{"id":54192,"date":"2026-07-20T23:28:05","date_gmt":"2026-07-21T02:28:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/?p=54192"},"modified":"2026-07-20T23:28:05","modified_gmt":"2026-07-21T02:28:05","slug":"vissungo-e-o-enredo-do-imperio-do-rio-belo-para-o-carnaval-virtual-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/vissungo-e-o-enredo-do-imperio-do-rio-belo-para-o-carnaval-virtual-2026\/","title":{"rendered":"Vissungo \u00e9 o enredo do Imp\u00e9rio do Rio Belo para o Carnaval Virtual 2026"},"content":{"rendered":"<p>13\u00aa colocada no carnaval 2025, o GRESV Imp\u00e9rio do Rio Belo apresentou o enredo que levar\u00e1 para a disputa do Grupo Especial 2026 do Carnaval Virtual.<\/p>\n<p>De autoria de\u00a0Marcos Felipe, a agremia\u00e7\u00e3o ecoar\u00e1 o canto das Minas Gerais com o enredo <em>&#8220;Vissungo &#8211; canto da saudade&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Confira a sinopse do enredo:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Vissungo &#8211; canto da saudade<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>Justificativa e introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>O papel de uma Escola de Samba, vai muito al\u00e9m da dan\u00e7a propriamente dito, \u00e9 amplifica\u00e7\u00e3o de vozes, \u00e9 ferramenta de saber, \u00e9 fonte de cultura, \u00e9 descortinar o v\u00e9u do esquecimento e trazer para o conhecimento do grande p\u00fablico hist\u00f3rias, viv\u00eancias, vozes e culturas muitas vezes silenciadas pela alva perspic\u00e1cia daqueles que det\u00e9m poder e possibilidade de mascarar a verdadeira hist\u00f3ria e se colocarem como her\u00f3is e\/ou desbravadores de um Brasil que s\u00f3 existe em suas pr\u00f3prias mentes.<\/em><\/p>\n<p><em>Para 2026 o Imp\u00e9rio do Rio Belo, entendendo seu papel e dever enquanto ve\u00edculo de saber cultural, mergulha em suas mais internas origens. Vai buscar nos ecos sussurrados atrav\u00e9s dos ventos que sopram das Minas Gerais, a negritude do tempo de minera\u00e7\u00e3o, onde muito se fala das pedras, mas pouco se fala das m\u00e3os que garimparam toda a explora\u00e7\u00e3o. Traz de dentro das grutas, um Brasil profundo em cores e ritos, desenhando nessa avenida virtual, elos ritual\u00edsticos pretos por tr\u00e1s da minera\u00e7\u00e3o do ouro e de diamantes. Uma mistura de canto, dan\u00e7a e reza, na esperan\u00e7a de partilhar com todos a oralidade da resist\u00eancia preta Bantu, da cultura Afro diasp\u00f3rica que garimpou minas e pavimentou Minas. Se espelha nas representa\u00e7\u00f5es mais antiga do povo preto aqui nas terras brasileiras atrav\u00e9s dos c\u00e2nticos de congo, mo\u00e7ambique e ladainhas, que tamb\u00e9m ser\u00e3o retratados, para avan\u00e7ar sem esquecer do passado.<\/em><\/p>\n<p><em>O Imp\u00e9rio do Rio Belo brada em forma de arte, mem\u00f3ria e hist\u00f3ria de um povo que tem em suas veias os sussurros de f\u00e9 que cruzaram o oceano em dias e noites sofridas, plantando bravura, brotando resist\u00eancia, florescendo e frutificando um legado de for\u00e7a, coragem, sabedoria e acima de tudo, vida!<\/em><\/p>\n<p><em>Que as vozes ancestrais guiem nossa escola. Que as vozes ancestrais sejam ouvidas em nosso cortejo. Que a f\u00e9 de Zambi e Nossa Senhora do Ros\u00e1rio dos homens pretos nos protejam, trilhando o caminho do alvorecer na dan\u00e7a da hist\u00f3ria.<\/em><\/p>\n<p><em>&#8220;Trabaia, trabaia n\u00eago<br \/>\nTrabaia, trabaia n\u00eago!<br \/>\nA mina j\u00e1 n\u00e3o reconhece seu valor<br \/>\nTrabaia, trabaia n\u00eago<br \/>\nPro canto esconder a sua dor\u2026&#8221;<br \/>\nElaborado pelo enredista<\/em><\/p>\n<p><em><strong>MINA<\/strong><\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_54165\" aria-describedby=\"caption-attachment-54165\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRESV-Imp\u00e9rio-do-Rio-Belo-2026.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-54165\" src=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRESV-Imp\u00e9rio-do-Rio-Belo-2026-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRESV-Imp\u00e9rio-do-Rio-Belo-2026-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRESV-Imp\u00e9rio-do-Rio-Belo-2026-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRESV-Imp\u00e9rio-do-Rio-Belo-2026-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.carnavalvirtual.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Logo-Oficial-GRESV-Imp\u00e9rio-do-Rio-Belo-2026.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-54165\" class=\"wp-caption-text\">Logo oficial do enredo<\/figcaption><\/figure>\n<p><em><strong>\u00a0<\/strong>O tilintar das correntes trazia junto ao canto do galo o amanhecer de um novo dia. Antes mesmo que o sol pudesse levant\u00e1-los, l\u00e1 estavam meus trabalhadores, escravizados, para caminharem serra adentro. A mina j\u00e1 esperava por mais um dia de labuta, nesta terra t\u00e3o rica de pedras, de ambi\u00e7\u00f5es e de sofrimento. Pedras que diziam valer muito, mas ningu\u00e9m sabia. Enquanto a bateia balan\u00e7a nas \u00e1guas turvas, enquanto a picareta bate no lombo da serra, se erguiam os arraiais de vilarejos de diamantes. Evocamos ent\u00e3o, para nos guiar, toda a energia dessa terra por Nsumbu. Terra essa que embalou os corpos de todos os filhos que por ela pisaram em luta, terra essa que guiou a travessia das almas at\u00e9 Zambi quando do mundo f\u00edsico partiram ap\u00f3s \u00e1rduo trabalho. Nossa forma de sobreviver era o cantar, o canto de quem insiste em n\u00e3o sucumbir, em n\u00e3o virar rejeito de mina, em se diferenciar das frias pedras. Pois cantemos! Cant\u00e1vamos em um tom quase un\u00edssono e inaud\u00edvel em banzo.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>BANZO<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>O banzo era o que nos restava. Somos negros retintos, retirados de nossas terras e misturados \u00e0 sorte do trabalho. Volto navegando em minhas mem\u00f3rias, em busca de quem sente o abra\u00e7o do seu mais velho, da alegria dos er\u00eas correndo pelo terreiro. De saudar a natureza, o sagrado em liberdade. De nossas fam\u00edlias, da terra que sangrou nossa retirada. As \u00e1guas da di\u00e1spora embalaram homens e mulheres acorrentados, pelo caminho doloroso tumbeiro \u00e0 dentro, desde o porto at\u00e9 a senzala. Cantamos por aqueles que morriam na travessia, por aqueles que pereceram em dores, fome, peste. O que restava? Trabalho, sempre trabalho. E para tentar espantar a sina, sobrava eu\u2026 Ovisungo. Sou um de voc\u00eas, somos n\u00f3s, o canto Bantu das minas.<\/em><\/p>\n<p><em>&#8220;ia u\u00ea erer\u00ea ai\u00f4 gomb\u00ea<br \/>\ncom licen\u00e7a do curiandamba,<br \/>\ncom licen\u00e7a do curiacuca,<br \/>\ncom licen\u00e7a do sinh\u00f4 mo\u00e7o,<br \/>\ncom licen\u00e7a do dono de terra&#8221;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<strong>CANTO<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Sou o canto de labutar, pra pesar menos o trabalho. Sou canto de quem ainda sente a dor da escravid\u00e3o. Sou o rel\u00f3gio que marca o tempo que n\u00e3o se conta, o tempo que passa pelas m\u00e3os calejadas. Sou canto que mostra quem est\u00e1 do mesmo lado do rio da vida.<\/em><\/p>\n<p><em>Cantamos para diminuir o peso das pedras, para resistir contra as revelias de nossos capatazes. Em protesto pela vigil\u00e2ncia do \u201csinh\u00f4 mo\u00e7o\u201d, para manter viva nossa origem. Entoamos, pois, nossas palavras-for\u00e7a para fazer feiti\u00e7os contra os capit\u00e3es do mato. Combinamos encontros por entre os campos de fuga, por nossas pr\u00f3prias lutas. Cantamos para sonhar com a liberdade, esperando que um dia ela chegue em nossas m\u00e3os e na esperan\u00e7a que nosso canto chegue aos c\u00e9us e que nos leve bem pra longe, na eternidade.<\/em><\/p>\n<p><em>&#8220;Muriquinho piquinino,<br \/>\n\u00f4 parente<br \/>\nmuriquinho piquinino<br \/>\nde qui samba no cacunda<br \/>\npurugunta adonde vai<br \/>\npru quilombo do Dumb\u00e1<br \/>\nei chora-chora mgongo<br \/>\n\u00ea devera chora, mgongo, chora (bis)&#8221;<br \/>\nC\u00e2ntico de liberdade<\/em><\/p>\n<p><em><strong>REZA DAN\u00c7ADA<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>\u00a0<\/strong>Sou a reza pra se ouvir, ritual pra se comunicar. Uma prociss\u00e3o daqueles que temem em resistir, em meio ao bruto min\u00e9rio das montanhas de Minas Gerais. A fala que ressoa de Angola, daqueles que diziam que n\u00e3o sabiam rezar. Sou a ladainha que passa entre as gera\u00e7\u00f5es, sussurrando e melodiando a lida pelo of\u00edcio, que faz da dor sua prece. O pranto de quem n\u00e3o se cala.<\/em><\/p>\n<p><em>Sou tamb\u00e9m agradecimento pelo cachimbo de ervas da preta velha, o alento aos filhos do Ros\u00e1rio, nossa grande m\u00e3e preta. Sou o canto que transcende, que vai de encontro aos ancestrais. Girando e girando, evocando nossos guias, rezando o \u201cpadre-nosso\u201d enquanto ingoma dobra em chamado ao transe para nossos inkisi.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cPadre Nosso com Ave Maria<br \/>\nsecuro camera que tanazamb\u00ea<br \/>\ntanazamb\u00ea, \u00ea<br \/>\ntanazamb\u00ea, ah\u201d<br \/>\ncanto: Pade Nosso africano<\/em><\/p>\n<p><em>Sou ginga constru\u00edda pelos p\u00e9s descal\u00e7os em meio \u00e0 \u00e1gua do rio e os pedregulhos da terra. Pelas estradas de ch\u00e3o batido, nos interiores dessa Minas Gerais, vamos batendo latas e guizos enquanto as fitinhas dan\u00e7am ao vento. Somos caminhos de Congo e de Mo\u00e7ambique que abrem a roda pra nossa gente sambar! E saravando l\u00e1 vem vov\u00f4, saravando l\u00e1 vem vov\u00f3. Pega o ter\u00e7o, firma a bandeira no mastro e coroa seus reis. O corpo que canta, canta at\u00e9 n\u00e3o aguentar mais e repousa. Descansa da labuta, enquanto o canto-rezado fazia passar o tempo daqueles que ficavam. Sou canto da vida e da morte.<\/em><\/p>\n<p><em>&#8220;minha m\u00e3e mand\u00f4 me cham\u00e1<br \/>\nl\u00e1 no p\u00e9 de mulungu<br \/>\noi de dia plant\u00e1 bananera<br \/>\noi de noite toc\u00e1 caxambu<br \/>\nchora, ingoma ai\u00e1<br \/>\n(coro) \u00f4\u00f4\u00f4\u00f4&#8230;<br \/>\noia torna chor\u00e1 i\u00e1 (coro) \u00f4, i\u00e1i\u00e1i\u00e1\u2026&#8221;<br \/>\nCanto: Sauda\u00e7\u00e3o \u00e0 rainha<\/em><\/p>\n<p><em><strong>MEM\u00d3RIA<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>\u00a0<\/strong>O meu canto hoje? Ningu\u00e9m sabe\u2026 J\u00e1 n\u00e3o sou o mesmo de s\u00e9culos atr\u00e1s. Meus caminhos escritos, hoje dificilmente se acham. O que sobra \u00e9 a resist\u00eancia dos mais velhos em passar para suas gera\u00e7\u00f5es os cantos e rezas para perpetuar a hist\u00f3ria. H\u00e1 a mem\u00f3ria de cada quilombola, de cada crioulo mineiro que segue em uni\u00e3o pelo seu ax\u00e9, construindo frentes negras Brasil \u00e0 fora. Mas a urbaniza\u00e7\u00e3o se mostra colonizadora do presente, querendo sufocar bandeiras e dizimar costumes e comunidades. Onde outrora eram terreiros, hoje erguem-se pr\u00e9dios de uma selva moderna. Meus c\u00e2nticos perdem lugar para os tais sons do progresso, em nome daqueles que nem ao mesmo sabem o meu nome.<\/em><\/p>\n<p><em>Que sigamos ent\u00e3o em nossos cantos, pois o mais importante \u00e9 cantar! Cantar para trilhar novas vilas e cidades. Cantar, para um amanh\u00e3 de liberdade. Cantemos, ent\u00e3o, para lembrar com saudade de nossas ra\u00edzes mineiras. Que Clementina, Tia Doca da Portela, Nei Lopes, Mestre Ivo, junto de cada capit\u00e3o de congo, continuem porta-vozes do canto dos escravizados, dos cantos de saudade. E hoje, o Imp\u00e9rio do Rio Belo se junta a n\u00f3s, erguendo seu mastro verde e branco pela avenida virtual adentro. Para que continuemos a resistir e existir em cada cantar\u2026<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cSomos almas que se unem<br \/>\nEm corpos separados\u201d<br \/>\nOpostos &#8211; Sambas que elas querem<\/em><\/p>\n<p><em>\u201c\u00f4 caxinganguel\u00ea<br \/>\nvai-se embora com Deus, com Deus,<br \/>\ncom Deus vai-se embora com Deus\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Texto e pesquisa: Marcos Felipe Reis<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>AZEVEDO, Amailton Magno. O canto dos escravos: heran\u00e7as centro-africanas na m\u00fasica contempor\u00e2nea do Brasil. <strong>OPSIS<\/strong> (Online), Catal\u00e3o, v. 16, n. 1, p. 238\u2013251, jan.\/jun. 2016. DOI: 10.5216\/o.v16i1.36694.<\/em><\/p>\n<p><em>Confrafilmes. Vissungo &#8211; Fragmentos da tradi\u00e7\u00e3o oral. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=1HmSXcVqaWg. Acesso em 22 dez. 2025.<\/em><\/p>\n<p><em>FREITAS, Neide; QUEIROZ, S\u00f4nia (org.). Vissungos: cantos afrodescendentes em Minas Gerais. 3. ed. revista e ampliada. Belo Horizonte: FALE\/UFMG, 2015.<\/em><\/p>\n<p><em>MANCINI, Felipe. Por que Vissungos? FELIPE MANCINI [online], 24 jul. 2025. Dispon\u00edvel em: https:\/\/felipemancini.com.br\/por-que-vissungos\/. Acesso em: <strong>30 dez. 2025<\/strong>.<\/em><\/p>\n<p><em>SILVEIRA, Ian Pablo Furtado Goulart da. Os vissungos recolhidos por Aires da Mata Machado no \u00e1lbum \u201cO canto dos escravos\u201d. [S.l.: s.n.], [20&#8211;].<\/em><\/p>\n<p><em>QUEIROZ, S\u00f4nia (org.). Vissungos no Ros\u00e1rio: cantos da tradi\u00e7\u00e3o banto em Minas. 3. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: FALE\/UFMG, 2016. ISBN 978-85-7758-289-1.<\/em><\/p>\n<p><em>RODRIGUES, Tha\u00eds. Voc\u00ea j\u00e1 ouviu falar sobre os vissungos? Clique aqui para entender a import\u00e2ncia e influ\u00eancia da cultura desses povos. CONAQ, 13 mar. 2025. Dispon\u00edvel em: https:\/\/conaq.org.br\/voce-ja-ouviu-falar-sobre-os-vissungos-clique-aqui-para-entender-a-importancia-e-influencia-da-cultura-desses-povos\/. Acesso em: 23 dez. 2025.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>13\u00aa colocada no carnaval 2025, o GRESV Imp\u00e9rio do Rio Belo apresentou o enredo que levar\u00e1 para a disputa do Grupo Especial 2026 do Carnaval Virtual. De autoria de\u00a0Marcos Felipe, a agremia\u00e7\u00e3o ecoar\u00e1 o canto das Minas Gerais com o enredo &#8220;Vissungo &#8211; canto da saudade&#8221;. 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