{"id":49885,"date":"2025-08-13T21:14:14","date_gmt":"2025-08-14T00:14:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/?p=49885"},"modified":"2025-08-13T21:14:14","modified_gmt":"2025-08-14T00:14:14","slug":"ponte-aerea-apresenta-enredo-para-o-carnaval-virtual-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/ponte-aerea-apresenta-enredo-para-o-carnaval-virtual-2025\/","title":{"rendered":"Ponte A\u00e9rea apresenta enredo para o Carnaval Virtual 2025"},"content":{"rendered":"<p>3\u00aa colocada do grupo na edi\u00e7\u00e3o passada, o GRCESV Ponte A\u00e9rea apresentou o enredo que levar\u00e1 para a disputa do Grupo Especial, na edi\u00e7\u00e3o comemorativa dos 10 anos do Carnaval Virtual.<\/p>\n<p>De autoria de Lucas Guerra e Murilo Polato, a agremia\u00e7\u00e3o ir\u00e1 defender, em 2025, o enredo <em>&#8220;A LUTA PELA TERRA&#8221;<\/em>.<\/p>\n<p>Confira abaixa sinopse oficial:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>A LUTA PELA TERRA<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>\u201cCh\u00e3o onde brota a vida, que sustenta a luta. Desde sempre em disputa entre nativo e o explorador.<br \/>\nCh\u00e3o que assistiu a sangria, o saque, a covardia com a natureza e com quem a cultivou.\u201d \u2013 <strong>GRCESV Ponte A\u00e9rea 2018<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>APRESENTA\u00c7\u00c3O E JUSTIFICATIVA<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>O grito que ecoa do campo segue reverberando em nossas vidas. A semente outrora plantada deu frutos, fez morada na mem\u00f3ria, e segue em fila, por amor a essa p\u00e1tria Brasil. Nos 10 anos de Carnaval Virtual, o Gr\u00eamio Recreativo Cultural Escola de Samba Virtual Ponte A\u00e9rea tem o orgulho de apresentar \u201cA LUTA PELA TERRA\u201d, uma releitura de nosso enredo de 2018, \u201c\u00c9 por amor a essa p\u00e1tria que a gente segue em fileira\u201d. Olhamos para o passado com ternura, em busca de, no presente, refor\u00e7ar a pot\u00eancia que h\u00e1 nessa hist\u00f3ria. A nossa luta nunca acabou. Nossa, pois somos frutos de um solo dividido e arrendado. Onde \u00e0queles que conhecem esse ch\u00e3o, nunca o ter\u00e3o como torr\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>A Terra, que deram nome de Brasil, ferve. A brasa escorre junto ao suor. A exist\u00eancia \u00e9 sonhar com um amanh\u00e3 melhor. Nos 525 anos que o invasor chegou a esse ch\u00e3o, exigimos: reforma agr\u00e1ria e demarca\u00e7\u00e3o. N\u00e3o ir\u00e1 se apagar o passado. Mas \u00e9 poss\u00edvel construir um novo futuro \u2013 se o nome dele for revolu\u00e7\u00e3o! Derrubemos as cercas e amarras. Nos juntemos, com ordem, \u00e0 rebeldia. \u00c9 hora de fazer cumprir o sonho de tantos que se foram \u2013 e que n\u00e3o sejam em v\u00e3o. Comemorar a vit\u00f3ria das calejadas m\u00e3os. De peito aberto, cora\u00e7\u00e3o cheio de amor. A nossa bandeira \u00e9 que no pa\u00eds que tudo produz, que ningu\u00e9m tenha fome. Vamos \u00e0 luta, por um pa\u00eds que n\u00e3o veja o verde virar fuligem. Vamos \u00e0 luta, para n\u00e3o nos intoxicar. Vamos \u00e0 luta, pela Terra, e o amanh\u00e3 que iremos conquistar. E sempre vale a pena lembrar: A nossa alma \u00e9, foi, e sempre ser\u00e1, vermelha!<\/em><\/p>\n<p><em><strong>SINOPSE<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>TERRA \u2013 Da plenitude \u00e0 invas\u00e3o: RESISTIMOS!<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Terra livre, madura. Terra de sangue vital. Maturidade que floresce em plenitude. Somos filhos de Abiayala, e aqui j\u00e1 est\u00e1vamos quando o verde ainda era verde. Somos vida a viver entre as matas. Somos fauna que exala sapi\u00eancia. Somos flora que celebra a exist\u00eancia. O verdejante manto sagrado cobria o eldorado sonhado pelo deus Tup\u00e3. A vida era tranquila, mas a cobi\u00e7a singrou o mundar\u00e9u d\u2019\u00e1gua e em nossas terras aportou. Roubaram nossas \u00e1rvores, derrubaram nossa hist\u00f3ria. Levaram nossas riquezas, dizimaram nossas vidas. A terra que era livre, hoje \u00e9 cativa, as amarras da invas\u00e3o n\u00e3o foram capazes de nos impedir de existir e resistir. Erguemos arcos, flechas e zarabatanas. Empunhamos tacapes, bordunas e ibirapemas. A resist\u00eancia foi Potiguar, Tamoio e Guarani. A luta agregou irm\u00e3os de Angola, Gana e Benin. O branco sistema nos fez escravizados. Persistimos, n\u00e3o nos calamos, fugimos. Cultivamos espa\u00e7os de sobreviv\u00eancia. Unimos esfor\u00e7os em nome da subsist\u00eancia. Nossas terras, agora vermelhas de sangue e luta, abrigou quem sofreu e precisou. Passamos a existir com garra, for\u00e7a e \u00e2nimo. Ecoamos nossas vozes feito brados nos quilombos.<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_49802\" aria-describedby=\"caption-attachment-49802\" style=\"width: 240px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ponte-A\u00e9rea-Logo-2025.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-49802\" src=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ponte-A\u00e9rea-Logo-2025-240x300.png\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ponte-A\u00e9rea-Logo-2025-240x300.png 240w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ponte-A\u00e9rea-Logo-2025-768x960.png 768w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ponte-A\u00e9rea-Logo-2025-819x1024.png 819w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ponte-A\u00e9rea-Logo-2025.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-49802\" class=\"wp-caption-text\">Logo oficial do enredo<\/figcaption><\/figure>\n<p><em><strong>GAN\u00c2NCIA \u2013 Dos saques \u00e0 ilus\u00e3o: SOBREVIVEMOS!<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Feito uma pe\u00e7a de carne dividiram nossa terra, aos mais poderosos, ricos fazendeiros e donos de posses, deram seus nomes e chefias. Colonizaram nossa gente, compraram e arrendaram o nosso ch\u00e3o. Perdemos a liberdade e o direito de viver em plenitude. Aos mandos de uma coroa passamos a existir sendo obrigados a labutar nas planta\u00e7\u00f5es. Cana para ado\u00e7ar o sangue que descia pelas gargantas dos exploradores. Caf\u00e9 para despertar para mais um dia de opress\u00e3o e tortura aos seus cativos. De suas terras frias e soberbas tamb\u00e9m desembarcou gente. A promessa de desenvolvimento fez com que a imigra\u00e7\u00e3o viesse da Europa para c\u00e1. Aos campos foram condenados, como n\u00f3s. O tempo foi de muita dor e tristeza, mas as asas da liberta\u00e7\u00e3o chegaram para amenizar o sofrimento. Pura ilus\u00e3o daqueles que viviam amarrados \u00e0s enxadas. A aboli\u00e7\u00e3o trouxe o fim ut\u00f3pico do sistema da escravid\u00e3o e deu in\u00edcio a exclus\u00e3o de nossa exist\u00eancia. Jogados ao l\u00e9u, sem teto, sem roupa, sem vida. Presos junto \u00e0s ra\u00edzes regadas por nossas pr\u00f3prias l\u00e1grimas. Frutos de uma terra que, agora, jamais poder\u00e3o chamar de sua. A liberdade foi somente no papel, e por interesse dos poderosos. Para n\u00f3s restaram as ruas, margens e a sorte. \u00a0\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em><strong>FOR\u00c7A \u2013 Das amea\u00e7as \u00e0s lutas: PLANTAMOS!<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Sobrevivendo como pod\u00edamos, partimos para habitar terras abandonadas pelo interior de cada regi\u00e3o. Criando, plantando, colhendo e cultivando, tent\u00e1vamos caminhar e seguir em frente, mas nossas vidas eram perseguidas por aqueles que nos cerceavam, e nossa rotina se tornou a amea\u00e7a. O pequeno latif\u00fandio foi invadido por grileiros a mando dos fazendeiros. Fomos, novamente, expulsos e violados. No mesmo campo em que nossas l\u00e1grimas ca\u00edam ao ch\u00e3o, florescia a esperan\u00e7a, aquele povo que l\u00e1 estava se unia e acreditava que o amanh\u00e3 haveria de ser melhor. O que a terra juntou, n\u00e3o h\u00e1 gan\u00e2ncia que destrua. No interior da Bahia, Ant\u00f4nio liderou um grupo e por ele deu a sua vida. Os camuflados invadiram a regi\u00e3o e acabaram com a esperan\u00e7a que brotava no lugar. L\u00e1 pelas bandas do Sul tamb\u00e9m dizimaram nossos sonhos. Na busca de sobreviver, o povo do campo foi l\u00e1 para a ferrovia construir. Assim foi feito e, ao final, foram largados por terras contestadas. Jos\u00e9 Maria tentou resistir, mas n\u00e3o h\u00e1 como sobreviver em uma disputa entre balas de a\u00e7o. O Contestado teve seu fim. Foi por essa mesma persegui\u00e7\u00e3o que, no Nordeste brasileiro, nasceu um movimento de quem n\u00e3o aguentava mais viver sob amea\u00e7as. Em terras onde as leis n\u00e3o funcionam para quem tem poder, a revolta surge feito c\u00e3o como uma resposta \u00e0s injusti\u00e7as sociais. Juntaram-se \u00e0s fam\u00edlias expulsas de suas casas por poderosos coron\u00e9is, \u00e0queles que perderam suas terras para posseiros e grileiros, \u00e0queles que foram deixados \u00e0 merc\u00ea do destino para sobreviver. Luta que se traduziu em rebeldia. Rebeldia que se transformou em resist\u00eancia. Resist\u00eancia que se batizou como Canga\u00e7o. Tantos epis\u00f3dios de opress\u00e3o e persegui\u00e7\u00e3o uniram os povos de campo em um s\u00f3 ideal: resistir. De Norte \u00e0 Sul as enxadas se juntaram e deram in\u00edcio a organiza\u00e7\u00e3o de uma frente para que suas vidas n\u00e3o fossem mais esquecidas e renegadas por quem estivesse no poder.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>CAMPO \u2013 Das conquistas \u00e0s viola\u00e7\u00f5es: EXISTIMOS!<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>As conquistas da organiza\u00e7\u00e3o do campo foram destru\u00eddas com a ascens\u00e3o de um regime que matou em nome da prote\u00e7\u00e3o de seus ideais, uma amea\u00e7a existente em suas mentes, perversas e delirantes, que destru\u00edram vidas e progressos. Nossa luta quase foi apagada. N\u00e3o conseguiram. Resistimos! Os ricos fizeram uma formaliza\u00e7\u00e3o da terra de acordo com os interesses dos seus bolsos. Usaram o poderio do dinheiro para tentar fazer de nossa terra o que bem entendiam. Junto dessa formaliza\u00e7\u00e3o, veio a ajuda dos irm\u00e3os de f\u00e9 em nossa luta. As pastorais da terra tentavam minimizar a dor causada pelo regime e levar dignidade para nossa gente que estava em meio \u00e0s planta\u00e7\u00f5es dos campos. As granjas Macali e Brilhante marcaram a resist\u00eancia do campesinato perante a ditadura. A Encruzilhada Natalino nos trouxe de volta a luta por nossos direitos. Feito uma prociss\u00e3o, uniram-se a n\u00f3s as pastorais, a popula\u00e7\u00e3o que sofria as consequ\u00eancias do regime ditatorial, e a sociedade civil, que buscava a democratiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, lutando por terra enquanto o major, de nome de p\u00e1ssaro, Curi\u00f3, tentava dizimar todos que ali tomaram as fazendas improdutivas e ergueram acampamento. Caminhamos e enfrentamos de cabe\u00e7a erguida. Come\u00e7ava ali o in\u00edcio da uma longa jornada, com um objetivo muito maior que n\u00f3s, resultando na amplia\u00e7\u00e3o de nossa uni\u00e3o. Convocamos o campo para debatermos nosso futuro, ali pautamos que a luta deveria ser de igual para igual, se nos assolam com tiros, guerras e viol\u00eancias, vamos gritar e lutar da mesma frente: a reforma s\u00f3 ir\u00e1 sair se, juntos, fizermos o movimento de nome revolu\u00e7\u00e3o. Unidos pela esperan\u00e7a, pela for\u00e7a que o campesinato d\u00e1 \u00e0 terra e dela retira seu sustento, pela luta dos direitos dos trabalhadores de um movimento que busca o direito de cada ser humano ter o seu peda\u00e7o de ch\u00e3o, t\u00eam in\u00edcio o movimentar dos trabalhadores das lavouras, planta\u00e7\u00f5es, fazendas, e das terras. \u00a0<\/em><\/p>\n<p><em><strong>LUTA \u2013 Das mem\u00f3rias ao futuro: SEGUIREMOS!<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Os anos se passaram e o movimento ainda \u00e9 perseguido e condenado pelos olhos e pensamentos infundados daqueles que sequer buscam saber nossa hist\u00f3ria de luta. A marginaliza\u00e7\u00e3o de nossa gente n\u00e3o \u00e9 novidade e, por isso, que seguimos fazendo da lona preta nosso teto de sonhos. \u00c9 debaixo de cada barraca de ocupa\u00e7\u00e3o que fazemos valer a luta de nossos ancestrais, desde a invas\u00e3o at\u00e9 os que enfrentaram as armas e a trucul\u00eancia. Taxados de todos os nomes poss\u00edveis, acusados dos mais diversos crimes seguimos sendo os algozes daqueles que nos oprimem. Orgulhosos de nossa hist\u00f3ria e organiza\u00e7\u00e3o, jamais iremos nos render \u00e0s tentativas de imputa\u00e7\u00e3o de atrocidades aos nossos que, diante de tudo o que enfrentamos, ainda lutam a mesma luta de onde tudo come\u00e7ou: o reconhecimento das nossas terras. Nessa luta vieram os irm\u00e3os ind\u00edgenas pela defesa e reconhecimento de seus territ\u00f3rios, dos irm\u00e3os de quilombo, a bandeira de suas terras de pertencimento e bravura no acolhimento e resist\u00eancia de mem\u00f3rias. A luta pela terra se ampliou, e compreendemos que as origens s\u00e3o as mesmas. Hoje plantamos e semeamos o amanh\u00e3, sonhando com um pa\u00eds demarcado, aquilombado, respeitado e reformado. A reforma agr\u00e1ria j\u00e1 n\u00e3o mais \u00e9 uma pauta exclusiva de quem luta pela terra, ela \u00e9 a necessidade civil de defender quem a habita, e por ela d\u00e1 a sua vida, impedindo que gananciosos poderosos continuem agindo como no princ\u00edpio, invadindo nossos espa\u00e7os e dizimando nossas exist\u00eancias. Ergamos a bandeira contra o agro que nos intoxica, que utiliza sem modera\u00e7\u00e3o os recursos naturais que ele mesmo contamina com seus produtos qu\u00edmicos. Para que o futuro exista \u00e9 necess\u00e1rio retomar a luta, essa que nunca se findou, assim como o campo que jamais adormeceu. Se o campo adormecer a luta est\u00e1 perdida, e se aqui estamos, celebrando os que bravamente lutaram por n\u00f3s, \u00e9 porque seguimos em fileira nas trincheiras. H\u00e1 7 anos atr\u00e1s ecoamos o grito pelo movimento que aqui nos unimos. Hoje, pautados na mesma luta, fazemos ecoar o brado pela Terra-Brasil. Que juntos sigamos firmes no manifesto por um Brasil de alma vermelha, pigmentado pelo sangue da dizima\u00e7\u00e3o de quem nos originou, pela dor das v\u00edtimas da viol\u00eancia pol\u00edtica e social, pela for\u00e7a da luta que travamos todos os dias pelo direito ao nosso territ\u00f3rio. Essa terra h\u00e1 de ser, de fato, do povo, o sonho h\u00e1 de acontecer e o povo ser\u00e1 feliz.\u00a0 Enquanto houver for\u00e7a em n\u00f3s, seguiremos de punhos erguidos, derrubando cercas e amarras por um Brasil de esperan\u00e7a. A nossa alma \u00e9, e seguir\u00e1 sendo, nas lutas e nas lembran\u00e7as, vermelha.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Lucas Guerra e Murilo Polato<\/em><br \/>\n<em>Em rever\u00eancia aos diversos artistas que pelo GRCESV Ponte A\u00e9rea<\/em><br \/>\n<em>passaram e contribu\u00edram para a constru\u00e7\u00e3o dos 18 anos de hist\u00f3ria. <\/em><\/p>\n<p><em><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 por amor a essa p\u00e1tria Brasil que a gente segue em fileira. [S. l.]: <strong>GRCESV Ponte A\u00e9rea<\/strong>, 2018. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/conheca-o-enredo-do-grcesv-ponte-aerea-para-o-carnaval-2018\/. Acesso em: 13 mar. 2025.<\/em><\/p>\n<p><em>FERNANDES, Bernardo Man\u00e7ano. Brasil: 500 anos de luta pela terra.\u00a0<strong>Revista de Cultura Vozes<\/strong>, v. 93, n. 2, p. 9-17, 1999.<\/em><\/p>\n<p><em>FERNANDES, Maria Jos\u00e9 Costa. Da luta pela terra \u00e0 luta pela Reforma Agr\u00e1ria no Brasil.\u00a0<strong>Revista GeoIntera\u00e7\u00f5es<\/strong>, v. 1, n. 1, p. 55-67, 2017.<\/em><\/p>\n<p><em>GASPAROTTO, Alessandra; TEL\u00d3, Fabr\u00edcio. hist\u00f3rias de lutas pela terra no brasil.\u00a0<strong>S\u00e3o Leopoldo<\/strong>, 2021.<\/em><\/p>\n<p><em>ST\u00c9DILE, Jo\u00e3o Pedro; FERNANDES, Bernardo Man\u00e7ano. Brava gente: a trajet\u00f3ria do MST e a luta pela terra no Brasil. In:\u00a0<strong>Brava gente: a trajet\u00f3ria do MST e a luta pela terra no Brasil<\/strong>. 1999. p. 167-167.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>3\u00aa colocada do grupo na edi\u00e7\u00e3o passada, o GRCESV Ponte A\u00e9rea apresentou o enredo que levar\u00e1 para a disputa do Grupo Especial, na edi\u00e7\u00e3o comemorativa dos 10 anos do Carnaval Virtual. De autoria de Lucas Guerra e Murilo Polato, a agremia\u00e7\u00e3o ir\u00e1 defender, em 2025, o enredo &#8220;A LUTA PELA TERRA&#8221;. 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