GRESV Filhos de Jorge lança enredo para o Carnaval 2016
mar21

GRESV Filhos de Jorge lança enredo para o Carnaval 2016

 “SÃO JORGE GUERREIRO” 1 Setor: JORGE DA CAPADÉCIA E A VIDA DE JORGE SOLDADO Jorge, nascido na Capadócia, atual Turquia, filho de cristãos, foi educado para lutar sempre contra o mal. Adolescente, entrou para a carreira das armas, por ser a que mais satisfazia à sua natural índole combativa, e, logo foi promovido a capitão do exército romano, graças á sua dedicação e habilidade. Tais qualidades levaram o imperador a lhe conferir o título de Conde da Capadócia, e Jorge passou a residir na corte imperial e a exercer a função de Tribuno Militar. Então, o Imperador publicou um édito que mandava prender todo soldado romano cristão que não reverenciavam aos deuses romanos. Jorge, que sempre se declarou cristão, manteve-se fiel ao cristianismo. Torturado de vários modos, seu martírio aos poucos foi ganhando notoriedade; a cada vitória sobre as torturas, Jorge ia convertendo mais e mais soldados. O imperador, contrariado, chamou um mago para acabar com a força de Jorge. O santo tomou duas poções e, mesmo assim, manteve-se firme e vivo. O feiticeiro juntou-se à lista dos convertidos, assim como a própria esposa do imperador. Estas duas últimas “traições” levaram Diocleciano a mandar degolar o ex-soldado em 23 de abril de 303 d.C.. 2º Setor: PADROEIRO São Jorge é venerado desde o século IV e recebeu o honroso título de “Grande Mártir”. A devoção a Jorge rapidamente tornou-se popular e seu culto se espalhou pelo mundo, durante a Idade Média. Conhecido como verdadeiro guerreiro da fé, durante as Cruzadas, começou a ser cultuado como santo, que segundo a lenda, venceu satanás em terríveis batalhas. Iconograficamente, São Jorge é representado como um jovem imberbe, de armadura, tanto em pé como em um cavalo branco com uma cruz vermelha. A imagem conhecida, do cavaleiro que luta contra o dragão, foi difundida a partir de um mito surgido em romances de cavalaria. Está relacionada às diversas lendas criadas a seu respeito e contada de várias maneiras. Os ingleses acabaram por adotar São Jorge como padroeiro do país, assim como vários Lugares pelo Mundo, como, a Catalunha, Moscou e Portugal; já na África São Jorge é considerado padroeiro da agricultura. A devoção brasileira à São Jorge deve-se à colonização portuguesa, assim como o sincretismo nas religiões de matriz africana. No Brasil, podemos destacar: – É patrono dos Escoteiros, Bicheiros, Soldados, Policiais, Bombeiros, Armeiros, Cavaleiros, Seguranças e Serralheiros; – É o Santo Padroeiro do Corinthians, acredita-se que sua história de devoção e fidelidade à verdade Cristã até o fim de seu martírio seja a origem do termo “Fiel”, popular entre os torcedores corintianos; – É Padroeiro de várias escolas de sambas pelo Brasil...

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GRESV Império da Fênix lança enredo para o Carnaval 2016
mar21

GRESV Império da Fênix lança enredo para o Carnaval 2016

 “Memórias de um velho rio doce” Oh Meu rio doce… Suas águas que se encontram com o mar, Que me dão o meu alimento de cada dia. Brincar em sua margem e logo depois dormir ao som da intensa floresta e ao fundo a correnteza que se quebra sobre rochedos . Em um dia que o céu não era mais o mesmo e que a mata se encontrava triste e solitária ainda tenho guardado na memória  eu e meu bando fomos ao encontro do rio doce ,chegando lá nos deparamos com invasores que eram homens e mulheres brancos com vestis. Eles estavam em pequenas embarcações pintadas, fomos caminhando silenciosamente pelas matas sem rumo os seguindo e chamando outras tribos que pertenciam aquele território a beira, os  Crenaques e Botocudos . A ameaça aportou  em nossa terra com crueldade ,destruindo nossas arvores, esmagando nossas plantas e no meio de imensas grutas, eles acharam Pedras, Ouro e começaram a rouba-las. Enfurecida as tribos surgiram e os atacaram   com metais afiados, machucando muitos indios e brancos  por ali. A Terra manchada com sangue que escorria até o rio marcava  a ambição do homem . Depois de noites se recuperando , Os invasores surgem novamente, muitos de nós  fugiram outros ficaram para lutar. Nossa tribo foi destruida por eles os tornando mais  fortes e nos deixando  isolados. Com o passar do tempo,  destruiram nossas plantações de cana de açucar, de café cortaram nossas arvores e  formavam montanhas com pedaços de madeiras retiradas dali. Fizeram grandes maquinas retirando as riquezas construindo grandes Vilas e Ranchos, ocupando as aréas de cultivo até as margens nomeando de Ouro preto, Mariana e Piranga. Novos  homens e mulheres foram morando naquelas construções feitas de barro seco com pedaços quadrados brilhantes .Continuaram invadindo nossas areas e nos dominando ,tiravam nossos costumes ,Artesanatos, Pinturas em pedras, molduras entre outros costumes e muitas noites foram perdidas pelo sentimento do medo. Quando fui raptada por eles Eu implorei pra pararem de maltratar a natureza. A Nossa mãe iria ficar furiosa e um dia se cansaria e iria desvastar tudo que tinha a frente ,eles não acreditaram em mim .Depois de tardes presa em um local que só conseguia ver reflexos do sol eu consegui fugir dali. Os  poucos animais que  restaram ,por nós eram preservados. Nossa pesca era sagrada sobre aquelas águas , O sol que iluminava nossos céus ao final da tarde sempre se escondia entre as imensas montanhas. Eles faziam festejos nas ruas Com vestis coloridas e brilhantes ,pulando e cantando e atribuindo seus costumes aquela terra que não era mais a mesma que nossos antepassados viveram . Depois de...

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GRESV Leão de Mesquita lança enredo para o Carnaval 2016
mar21

GRESV Leão de Mesquita lança enredo para o Carnaval 2016

“Toma conta, presta conta. Ao romper da madrugada. Ela é Padilha, ela é Maria, ela é Mulher” Justificativa Nome que significa Rainha do Fogo, Maria Padilha já teve várias encarnações na Terra, e a última delas foi em Ilhéus na Bahia. Nesta sua última encarnação, ela era uma espanhola que veio para o Brasil morar em Ilhéus na Bahia e foi morta na porta de um cabaré. Todos os homens que ela teve, em cada uma das encarnações, num total de sete, estão com ela na espiritualidade. Entre mitos mais variantes que revelam alguma qualidade a característica especial desta mulher, o que servirá nos terreiros como apoio é o segundo nome que acompanhará o primeiro. Recebe outros apoios que alguns podem pensar que se trata de outra Pombagira, mas na realidade é ela: “Rainha dos Infernos”, “Rainha do Candomblé”, “Rainha das Marias”, “Rainha das Facas”, “Mulher de Lucifer”, “Rainha da Malandragem”, “Rainha dos Ciganos”, etc. Em cada lugar lhe dão diferentes sobrenomes, que na realidade busca elogiar a entidade e transmitir uma maior intimidade. Pomba Gira Maria Padilha é conhecida por sua eficiência e rapidez, e está entre as mais populares das Pombagiras. Às vezes ela é chamada de “rainha sem coroa”, e isso certamente se refere à Maria histórica, que era a rainha do coração de D. Pedro, mas negou que as suas propostas repetidas para o casamento, preferindo a sua independência durante sua estada na corte. Este também descreve certo tipo de mulher, aquele que exige respeito, e cujo comportamento é real, mesmo se ela é pobre ou da classe trabalhadora. Maria também é um exemplo perfeito de como “espíritos novos” nascem: lendas cresceram em torno da mulher real, que tinha uma reputação de feiticeira, e dentro de cem anos, as bruxas em Espanha e Portugal estavam usando seu nome e chamando seu espírito para ajudar los em suas magias. Tem predileção – igual ao seu principal marido, Rei das 7 Liras (Lúcifer) – pelas navalhas e armas brancas em geral, especialmente aquelas que são afiadas e pequenas, onde se deve ter muita agilidade para não ser cortado. Como toda pomba gira, possui numerosos amantes ou parceiros, com os quais pode “adjuntar-se” ou “trabalhar”, sendo essa parceira que protegerá a determinada pessoa. Cabe esclarecer que nem sempre se formam os mesmos parceiros, pois os mesmos dependeram da morada onde trabalhe a Pomba Gira e o que indique o ponto riscado ou firma espiritual. Apresenta-se sob a aparência de uma formosa mulher, de longos cabelos negros, pele morena (as vezes mais clara e as vezes mais escura), sua idade e físico variam também de acordo com o tipo de caminho...

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GRESV Caprichosos do Boa Vista lança enredo para o Carnaval 2016
mar21

GRESV Caprichosos do Boa Vista lança enredo para o Carnaval 2016

“Seu trevo, seu manto, verde e branco da sorte! Salve a furiosa do samba. Sou camisa verde até a morte” SINOPSE “Sou VERDE E BRANCO até a morte Do VERDE E BRANCO não me separarei Deu-me tantas alegrias Belos carnavais que eu passei, eu passei Na sua bandeira, enxuguei o pranto de uma dor não esquecida Deslumbrante na avenida A minha escola é realmente a mais querida De janeiro a janeiro, o ensaio é geral O samba é o nosso ideal” Com este belíssimo hino, começamos a descrever a linda trajetória de uma escola de samba, que se juntar aos tempos dos cordões possui 102 anos de glórias. Não vamos aqui explorar a história desta escola centenária, vamos aqui enaltecer os seus grandes desfiles e caprichosamente ouvir em uma só voz: VERDE, VERDE QUE TE QUERO VERDE MINHA ALMA FEZ RAIZ NA BARRA FUNDA BERÇO DO MEU CARNAVAL * samba exaltação Quando Dionísio Barbosa guiou o GRUPO CARNAVALESCO BARRA FUNDA pelas ruas dos Campos Elísios em 1914, o samba era marginalizado. A Polícia do então Presidente Vargas não dava paz eles eram confundidos com integrantes de um partido político e de tanta perseguição deixaram a alegria dos festejos de lado e decidiram encerrar as atividades em 1936. Porém, 17 anos depois um sambista de nome Inocêncio Tobias e apelido “Mulata” cria um novo grupo afim de resgatar as alegrias perdidas no bairro da Barra Funda, e assim nasce o Cordão Mocidade Camisa Verde e Branco. Logo no seu primeiro ano desfilando como cordão, o Camisa Verde vence o desfile de cordões, com o enredo IV Centenário; e assim começa sua trajetória de glórias. “olha a nossa tradição Que lindo cenário é Campeão do IV Centenário” *Samba campeão de 1954 no IV centenário O pavilhão é composto pelo trevo na cor verde com o nome da escola e fundação e por 9 (nove) estrelas na cor dourara em igual número aos campeonatos conquistados pelo Camisa nos desfiles oficiais das Escolas de Samba. A estrela abaixo do trevo representa a condecoração à Ordem do Mérito da Cultura, promovido pelo Ministério da Cultura, sendo Camisa e Vai-Vai as únicas escolas de samba paulistanas condecoradas. (Fonte: site oficial do camisa verde e branco) Sendo afilhada da Estação primeira de Mangueira, uniu o verde com o rosa e em verso e prosa trouxe o mestre Delegado para abrilhantar o povo da barra funda. São nove títulos conquistados durante sua trajetória e sambas memoráveis, a escola sempre foi rodeada de grandes compositores então com toda certeza maravilhosas obras surgiam. Talismã, Ideval Anselmo e Zelão foram algumas de tantas estrelas que abrilhantaram este pavilhão. Vamos viajar...

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GRESV Apoteose lança enredo para o Carnaval 2016
mar21

GRESV Apoteose lança enredo para o Carnaval 2016

JUSTIFICATIVA Em seu ano de estreia no Carnaval Virtual, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Virtual Apoteose apresentará o enredo “Mãe-Baiana, Tia do Samba – História guardada na saia rodada”. Prestando uma justa homenagem às grandes mães do samba e do carnaval, carinhosamente chamadas de tias, e que, hoje, formam a mais emblemática ala de um desfile de escola de samba. Saber a história das baianas é desenrolar sua saia, buscando descobrir a essência ali guardada. É como folhear um livro à procura de conhecimento. Saia essa que estava presente nas taieiras, mulheres pertencentes ao grupo denominado Taieira, o qual, no século XVIII, realizava uma dança-cortejo, de cunho sagrado e profano, em louvor aos santos negros – Nossa Senhora do Rosário e São Benedito. Das taieiras se originaram as baianas. Com sua ancestralidade africana, as negras remodelaram as características de suas precursoras, aderindo à saia e implementando seus próprios colares, suas guias e seu principal adereço: o turbante. Não demorou muito para que estivessem nas ruas com seus tabuleiros de quitutes, costurando mais uma parte de sua história. Com o feito da Princesa Isabel, essas mulheres se mudaram para o Rio de Janeiro. “Fundaram” a “Pequena África”, lugar onde se instalaram e trabalhavam para manter o sustento da família. Contudo, de noite, tinha batuque e louvação a todos os seus santos. Desses encontros pessoais e musicais, nasceu o “semba”. E se fez samba. Ritmo ensinado pelas escolas e abençoado pelas tias baianas, que depois do decreto-lei de 1933, ganharam uma ala em sua homenagem, nos desfiles que aconteciam na Praça Onze. Até a Marquês de Sapucaí, a ala das baianas passou por diversas transformações e, ao longo de sua história, eternizou grandes componentes desse grupo. Componentes que hoje semeiam o orgulho de ser baiana para todo o Brasil. Encarnam o personagem mesmo fora da avenida. Baianas que, como mãe, passam o legado de geração a geração. Legado oriundo de toda uma essência eternizada na história dessas mulheres. História de luta, resistência e superação, que pela Mãe-Baiana é carregada. E na saia rodada é guardada. SINOPSE Trajadas de branco. Umas com flores, outras jarros, até vassouras. Tudo de mais sagrado para limpar as energias daquela pista e deixar bons fluidos para o carnaval que há de passar. Entoam sambas como um canto ao santo, rufam-se os tambores como surdos de marcação. Na mistura afro-brasileira, samba e candomblé, faz-se a lavagem do sambódromo virtual. As baianas preparam sua própria festa: axé! No desenrolar de sua saia, baiana, é revelada a mais bonita história do carnaval… Cai a tarde na vila de Nossa Senhora da Purificação e Santo Amaro. É chegada a...

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