018Jo\u00e3o e Maria\u2019, ou como conhecemos por meio do cinema ou televis\u00e3o, com uma variedade gigante, com fei\u00e7\u00f5es caricatas e grotescas, ou com caracter\u00edsticas bem distantes do padr\u00e3o de beleza impresso nas ditas princesas, trazendo a tona um senso de \u201cfeiura\u201d. Dentre essas caracter\u00edsticas atribu\u00eddas ao feio, temos a velhice da bruxa, como a da hist\u00f3ria da Branca de Neve ou outros cl\u00e1ssicos infantis, a pele de cor diferenciada como a Bruxa M\u00e1 do Oeste, de \u2018O m\u00e1gico de Oz\u2019, ou o excesso de peso da vil\u00e3 \u00darsula, da Disney, entre outras ou at\u00e9 mesmo hipersensualizada com \u2018Elvira, a rainha das trevas\u2019, talvez para atender aos anseios do masculino, ou seja, sempre vista de forma negativa, estereotipada. E isso permeou o nosso imagin\u00e1rio, desde a inf\u00e2ncia e ainda perdura at\u00e9 os dias atuais, onde muitos acham e tem as bruxas como seres malignos das trevas. Por\u00e9m a realidade n\u00e3o \u00e9 fant\u00e1stica assim.<\/em><\/p>\n<p><em>Pesquisadores centrados em suas buscas arqueol\u00f3gicas encontraram em cavernas alguns s\u00edmbolos e ilustra\u00e7\u00f5es que demonstravam a adora\u00e7\u00e3o humana \u00e0s deusas da fertilidade, desde o per\u00edodo paleol\u00edtico. Desde o surgimento das primeiras civiliza\u00e7\u00f5es na terra, o homem buscava adorar deuses que uniam prote\u00e7\u00e3o, respeito e divindade. Talvez fosse uma maneira de procurar entender aquilo que n\u00e3o se compreendiam e alguns diziam que n\u00e3o existia. E na figura feminina j\u00e1 se via essa busca pelo m\u00edstico e oculto. O estudioso de mitologia e religi\u00e3o norte-americano Joseph Campbell (1904-1987) explica que, desde os tempos mais remotos da hist\u00f3ria, a mulher \u00e9 vista como for\u00e7a m\u00e1gica e misteriosa da pr\u00f3pria natureza, e esse poder feminino acabou despertando no ser masculino uma das maiores preocupa\u00e7\u00f5es: como quebr\u00e1-lo, control\u00e1-lo e us\u00e1-lo para seus pr\u00f3prios fins. Talvez dai a associa\u00e7\u00e3o da mulher como feiticeira, bruxa, mandingueira.<\/em><\/p>\n<p><em>As bruxas s\u00e3o mulheres comuns e independentes, cujos seus atos eram taxados de\u00a0 demon\u00edacos pela igreja cat\u00f3lica. E nesse contexto voc\u00ea pode ser perguntar: se as bruxas eram mulheres reais e tinham trabalhos dignos, por que houve figuras como Circe, a feiticeira que transformava os homens em porcos na\u00a0Odisseia, do poeta grego Homero (928 a.C \u2013 898 a.C), e tantas outras mulheres m\u00e1s e assustadoras? Ser\u00e1 sempre a mulher carregando esse estigma de perversa, maligna, devastadora?<\/em><\/p>\n<p><em>Da mesma forma que se consideram santos as pessoas que possu\u00edam liga\u00e7\u00f5es com o sagrado em vida, as bruxas seriam aquelas que supostamente se atrelavam ao demon\u00edaco voluntariamente, o que lhes confeririam certos poderes sobrenaturais. A partir disso, todo e qualquer acontecimento desastroso passava a ter uma justificativa relacionada ao sat\u00e2nico e, muitas vezes, envolvendo os poderes sobrenaturais das bruxas. Por esse motivo, tudo que poderia ser visto como bruxaria passou a ser perseguido e julgado pelo tribunal da Santa Inquisi\u00e7\u00e3o, ferramenta de controle ideol\u00f3gico e social da igreja cat\u00f3lica.<\/em><\/p>\n<p><em>A mentalidade da sociedade medieval era aquela que acreditava que convivia com fen\u00f4menos sobrenaturais divinos e demon\u00edacos. Era primordial distinguir o sagrado do profano, de forma a seguir os ensinamentos de Cristo. Aos fen\u00f4menos divinos dava-se o nome de milagres. J\u00e1 aos fen\u00f4menos tidos por eles como \u201cdiab\u00f3licos\u201d eram chamados simplesmente de bruxarias.<\/em><\/p>\n<p><em>Para compreender a hist\u00f3ria das bruxas na Idade M\u00e9dia \u00e9 de suma import\u00e2ncia lembrar que este era justamente o per\u00edodo da consolida\u00e7\u00e3o do cristianismo na Europa, onde era imposto fortemente que a cren\u00e7a fosse seguida. O que se desviasse dessa linha, era considerado amea\u00e7a e logo, errado.<\/em><\/p>\n<p><em>Muitos saberes populares, oriundos da tradi\u00e7\u00e3o dos povos que eram mantidos pelas mulheres, eram tidos como pag\u00e3os e foram encarados com temor e perseguidos pela igreja. Dominar o cultivo das plantas medicinais e m\u00e9todos curativos, que eram parte principal do universo feminino, poderia logo ser considerado liga\u00e7\u00e3o com o maligno. Dai a associa\u00e7\u00e3o com o chap\u00e9u, caldeir\u00e3o, vassouras e outros objetos comuns da \u00e9poca e que aos poucos foram caindo na lista de proibi\u00e7\u00f5es da Igreja e ligados a bruxaria. O cristianismo considera a mulher como sendo a respons\u00e1vel pelo pecado original, por conta de Eva ter oferecido a Ad\u00e3o o fruto proibido e instigado a com\u00ea-lo. J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 de hoje que a mulher \u00e9 julgada e inferiorizada em rela\u00e7\u00e3o ao homem. O peso de portar o \u201cpecado original\u201d colocava o feminino nessa \u00e9poca em liga\u00e7\u00e3o direta ao profano, segundo a tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Essa cren\u00e7a traz o refor\u00e7o da tradi\u00e7\u00e3o do patriarcal da sociedade feudal, baseada na supremacia masculina que decretavam severas restri\u00e7\u00f5es \u00e0 exist\u00eancia da mulher.<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_645622\" aria-describedby=\"caption-attachment-645622\" style=\"width: 208px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-645622\" src=\"https:\/\/www.srzd.com\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Logo-PNB-2023-208x300.jpg\" alt=\"\" width=\"208\" height=\"300\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-645622\" class=\"wp-caption-text\">Logo oficial do enredo<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>E \u00e9 diante desses fatos que v\u00e1rias mulheres foram perseguidas, a\u00e7oitas e acusadas de feiti\u00e7aria ou bruxaria, condenadas; e milhares assassinadas pela pr\u00e1tica de suas crendices e culturas. Muitas queimadas em pra\u00e7a p\u00fablica. Um verdadeiro horror. Este per\u00edodo, logo no nascimento da Inquisi\u00e7\u00e3o, datado do s\u00e9culo XIV foi denominado de \u2018Ca\u00e7a as Bruxas\u2019. Na maioria das vezes, essas mulheres eram pessoas mais velhas, que acumulavam anos de experi\u00eancias e dominavam os saberes necess\u00e1rios para lidar com a vida e a morte: a dose certa para curar uma doen\u00e7a, o procedimento necess\u00e1rio na hora do parto, as plantas capazes de promover abortos, as ervas que causavam al\u00edvio durante um falecimento. Nas suas comunidades, elas n\u00e3o eram vistas como m\u00e1s ou perversas, eram comumente chamadas de \u201cmulheres s\u00e1bias\u201d em v\u00e1rias l\u00ednguas, e estavam sempre participando da vida comum. Em certos casos, cobravam pequenos valores pelos seus feitos, em outros apenas os faziam porque eram membros daquela comunidade. Sejam como for, entre as popula\u00e7\u00f5es campesinas da Europa, elas eram as m\u00e9dicas, as conselheiras, as guardi\u00e3s da morte e da vida.<\/em><\/p>\n<p><em>O entendimento que se tem por bruxa sofreu sucessivas transforma\u00e7\u00f5es e este processo ainda segue em curso. Apesar das mudan\u00e7as, h\u00e1 uma ess\u00eancia no que se \u00e9 considerado e denominado bruxaria, mesmo nos contos atuais: mulher que construiu sua autonomia, sobretudo por meio de seu intelecto e saberes n\u00e3o dominados por autoridades masculinas, e que tendem a ser encarados com rep\u00fadio e desconfian\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cSomos netas das bruxas que voc\u00eas n\u00e3o conseguiram queimar&#8230;\u201d A frase s\u00edmbolo pop de alguns movimentos feministas, traduz e ressignifica o retorno da bruxaria como algo aceit\u00e1vel. Faz parte desse movimento contestar o papel social de g\u00eanero e o espa\u00e7o da mulher na sociedade, e com isso a bruxaria n\u00e3o seria diferente.<\/em><\/p>\n<p><em>Hoje podemos afirmar que as bruxas est\u00e3o entre n\u00f3s. E que maravilha! N\u00e3o somente aquelas estereotipadas e sobrenaturais: elas s\u00e3o s\u00edmbolos da independ\u00eancia, da conquista da sua liberdade, que vai muito al\u00e9m de padr\u00f5es de beleza, r\u00f3tulos e comportamentos impostos pela sociedade. Elas est\u00e3o nas ervas da \u2018rezadeiras\u2019, na m\u00e3o da m\u00e9dium em um terreiro, que manipula os elementos da terra, na m\u00e9dica que opera ou traz vidas ao mundo, nas cientistas que fabricam uma vacina, na professora que leciona e conta hist\u00f3rias de vida, na cantora que exp\u00f5e sua voz potente dentre outras maravilhosas mundo a fora. Elas est\u00e3o no nosso folclore, que de forma incr\u00edvel, s\u00e3o sempre seres que est\u00e3o em defesa da natureza ou algum proposito maior. Na literatura, ela \u00e9 aquela bruxinha boa, onde autores e escritores deixam claro que essas mulheres s\u00e3o do bem e para o bem.<\/em><\/p>\n<p><em>Dia a dia, essas bruxas desafiam as barreiras que lhes s\u00e3o impostas, e longe das antigas hist\u00f3rias infantis, negam papeis secund\u00e1rios que lhes s\u00e3o propostos, colocando-se como grandes protagonistas das suas pr\u00f3prias hist\u00f3rias. E seja l\u00e1 qual for \u00e0 cren\u00e7a, \u00e9 importante sempre respeitar a do outro.<\/em><\/p>\n<p><em>As bruxas existem! E a grande conven\u00e7\u00e3o delas \u00e9 na passarela virtual, no desfile da Pau no Burro, que traz esse caldeir\u00e3o de amor e exalta\u00e7\u00e3o a todas as mulheres, hoje e para SEMPRE!<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vice-campe\u00e3 do Grupo de Acesso II no carnaval passado, o GRESV Pau no Burro apresentou o enredo que ir\u00e1 marcar o seu retorno do Grupo de Acesso I do Carnaval Virtual 2023. De autoria do carnavalesco Jorge J\u00fanior, a azul e rosa de Barra do Pira\u00ed\/RJ defender\u00e1 o enredo &#8220;Conven\u00e7\u00e3o das Bruxas&#8221;. Confira abaixo a<\/p>\n","protected":false},"author":358,"featured_media":39003,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_members_access_role":[],"_members_access_error":""},"categories":[229],"tags":[450,230,231,232,233,451,237,238,452],"class_list":["post-39331","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-carnaval-virtual-2023","tag-bruxas","tag-carnaval-virtual","tag-carnaval-virtual-2023","tag-cav","tag-cav-2023","tag-convencao-das-bruxas","tag-enredo","tag-enredo-2023","tag-pau-no-burro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39331","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/358"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39331"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39331\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39332,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39331\/revisions\/39332"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/39003"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39331"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39331"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39331"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}