Manuel Padeiro é enredo do Império da Fênix para o Carnaval Virtual 2026
4ª colocada na temporada passada, o GRESV Império da Fênix apresentou o enredo em que disputará o Grupo Especial do Carnaval Virtual 2026. De autoria de Marcos Felipe Reis, a agremiação homenageará Manuel Padeiro com o enredo “Pelas trilhas da serra, em nome da liberdade!”. Confira a sinopse do enredo: PELAS TRILHAS DA SERRA, EM NOME DA LIBERDADE! SINOPSE Pelas trilhas que cortam os pampas vão as conexões ancestrais, e junto a elas seguem os relatos de bravura acerca de um herói cuja história tentaram apagar… Manoel, que tomou nas mãos o próprio destino, sob as bênçãos de Oxalá, não nasceu para ter dono ou feitor! Tal qual a pomba branca do orixá, não defendia apenas a liberdade para si: também lutou para que ela chegasse aos seus irmãos de cor. Fundou, então, seu quilombo andarilho nas cercanias da Serra dos Tapes. Sua história é envolta em misticismo, bravura e resistência. Dizem que Manoel Padeiro veio da Costa do Ouro e fez a travessia. Teve sua vida livre tomada e, ao desembarcar na região de Pelotas, fez seu nome. Em um sistema de exploração, Boaventura achava ser seu dono. Mas Manoel agarrou o próprio destino e correu para se tornar guerreiro. Ouviu o grito das senzalas, ecoando contra a repressão dos feitores. Com a Revolução Farroupilha em curso, a região perdeu habitantes. Era chegada a hora de o machado de dois gumes reluzir: a justiça de Xangô! Derrubar portas de cativeiro, abrir as porteiras das fazendas do opressor. Ontem e hoje a chibata dita regras, faz leis e risca histórias. Mas no amanhã estava a esperança. E com a liberdade que sua ancestralidade lhe concedeu, correu pelos descampados dos pampas, seguindo o rumo dos ventos. Abriu trilhas e encontrou caminhos feitos por outros irmãos e futuros parceiros de luta, e ali fez sua morada. Sob o véu das folhagens, aprendeu a se camuflar. Nas folhas desenhou seu futuro. Assim, dentro das matas, ecoou um grito de resistência que potencializou a luta do bando do General Padeiro. Corriam de charqueada em charqueada, por fazendas e olarias, para derrubar portas de senzalas e incendiar troncos de chibatadas. Com a ajuda de Simão Vergara e Tereza Vieira, mantinham sua luta. E, como um resquício da Mãe África que traziam no coração, fizeram da língua kikongo sua fortaleza e da irmandade seu maior trunfo. Hoje, General Manoel foi devolvido ao lugar que lhe foi tirado. É herói reconhecido. Aquele que não se curvou diante da injustiça nem de uma vida imposta. Entre colinas e morros da Serra dos Tapes ergue-se a bandeira do “Zumbi dos Pampas” o insubmisso que ousou levar o que muitas...
Império da Fênix apresenta enredo para o Carnaval Virtual 2025
12ª colocada do grupo na edição passada, o GRESV Império da Fênix apresentou o enredo que levará para a disputa do Grupo Especial, na edição comemorativa dos 10 anos do Carnaval Virtual. De autoria de Marcos Felipe Reis, a agremiação irá defender, em 2025, o enredo “Asantewaa: Rainha – Mãe das Terras de Ouro”. Confira abaixa sinopse oficial: ASANTEWAA – RAINHA-MÃE DAS TERRAS DE OURO A princípio… um novo mundo, uma nova alma! Nyame, Deus supremo e criador do universo, Delega a Asase Yaa, o espírito da grande mãe, Para cuidar da Terra e gerar fertilidade, Mulher sábia, de pele terrosa como o solo, Onde podemos ver a sabedoria pelos traços de seu rosto, Mãe primordial que com sua dança ancestral, Cria a terra e concede a ela, a vida! Ensina a humanidade a importância do sustento, Do laço com suas origens e que todos estamos conectados. Os Akan são o povo que ergueu a história do lugar, Que hoje é conhecido como Gana, Da terra incrustada de ouro, Um reino assentado no sagrado banco reluzente! Onde reis vieram e reis passaram, Mas o místico Sika dwa, o trono dourado dos céus, ficou! Este trono simbolizava o poder em meio ao ouro da região E guarda Sunsum – a alma do povo Ashanti Deste mesmo ouro, joias nasceram E da força ancestral, Oti Akenten uniu a nação Ashanti Após uma batalha E Assim, Osei tutu erigir o destemido Império. Os ventos sopraram nas colinas, Dias passaram, noites vieram e o tempo trouxe a predestinada, herdeira do Sunsun indomável! Do ventre de Attah poh, a iluminada de Asase chega. O nome da resistência feminina, guerreira de Kwabena Ampoma, Que a grande deusa ensinara a sempre lutar pelos seus, Com ímpeto da águia rapace e ferocidade de uma leoa, Guadiã do santuário de sua família, consagrada dos deuses, Agricultora de mãos abençoadas pela mãe da terra, Nana Yaa! Em toda a glória de Akan, o maior legado da costa do ouro! Como canto de guerra e fogo sagrado que nunca se esvai, Do Sangue real de Ejisu, Desde o engatinhar até a lutas nos campos de batalha, Nana Asantewaa, a grande mãe justa. Mas um dia, sombras se ergueram por de trás das montanhas, Rumando da costa do ouro, A cobiça transmutada em insígnias de senhores usurpadores, Trouxeram consigo a sanha de poder, Poder que vai além da compreensão de quem somente vê ouro. E de Sir. Frederick, veio o grande insulto, Ao exigir o sagrado banco dourado para si, Fez brotar a ira Ashanti! A Rainha guardiã do místico elemento, Unindo seu povo rumou à guerra. Avançar e lutar pelo...
Conheça o enredo do GRESV Império da Fênix para o Carnaval 2018
IMPÉRIO DA FÊNIX O PORTUGUÊS SUBMERSO – SANTA ROSA Primeiras Ações de D. João V. “Caminho lentamente pelas areias da praia de Itapuama, em Cabo de Santo Agostinho. Sem destino, observo as quebradiças das águas e avisto o horizonte. Lembro-me de páginas, mas não me recordo de onde são. Lembro-me apenas de um naufrágio antigo, onde a cobiça era mais importante que uma vida. Em minha frente encontro um velho senhor contando conchas. Vestindo roupas sujas e velhas de capitão, um homem já cansado pelo tempo. Pergunto-lhe se conheces algum naufrágio que ocorreu por essas terras. “Ele me afirma que há um antigo, chamado Galeão Rosa.” Senhor – Foram tempos de conquistas e desbravamento de terras. Portugal certa vez perdeu seu rei, ao lugar subiu ao trono D. João V em 1707. Sua primeira missão foi uma guerra em que o país se encontrava. Guerra da Sucessão da Espanha contra a grande potência continental, a França. Tendo a subida do austríaco Imperador Carlos III ao trono espanhol, ajudou com que o tratado de Utreque fosse assinado logo mais tarde, em 1714. Sendo assim Portugal teve o reconhecimento pelas terras amazônicas e a paz no ano seguinte foi estabelecida entre os países garantindo a restituição da colônia do Sacramento. Sendo assim D. João V, depois do fim da guerra decidiu impor seus planos políticos, comerciais e atlânticos em ativa buscando maneiras de melhorar a economia de Portugal. Planos em Ativa e a Construção Da Fragata Garoto – Esse rei gostaria de melhorar Portugal através do nosso país? Senhor – Sim, tanto que para melhorar a economia ele encaminhou ao Brasil, em 1710, alguns imigrantes portugueses para a exploração de nossas terras, no caso para obterem mais o ouro de nosso país. Garoto – Eu já li que esse rei ordenou a construção de várias fragatas portuguesas para viagens mais longas e difíceis desbravando os 5 oceanos atrás de luxo para ele. Senhor – Entre essas fragatas veio a construção do nosso navio, O Santa Rosa, em 1715 com suas 1.100 toneladas, possuindo 3 mastros, 56 metros de comprimento e em seu casco 70 canhões em Ribeira de Naus, um cais a beira de um rio onde foram construídas as demais fragatas também. O Nome de batismo foi escolhido em homenagem à padroeira do Peru, Santa Rosa de Lima, a primeira santa nativa da América. O Galeão Santa Rosa Senhor – No mesmo ano de sua construção foi lançada ao mar tendo como capitão Bartolomeu Freire, com a missão de levar couro e utensílios feitos de madeira para a costa africana, mais precisamente, Mina. Retornando com especiarias e pedras que os portugueses que...
Samba Oficial 2017 – Império da Fênix
“KARAJÁ – A ESTÓRIA PERDIDA SOB O CÉU BRILHANTE DO ELDORADO” Compositores: Isac Ferreira, Diney SP, Fábio Ventura, Nonô, Raphael Soares, Rodrigo Raposa, Victor Fernandes Interprete: Carolina Abreu O meu grito ressoou… Ecoou por terra, céu e mar De vermelho e branco eu vou Cantar por eldorado dos karajás Um sonho dourado reluz no imaginário europeu A sua cobiça viaja “O novo mundo é todo meu!” Amanaiés e Carajás, Assurinis Anambés e Caiapós, filhos da terra A paz adormeceu nos braços de Jaci O despertar raiou em guerra Curupira tá na mata Cobra-grande vai chegar Doce encanto de iara Traz o medo no olhar Mas a tribo se calou Era o triunfo do invasor Destruindo a natureza em sua busca por riqueza Vem… vem cobiçar meu eldorado Manchar o meu céu estrelado Vem ver a lágrima rolar… E mesmo com a guerra no passado Que o chão seja sagrado Ainda há motivos pra chorar Ô ô ô ô ô ô Não há medo em nosso coração Ô ô ô ô ô ô Aos que se foram, só amor e...
Império da Fênix apresenta novo pavilhão e também enredo
Com seu pavilhão renovado, a Império da Fênix apresenta a sinopse de “Karajá – A Estória da Terra Perdida Sob o Céu Brilhante do Eldorado”, de Matheus Rodrigues e Wallace Amado. Confira a sinopse, e também o pavilhão novo da Império da Fênix ao final da mesma. KARAJÁ – A ESTÓRIA DA TERRA PERDIDA SOB O CÉU BRILHANTE DO ELDORADO MONTANHAS DE OURO, UMA TERRA CHAMADA ELDORADO O Homem branco se revela ambicioso. Navegando e desbravando em águas profundas e brasileiras avista uma pequena pedra com reflexo reluzente, o ouro. Esperançoso, em seu pensamento veio a imaginar uma grande cidade perdida no meio da mata repleta de pedras preciosas, jóias e bijuterias de valor e montanhas amontoadas de riquezas cobertos por mais puro ouro maciço. Porem ao chegar as margens daquela terra avistou ao longo do rio pequenas embarcações feitas de madeiras, imaginou que não iria ser o primeiro e para isto necessitava ter um plano para lutar e vencer pela aquela terra e por todo aquele ouro que ali se encontrava e em seguida desbravar outros cantos. TERRAS INDÍGENAS – A VIDA DAS TRIBOS NO SOLO DA TERRA CHAMADA ELDORADO Naquela terra, ao redor do rio Vermelho e Sororó viviam as tribos Karajás, Amanaiés, Anambés e Assurinis espalhando sua cultura e seus costumes, utilizando diversos materiais como o barro, palha, madeira, pedras e folhas, formando grandes aldeias. Quando havia festanças e rituais muitos índios saiam durante a noite para colher Açaí, Bacaba, Cupuaçu, Bacuri , Pupunha, Tucumã, Muruci, Piquiá. Em uma bela manhã começou a invasão dos desbravadores em sua terra, sem intimidação os índios foram a guerra porem muitos se feriram pois suas armas não eram mais fortes que a deles . O MEDO ASSOMBRA OS INVASORES DE ELDORADO Depois de tomarem as terras indígenas os Invasores foram descobrindo mitos da mata, espantados com as lendas de Muiraquitã, Matinta Pereira, Cobra Grande, Curupira, Mapinguari, Vitória-Regia e Iara tomava cuidado com as florestas e rios. Certo dia um afirmava ter visto a tal criatura de um olho só, com a boca no estomago em outro se banhando pelas águas do rio afirmava ter sido empurrado pela terrível cobra grande. O homem branco contava que no meio da mata havia observado uma mulher velha, feia, assobiando. Ele tentou se aproximar, porém ao olhar em seus olhos recuou com medo, um de seus ajudantes teria se encantado ao ver a bela índia lhe oferecer um amuleto Mesmo com medo desses mitos da floresta continuaram a atacar e desbravar a pacifica terra que os índios viviam, restando um cenário de destruição. PRIMEIROS HABITANTES DE ELDORADO Com o passar do tempo e os avanços do colonizador surgiram os primeiros imigrantes, por ser uma cidade do mais...








