{"id":54126,"date":"2026-07-20T19:58:37","date_gmt":"2026-07-20T22:58:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/?p=54126"},"modified":"2026-07-20T19:58:37","modified_gmt":"2026-07-20T22:58:37","slug":"helio-oiticica-sera-enredo-da-falange-imperial-no-carnaval-virtual-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/helio-oiticica-sera-enredo-da-falange-imperial-no-carnaval-virtual-2026\/","title":{"rendered":"H\u00e9lio Oiticica ser\u00e1 enredo da Falange Imperial no Carnaval Virtual 2026"},"content":{"rendered":"<p>Disputando o Grupo de Acesso I do Carnaval Virtual, o GRES Falange Imperial ir\u00e1 homenagear H\u00e9lio Oiticica na avenida em 2026.<\/p>\n<p>De autoria de Marcos Oliveira e Luiz Ara\u00fajo, a agremia\u00e7\u00e3o ir\u00e1 defender o enredo <em>&#8220;Parangol\u00e9, H\u00e9lio: Marginal, Transgressor &amp; Artes\u00e3o&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Confira a sinopse oficial do enredo:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Parangol\u00e9, H\u00e9lio: Marginal, Transgressor &amp; Artes\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>G.R.E.S. Falange Imperial<\/strong> apresenta \u00e0 passarela virtual uma proposi\u00e7\u00e3o est\u00e9tico-pol\u00edtica que transcende a biografia linear para investigar o fen\u00f4meno da cria\u00e7\u00e3o na obra de H\u00e9lio Oiticica (1937-1980). Em um momento hist\u00f3rico onde a cultura \u00e9 frequentemente reduzida ao espet\u00e1culo de consumo, nosso pavilh\u00e3o evoca a pot\u00eancia do <strong>&#8220;estado de inven\u00e7\u00e3o&#8221;<\/strong>, propondo o carnaval como a materializa\u00e7\u00e3o definitiva do sonho oiticicano: a fus\u00e3o irrevers\u00edvel entre a arte e a vida.<\/p>\n<p>A narrativa se fundamenta na ruptura radical operada pelo artista na d\u00e9cada de 1960, exigindo n\u00e3o mais um espectador passivo, mas um <strong>participador<\/strong> ativo. O enredo se estrutura sobre tr\u00eas eixos conceituais, a <strong>Marginalidade \u00c9tica<\/strong>, a <strong>Transgress\u00e3o Est\u00e9tica<\/strong> e o <strong>Artesanato do Comum<\/strong>, para demonstrar como o <em>Parangol\u00e9<\/em> deixa de ser um objeto para se tornar uma &#8220;totalidade-obra&#8221;, uma experi\u00eancia vivencial que s\u00f3 se completa no ato dionis\u00edaco da dan\u00e7a e na fric\u00e7\u00e3o com a realidade social brasileira.<\/p>\n<ol>\n<li><strong> A Marginalidade como \u00c9tica e a Recusa do Folclore<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>O primeiro movimento de nossa defesa situa H\u00e9lio Oiticica diante do abismo social do Rio de Janeiro. Sua subida ao Morro da Mangueira em 1964 foi uma <strong>&#8220;necessidade vital de desintelectualiza\u00e7\u00e3o&#8221;<\/strong>. Oiticica buscava libertar-se da <strong>&#8220;excessiva intelectualiza\u00e7\u00e3o&#8221;<\/strong> que o asfixiava na arte burguesa. Ao tornar-se passista da Esta\u00e7\u00e3o Primeira, buscava compreender sua <strong>&#8220;arquitetura org\u00e2nica&#8221;<\/strong>, onde o barraco \u00e9 uma estrutura em constante devir, baseada na improvisa\u00e7\u00e3o e na sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Para a Falange Imperial, H\u00e9lio \u00e9 o <strong>Marginal<\/strong> n\u00e3o no sentido criminal, mas como aquele que habita a <em>margem<\/em>, recusando o centro hegem\u00f4nico. Sua obra denuncia a &#8220;folcloriza\u00e7\u00e3o opressiva&#8221; da cultura brasileira, propondo, em contrapartida, a busca pela <strong>&#8220;raiz-Brasil&#8221;<\/strong> subterr\u00e2nea e convulsiva. A escola de samba \u00e9 apresentada aqui n\u00e3o como um cart\u00e3o-postal, mas como um laborat\u00f3rio de estruturas universais de criatividade, onde a precariedade material \u00e9 transmutada em pot\u00eancia est\u00e9tica atrav\u00e9s da <strong>&#8220;est\u00e9tica da ginga&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong> O Parangol\u00e9 e a Transgress\u00e3o Institucional<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>No cora\u00e7\u00e3o do enredo est\u00e1 o <strong>Parangol\u00e9<\/strong>. Apropriando-se de uma g\u00edria das ruas que significava &#8220;agita\u00e7\u00e3o s\u00fabita&#8221; ou &#8220;situa\u00e7\u00e3o inesperada&#8221; , Oiticica criou capas, estandartes e tendas que s\u00e3o, por defini\u00e7\u00e3o, <strong>&#8220;antiarte por excel\u00eancia&#8221;<\/strong>. A defesa do enredo postula que o Parangol\u00e9 opera uma <strong>&#8220;transmuta\u00e7\u00e3o expressivo-corporal&#8221;<\/strong>: ele exige que o corpo se movimente, que dance, para que a estrutura-cor se revele.<\/p>\n<p>A Falange Imperial dramatiza o conflito institucional exemplificado pela expuls\u00e3o dos passistas da Mangueira do Museu de Arte Moderna (MAM) em 1965. Aquele ato revelou que, para Oiticica, o museu havia se tornado um mausol\u00e9u. Ao serem barrados, os passistas provaram que a verdadeira arte estava do lado de fora, na rua, no corpo que <strong>&#8220;incorpora a revolta&#8221;<\/strong>. Neste contexto, a rela\u00e7\u00e3o entre o artista e o participador \u00e9 an\u00e1loga \u00e0 met\u00e1fora da luva proposta por Lygia Clark: uma estrutura que s\u00f3 existe quando habitada por uma m\u00e3o viva, onde o interior e o exterior se fundem.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong> O Artes\u00e3o do Caos e o Del\u00edrio Ambulat\u00f3rio<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Por fim, exaltamos H\u00e9lio como o <strong>Artes\u00e3o<\/strong> que encontra a poesia na anonimidade. Inspirado no conceito de <strong>&#8220;Crelazer&#8221;<\/strong>, a f\u00e9 no lazer criativo e na n\u00e3o-atividade produtiva, e pela pr\u00e1tica do <strong>&#8220;Delirium Ambulatorium&#8221;<\/strong>, o artista perambula pela cidade coletando fragmentos do real. A Falange Imperial traz para a avenida a po\u00e9tica da <strong>&#8220;lata-fogo&#8221;<\/strong> , a ilumina\u00e7\u00e3o improvisada das obras vi\u00e1rias que H\u00e9lio elevou \u00e0 categoria de obra de arte an\u00f4nima, &#8220;isolada na anonimidade de sua origem&#8221;.<\/p>\n<p>O desfile culmina na transforma\u00e7\u00e3o da avenida em um <strong>&#8220;Mito Vadio&#8221;<\/strong>. O <em>delirium<\/em> \u00e9 o m\u00e9todo de caminhar sem destino, de coletar &#8220;fragmentos-tokens&#8221; como o asfalto da Avenida Presidente Vargas ou a terra do morro, ressignificando o entulho urbano como rel\u00edquia sagrada. Ao fazer isso, Oiticica decreta que <strong>&#8220;o museu \u00e9 o mundo&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<p>A <strong>Falange Imperial<\/strong>, portanto, convoca sua comunidade a vivenciar o legado de H\u00e9lio Oiticica. Em 2026, nosso desfile \u00e9 um ato de <strong>&#8220;incorpora\u00e7\u00e3o&#8221;<\/strong>, onde a escola de samba se reafirma como o maior de todos os Parangol\u00e9s: uma estrutura viva, ef\u00eamera e eterna enquanto dura, feita de povo, suor e inven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_54127\" aria-describedby=\"caption-attachment-54127\" style=\"width: 212px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRES-Falange-Imperial-2026.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-54127\" src=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRES-Falange-Imperial-2026-212x300.png\" alt=\"\" width=\"212\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRES-Falange-Imperial-2026-212x300.png 212w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRES-Falange-Imperial-2026-768x1086.png 768w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRES-Falange-Imperial-2026-724x1024.png 724w\" sizes=\"auto, (max-width: 212px) 100vw, 212px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-54127\" class=\"wp-caption-text\">Logo oficial do enredo<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A Ruptura do Quadro<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong>Chegou a hora de quebrar o vidro da moldura<strong>.<\/strong><\/p>\n<p>Hora de reimaginar o imagin\u00e1vel, vestir-se de cor e negar o im\u00f3vel, o est\u00e1tico, o intoc\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Que caiam as paredes dos museus! <\/strong><\/p>\n<p>Que se erga, no lugar delas, a arte-viva, aquela que pulsa no ch\u00e3o quente das ruas, no suor do povo, no grito do morro.<\/p>\n<p>Hoje, proclamamos o fim da \u201carte de assistir\u201d!<br \/>\nAnunciamos o nascimento da arte de ser.<\/p>\n<p>Chamamos, como guia, H\u00e9lio Oiticica,<br \/>\nmarginal iluminado, artes\u00e3o de del\u00edrios, alquimista da mat\u00e9ria brasileira.<br \/>\nTransgressor e transfigurado,<br \/>\ncriador e criatura,<br \/>\nher\u00f3i e heresia,<br \/>\n<strong>arauto de um Brasil que ousa ser Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>Come\u00e7amos onde a moldura termina.<br \/>\nO que vale \u00e9 a mistura.<br \/>\n\u00c9 o povo que pinta, \u00e9 o povo que dan\u00e7a, \u00e9 o povo que inventa.<\/p>\n<p>Hoje, deixamos de ser espectadores:<br \/>\nrenascemos sambistas, artistas populares, Participadores!<\/p>\n<p><strong><em>Renascido em Mangueira<\/em><\/strong><\/p>\n<p>No caminho da arte poss\u00edvel, seguimos os passos do nosso guia.<\/p>\n<p>Nascido na intelectualidade, H\u00e9lio buscou um Brasil que respondesse sua inquieta\u00e7\u00e3o.<br \/>\nE, como tantos de n\u00f3s, foi no verde e rosa de Mangueira que encontrou seu destino.<\/p>\n<p>Ali, o morro era arquitetura viva,<br \/>\norganismo pulsante que cresce, se refaz, resiste.<br \/>\n<strong>Ali, a escola de samba era laborat\u00f3rio de alegria,<\/strong><br \/>\noficina do improviso, templo do movimento.<\/p>\n<p>No abra\u00e7o do morro, H\u00e9lio se inicia numa jornada bacante,<br \/>\nonde a arte abandona a vitrine<br \/>\ne renasce como estrat\u00e9gia de exist\u00eancia.<\/p>\n<p>O povo lhe ensina o que nenhum ateli\u00ea ousou mostrar:<br \/>\nque a vida \u00e9 obra, e a obra \u00e9 vida.<\/p>\n<p><strong><em>A Bandeira do Corpo Livre<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong>Da fus\u00e3o entre a vanguarda e a favela, surge o estandarte revolto:<br \/>\no Parangol\u00e9.<\/p>\n<p>Nascido da rua, batizado pelo corpo,<br \/>\nmais que fantasia: grito, bandeira, <strong>MANIFESTO!<\/strong><\/p>\n<p><strong>A capa que possui o corpo.<\/strong><\/p>\n<p>Proibida, rejeitada nos museus, a arte n\u00e3o baixou a cabe\u00e7a.<br \/>\nEla simplesmente saiu, e aconteceu na marra, nos jardins, ao som dos pandeiros e frigideiras.<\/p>\n<p>Foi ali que o Parangol\u00e9 virou revolta encarnada:<br \/>\na anti-arte que desafia o medo,<br \/>\na inven\u00e7\u00e3o do marginal que vira mito,<br \/>\n<strong>a obra que grita contra o luxo asfixiado dos palacetes da intoler\u00e2ncia.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Arte n\u00e3o pede licen\u00e7a. Arte invade. Arte acontece.<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Devorando o Brasil<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong>Mergulhemos ent\u00e3o no Brasil!<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e9lio devora a imagem do pa\u00eds para vomit\u00e1-la recriada.<\/p>\n<p>N\u00e3o queremos araras e bananeiras para turista ver!<br \/>\nQueremos a Tropic\u00e1lia como express\u00e3o de nossa pr\u00f3pria identidade.<\/p>\n<p>Celebramos a est\u00e9tica do prec\u00e1rio.<br \/>\nA &#8220;Lata-Fogo&#8221; , aquela chama solit\u00e1ria que ilumina obras na estrada,<br \/>\n\u00e9 elevada \u00e0 categoria de escultura, feita por m\u00e3os an\u00f4nimas.<\/p>\n<p>Homenageamos a figura do &#8220;Marginal&#8221;,<br \/>\no sujeito da borda, do abismo,<br \/>\ndo fio da navalha.<\/p>\n<p>Cara-de-Cavalo, o bandido-m\u00e1rtir, se transforma em \u00edcone pop num altar pag\u00e3o.<br \/>\n\u00c9 a &#8220;Manhattan Brutalista&#8221; feita de cacos de asfalto da Presidente Vargas.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 a beleza convulsiva de um pa\u00eds que se faz nos escombros.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong><em>Delirium Ambulatorium<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong>No fim, tudo se dissolve.<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 quadro, n\u00e3o h\u00e1 objeto, n\u00e3o h\u00e1 templo.<br \/>\nO que sobra \u00e9 o caminhar.<\/p>\n<p>O Delirium Ambulatorium \u00e9 a obra peregrina:<br \/>\nvadiar pela cidade, catar fragmentos do ch\u00e3o,<br \/>\n<strong><em>\u201cum punhado de terra, um peda\u00e7o de cal\u00e7ada\u201d<\/em><\/strong><br \/>\ne transform\u00e1-los em sagradas rel\u00edquias do cotidiano.<\/p>\n<p>A avenida, ent\u00e3o, vira territ\u00f3rio de mitos vadios.<\/p>\n<p>H\u00e9lio ressurge delirante,<br \/>\nmisturado ao cascalho da obra urbana,<br \/>\nprofanando com alegria, santificando com carnaval.<\/p>\n<p><strong>O museu ruiu.<\/strong><br \/>\n<strong>As paredes ca\u00edram.<\/strong><\/p>\n<p>E, enfim, entendemos:<br \/>\n<strong>\u201cO Museu \u00e9 o Mundo.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Aqui, cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de um g\u00eanio isolado,<br \/>\n\u00e9 do coletivo, da comunidade, da massa inventiva.<\/p>\n<p>A passarela \u00e9 o nosso ch\u00e3o.<br \/>\nO samba \u00e9 o nosso parangol\u00e9.<br \/>\nE cada componente \u00e9 Participador dessa grande interven\u00e7\u00e3o urbana chamada Carnaval.<\/p>\n<p><strong>Salve, H\u00e9lio!<br \/>\nTeu del\u00edrio nos guia.<br \/>\nTeu corpo vibra no nosso.<br \/>\nTeu Brasil \u00e9 o nosso Brasil poss\u00edvel.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong>:<\/p>\n<p><strong>ANJOS, Moacir dos.<\/strong> As ruas e as bobagens: anota\u00e7\u00f5es sobre o delirium ambulatorium de H\u00e9lio Oiticica. <strong>ARS<\/strong>, S\u00e3o Paulo, ano 10, n. 20, p. 23-44, 2012.<\/p>\n<p><strong>RIVERA, Tania.<\/strong> H\u00e9lio Oiticica: a cria\u00e7\u00e3o e o comum. <strong>Viso: Cadernos de est\u00e9tica aplicada<\/strong>, Rio de Janeiro, v. 3, n. 7, p. 13-27, jul.\/dez. 2009. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.revistaviso.com.br\/\">http:\/\/www.revistaviso.com.br\/<\/a>. Acesso em: 06 dez. 2025.<\/p>\n<p><strong>SILVA, Renato Rodrigues da.<\/strong> O Parangol\u00e9 de H\u00e9lio Oiticica e a arte da transgress\u00e3o. <strong>Concinnitas<\/strong>, Rio de Janeiro, v. 1, n. 32, p. 287-320, ago. 2018.<\/p>\n<p><strong>SOUZA, Gabriel Girnos Elias de.<\/strong> A transgress\u00e3o do &#8220;popular&#8221; na d\u00e9cada de 60: os Parangol\u00e9s e a Tropic\u00e1lia de H\u00e9lio Oiticica. <strong>Risco: Revista de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo<\/strong>, S\u00e3o Carlos, n. 3, p. 86-103, 2006.<\/p>\n<p><strong>TEIXEIRA, Amanda Gatinho.<\/strong> Um olhar sobre a po\u00e9tica dos Parangol\u00e9s de H\u00e9lio Oiticica. <strong>Arteriais<\/strong>, Bel\u00e9m, n. 4, p. 51-59, jul. 2017.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Disputando o Grupo de Acesso I do Carnaval Virtual, o GRES Falange Imperial ir\u00e1 homenagear H\u00e9lio Oiticica na avenida em 2026. De autoria de Marcos Oliveira e Luiz Ara\u00fajo, a agremia\u00e7\u00e3o ir\u00e1 defender o enredo &#8220;Parangol\u00e9, H\u00e9lio: Marginal, Transgressor &amp; Artes\u00e3o&#8221;. Confira a sinopse oficial do enredo: Parangol\u00e9, H\u00e9lio: Marginal, Transgressor &amp; Artes\u00e3o Introdu\u00e7\u00e3o A<\/p>\n","protected":false},"author":358,"featured_media":54127,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_members_access_role":[],"_members_access_error":""},"categories":[535,524,86],"tags":[],"class_list":["post-54126","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-carnaval-virtual-2026","category-gres-falange-imperial","category-grupo-de-acesso-i"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54126","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/358"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54126"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54126\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54128,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54126\/revisions\/54128"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54127"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54126"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54126"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54126"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}