Boi de Edson Passos apresenta enredo de estreia no Carnaval Virtual
jul20

Boi de Edson Passos apresenta enredo de estreia no Carnaval Virtual

Estreante no Carnaval Virtual, o GRESV Boi de Edson Passos apresentou o enredo que levará para a disputa do Grupo de Acesso II na edição 2026 do Carnaval Virtual. De autoria de Moraes , a agremiação irá defender o enredo “A Estrela que nasceu do curral, o Brilho do Carnaval”. Confira abaixa sinopse oficial: A Estrela que nasceu do curral, o Brilho do Carnaval Nas terras de Mesquita, onde o trem fazia parada, num curral, a história se iniciou. ” Vai descer o boi ” era o que se dizia para quem descesse ali na estação,  e , em justa homenagem,  Édson Passos, foi imortalizado ao dar nome à nossa morada. Vermelho como sangue, fui criado para mostrar que levo comigo a cor do amor no meu pavilhão,  mas que também posso ser multicor. Posso ser vermelho como garantia, azul como capricho, verde e amarelo como nação,  ou posso ser uma aquarela de diferentes cores, pois sou samba, amor, cultura e paixão! Posso ser bumbá, de mamão ou de folia, o que importa será sempre a alegria! Sou cantado em toadas, batuques,  coros, samba e até no funk me exaltam. Vem!!!! Se agarre nos meus chifres e venha ser feliz!!! Tenho orgulho de ser baixada, ser Mesquita, ser raiz! Quem sou eu??? Permita me apresentar Eu sou o Boi de Édson Passos, e vim pra ficar!!! Vou conquistar seu coração,  e no calor da emoção,  ver seu corpo arrepiar,  e ao final da minha apresentação,  se a lágrima rolar, ahhhh… Aí tenho certeza que você é mais um membro da nossa grande...

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O encanto da Jurema é o enredo da Alegria Sambista para o Carnaval Virtual 2026
jul20

O encanto da Jurema é o enredo da Alegria Sambista para o Carnaval Virtual 2026

Permanecendo no Carnaval Virtual, a ESV Alegria Sambista apresentou o enredo que levará para a disputa do Grupo de Acesso II na edição 2026 do Carnaval Virtual. De autoria de Renan Barros, a agremiação irá defender o enredo “Jurema: O Encanto da Raiz que Floresce ao Sol”. Confira abaixa sinopse oficial: Jurema: O Encanto da Raiz que Floresce ao Sol INTRODUÇÃO A E.S.V. Alegria Sambista celebra e conta uma história em que o amor vence o ódio e os mundos dos vivos e dos encantados se encontram, para dar voz ao povo da floresta, força a cultura legítima indígena brasileira e fortalecer a fé do povo ancestral brasileiros que sobre tudo, são os verdadeiros donos deste chão. Entre a raiz da terra e a luz do sol, nasce um dos mais belos encantamentos da ancestralidade brasileira. Esta é a história de Jurema, a menina entregue à árvore sagrada e escolhida pela floresta para se tornar ponte entre mundos. Criada nos mistérios da natureza, ela floresce como guardiã dos saberes ancestrais, até viver um amor proibido com Huascar, guerreiro dos Filhos do Sol. Do encontro entre terra e luz, nasce um destino marcado por sacrifício, transformação e eternidade. Ao se encantar, Jurema não desaparece — ela se torna força viva, raiz sagrada e espírito guia. De seu amor e de sua entrega, surge um caminho espiritual que atravessa o tempo e ecoa nos rituais da Jurema Sagrada e do Catimbó. Um enredo que celebra o poder da natureza, a força do amor e a permanência da fé nos portais sagrados espalhados pelo Brasil. “Jurema: O Encanto da Raiz que Floresce ao Sol” No princípio, quando o mundo ainda respirava magia e os mistérios da natureza guiavam os destinos dos homens, é para onde a Alegria vai te conduzir. Para lembrar que uma criança foi entregue ao sagrado ventre da floresta e que a partir dali, uma história amor e ódio,  resistência e fé,  mudaria para até hoje a vida de todo um povo sagrado dessa terra. Em fuga e desespero, uma mãe confia sua filha recém-nascida ao interior de um tronco de jurema — árvore de poder, guardiã dos segredos da terra e portal entre os mundos. Ali, envolta pela força da mata, a criança não é abandonada… é consagrada. O tempo passa. E a floresta devolve ao mundo aquilo que acolheu. Quem a encontra é o cacique Tupinambá, líder de seu povo e guardião da tradição. Ao abrir o tronco e encontrar a menina viva, serena e protegida, compreende que está diante de um ser escolhido. Ela não nasceu da dor. Ela nasceu do mistério. Criada como filha e...

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O Caminho das Tranças é o enredo de estreia da Flor da Mocidade
jul20

O Caminho das Tranças é o enredo de estreia da Flor da Mocidade

Estreante no Carnaval Virtual, o GRESV Flor da Mocidade apresentou o enredo que levará para a disputa do Grupo de Acesso II na edição 2026 do Carnaval Virtual. De autoria de Tobias Terceiro e Sara Belasco, a agremiação irá defender, em 2025, o enredo “O caminho das tranças: de África ao Brasil”. Confira abaixa sinopse oficial: O caminho das tranças: de África ao Brasil Das mãos que trançam nascem caminhos de memória, identidade e resistência. O enredo propõe um mergulho na ancestralidade das tranças negras como linguagem estética, código cultural e instrumento de afirmação ao longo do tempo. Muito além de um adorno, trançar cabelos é gesto de cuidado, afeto e pertencimento — um saber passado de geração em geração, que conecta o presente às raízes africanas. A narrativa percorre os reinos do continente africano, onde as tranças indicavam status, etnia e território, atravessa a dor da diáspora e ressignifica esse símbolo nos quilombos e periferias do Brasil. Entre fios que se entrelaçam, revelam-se histórias de resistência silenciosa, onde o cabelo se torna mapa, coroa e manifesto. Na avenida, cada trança é um elo entre passado e futuro, exaltando a beleza negra como potência criativa e política. Em um grande ritual coletivo, o enredo celebra o orgulho de ser, a estética como identidade e o ato de trançar como expressão viva de cultura, ancestralidade e...

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União de Sepetiba apresenta enredo para o Carnaval Virtual
jul20

União de Sepetiba apresenta enredo para o Carnaval Virtual

O GRESV União de Sepetiba apresentou o enredo que levará para a disputa do Grupo de Acesso II na edição 2026 do Carnaval Virtual. De autoria de João Ribeiro, a agremiação irá defender, em 2025, o enredo “O Canto dos Tamoios e a Dança dos Sapês”. Confira abaixa sinopse oficial: O Canto dos Tamoios e a Dança dos Sapês Queimou o Sapê Nas terras da Baía de Sepetiba tem capim-sapê sobra. Assim, quando o vento sopra, a folha se dobra e sua dança exorta o fluir de um povo. O sapê não é alimento, é ideal para o povo indígena que aqui morava construir suas casas e ferramentas. O sapê não é alimento, ele é energia que queima, ele é o fogo do oeste. O sapê é o mistério que o vento dobra fácil e espalha o fulgor de chamas facilmente. A União de Sepetiba usa a energia da planta que abriga para queimar sua energia na avenida, para esfumaçar a visão de quem quiser fazer mal à aldeia. A União de Sepetiba vai çape-tybar o Carnaval, navegando o mar de alegria da Baía de Sepetiba com uma força ancestral que nasce nas terras dos Tamoios/Tupinambás Os Tamoios que habitavam nossa terra têm no seu nome a ancestralidade. Tamyía são os avôs, os mais antigos, assim como o sapê, aqueles que habitam nesta terra faz tempo. Quando o sapê da União de Sepetiba começar a queimar, a fumaça do sapezal vai enebriar a avenida. A União çape-tybará com seu barco navegando no tempo até os dias Tupinambás da nossa Baía. Quem nos guiará na linha do tempo imortal são os avôs/tamoios, donos originários da terra. Ruão, 1550. Bonjour, çape-tybei oui Monsier! A primeira parada do nosso barco-avô é em terras francesas! Catarina de Médici e Henrique II de França çape-tybaram em Ruão. Em 1550 um dos Tupinambás/Tamoios da lendária viagem era um pequeno çape-tybano. Em meio ao grande parque de Ruão, construído para os olhares reais, ele queimou a gramínea tropical. Os olhos franceses brilharam, o fogo originário queimou a terra e o capim-sapé! Lacrimejaram os olhos de Tupinambás em meio aos festejos que simulavam as batalhas e a antropofagia. Volta nas águas ancestrais o nosso barco para a Baía de Çape-tyba. Çape-Tyba, 1557. Funda-se! O barco encheu, sobram indígenas, invasão! Do outro lado das montanhas de Kari-Oká pode-se ouvir o rufar de canhões. A guerra entre os invasores portugueses junto dos adversários Tupis faz com que outros Tamyía procurem refúgio nas terras da nossa Baía. Funda-se a grande aldeia! A Çape-Tyba é a casa dos refugiados. Nossa casa nasce enorme, nasce para todos, nasce Tamyía, uma jovem-velha, uma...

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