Prece ao mar é o enredo da Imperiais de Madureira para o Carnaval Virtual 2026
jul20

Prece ao mar é o enredo da Imperiais de Madureira para o Carnaval Virtual 2026

9ª colocada no Carnaval Virtual 2025, o GRESV Imperiais de Madureira irá cantar uma prece às águas em seu enredo para a disputa do Grupo Especial, no Carnaval Virtual 2026. De autoria de Marcos Felipe Reis, a agremiação irá defender o enredo “Prece ao mar”. Confira a sinopse do enredo: Prece ao mar Apresentação A Imperiais de Madureira apresenta um enredo que eleva à condição de protagonista o homem simples que vive do mar, transformando sua fé, sua luta e sua tradição em narrativa grandiosa. Prece ao Mar é a celebração da cultura das águas como patrimônio vivo, expressão de identidade e símbolo de resistência. Ao exaltar o pescador, a escola reconhece os saberes ancestrais transmitidos entre gerações, a espiritualidade que antecede cada partida e a coragem de enfrentar as marés da vida. Além de evocar os signos que revelam o sincretismo que sustenta a alma brasileira e reafirmam a avenida como espaço de rito e devoção coletiva. O enredo também assume relevância social ao dar visibilidade às comunidades tradicionais que enfrentam ameaças ambientais e econômicas. A Imperiais transforma a passarela virtual em mar guiando uma grande procissão, onde arte e consciência caminham juntas. Esse enredo busca unir poesia, espiritualidade e posicionamento. É um enredo que emociona, conscientiza e celebra. Uma oferenda em forma de samba que reafirma que, enquanto houver fé e resistência, sempre haverá caminho para navegar rumo à vitória. SINOPSE 1º Setor – Graças aos saberes e à fé Antes que meus pés toquem a areia molhada e minhas mãos sintam o peso da rede, Eu agradeço. Agradeço pelo fôlego que me habita o peito, pela vida que pulsa em mim e que me permite enfrentar as águas todos os dias. Eu, desfrutando de minha juventude Me encontro admirando seus encantos Minha escola sempre foi o balanço das ondas, Naquilo que vai e que vem Emaranhado pelas ondas do destino que o tempo faz… Ah, o mar! Esse grande santuário que sempre morou no meu imaginário. Eu ainda menino, crente nas fantásticas histórias contadas por meu “Vô”. As tais famosas histórias de sereias, bichos gigantes e piratas. Todas elas moldaram meu fascínio por esse gigante natural. Hoje, é do mar que tiro meu sustento, é dele que vem o peixe de cada dia, e por isso sigo com respeito, humildade e devoção. Sou feito das alegrias e das dores que o mar me ensinou. Aprendi com o sagrado e com a natureza, com o silêncio das madrugadas mas também, com o rugido das tempestades.  2º Setor – Pela mãe das águas… Quando ergo meus olhos para o horizonte, sinto teu chamado. No abraço infindo entre os...

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Imperiais de Madureira apresenta enredo para o Carnaval Virtual 2025
ago13

Imperiais de Madureira apresenta enredo para o Carnaval Virtual 2025

11ª colocada do grupo na edição passada, o GRESV Imperiais de Madureira apresentou o enredo que levará para a disputa do Grupo Especial, na edição comemorativa dos 10 anos do Carnaval Virtual. De autoria de Marcos Felipe Reis e Lucas Santoro, a agremiação irá defender, em 2025, o enredo “O Hilário cortejo de um Rei”. Confira abaixa sinopse oficial: O Hilário Cortejo de um Rei  Apresentação  A  Imperiais  de  Madureira  alça  voo  com  sua  águia  imperial  para  celebrar  o  legado  de  Hilário  Jovino  Ferreira,  o  “Lalau  de  Ouro”,  que,  com  seu  batuque  e  irreverência,  reinventou  a  forma  de  se  pular  o  carnaval  no  Rio  de  Janeiro  do  início  do  século  XX.  Entre  confetes  e  serpentinas,  celebramos  os  carnavais  de  outrora  e,  com  muita  nostalgia,  lembramos  do  esplendor  dos  ranchos  carnavalescos  e  o  surgimento  das  primeiras  escolas  de  samba,  descendentes  diretas  dessa  tradição.  Em  cinco  setores,  navegamos  pela  história  de  Hilário,  com  críticas  mordazes,  reverências  aos  que  vieram  antes  e  um  apelo  para  que  o  samba  não se perca na poeira da história. 1 º Setor – Desponta o Príncipe Negro da Bahia  Eis  que  os  búzios  caíram,  o  Oráculo  de  Ifá  traçou  o  destino.  Orunmilá  profetizou  que,  nas  profundezas  do  tempo,  um  príncipe  negro,  de  raízes  africanas,  surgiria  para  guiar  um  povo.  Nascido  sob  a  bênção  dos  orixás,  filho  de  forros  e  de  linhagem  real,  ele  ergueria  sua  voz  em terras distantes.  Na  Bahia,  berço  da  fé  e  da  resistência,  mosaico  de  crenças  e  tradições,  sagrada  e  profana,  exuberante,  ancestral  e  tropical,  que  a  profecia  se  concretizou.  Na  mística  Salvador,  despontou Hilário Jovino Ferreira.  Sua  infância  se  desenrolou  pelas  antigas  ruelas  de  paralelepípedos,  onde  os  aromas  do  dendê  e  do  acarajé  entrelaçavam-se  ao  perfume  das  flores  de  Yemanjá;  ouvia  os  cantos  e  batuques  dos  terreiros  de  candomblé,  os  toques  dos  atabaques,  berimbaus  e  pandeiros  ecoando  pelos  becos;  encantava-se  com  os  festejos  populares,  o  cortejo  dos  Reis  Magos  e  as  celebrações  do  carnaval;  viu  o  samba  germinar  e  a  malandragem,  arte  de  resistência,  tomar  forma  e  se  estabelecer.  Assim,  conheceu  os  mistérios  das  encruzilhadas  de  Exú  e  absorveu a alegria e sabedoria ancestral do povo preto.  Hilário cresceu e se tornou Lalau!  2º Setor – Os Ventos do Cais Aportam na Pequena África  Seguindo  seu  destino,  aportou  no  Rio  de  Janeiro.  A  então  capital  federal,  efervescente  e  desigual.  Uma  cidade  em  reforma,  odienta  e  violenta  com  os  pretos  e  pobres,  relegados  à  marginalidade.  Mas  era  também  a  cidade  onde  o  samba  encontrava  novos  ritmos  e  a  cultura afro-brasileira resistia no cais do Valongo.  Sobreviver  no  Rio  exigia  habilidade  e  astúcia.  Bom  malandro  e  capoeirista,  sabia  driblar  as  adversidades  e  conquistar ...

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GRESV Imperiais de Madureira lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016
abr18

GRESV Imperiais de Madureira lança sinopse para o Carnaval Virtual 2016

Alice no País onde nem tudo é uma maravilha Abertura – ”Acorda Alice” Deitada eternamente em berço esplêndido lá estava a nossa protagonista adormecida, até que o canto de uma triunfal águia azul se fez ouvir e Alice enfim desperta. Confusa, perturbada, a pequena garota não sabe se está saindo de um sonho ou se está entrando em outro… Ao seu redor um minúsculo quarto sombrio, habitado por relógios que pairam no ar fazendo o tempo voar e uma única porta revela a saída desse pequeno cômodo. Setor 1 – ”O jardim das maravilhas” ”Toda saída ao mesmo tempo é uma entrada”, outra frase jamais descreveria tal momento… Alice atravessou a porta de saída, e encontrou um novo mundo. Um novo mundo em que seus risonhos lindos campos tem mais flores, onde os bosques tem mais vida. A vida se perde entre verdes matas, cachoeiras e cascatas. Um imenso jardim das maravilhas onde os seres convivem em perfeita harmonia e as flores dançam sem parar… Um verdadeiro paraíso, até que se prove o contrário. Setor 2 – ”Onde nem tudo é uma maravilha” O contrário estava por ser provado. Miséria, tristeza, um clima cinza no ar, doenças e tudo o que o outro lado desse ”Novo mundo” não tinha, ou escondia… Seria capaz o povo daquele paraíso esquecer de tal forma dos seus irmãos de pátria? Ou preferiam simplesmente dar as costas e ignorá-los? Neste lugar habitam todas as aberrações e problemas que o paraíso esconde e diz ”não existir”. Setor 3 – ”Peões no jogo da vida” Nessa vila, como em um jogo de xadrez, peças são movimentadas de acordo com o interesse de quem lhe comanda. Como em um jogo de xadrez, os peões mais fracos são os primeiros a conhecer o prejuízo do jogo de interesse. Uma população exótica que sob efeito dos seus comandantes, se corrompeu. Setor 4 – ”Nos domínios da rainha” O que teriam em comum essa população tão diferente? Todos temem a poderosa rainha vermelha. Tirana, fria e cruel, dá as cartas e ordens nesse jogo e faz valer aquela frase: ”Em terra de rainha, quem contraria se decapita”. Protegida pela corte e seus guardas, manda e desmanda e que proteja a cabeça aquele que cruzar o seu caminho. Setor 5 – ”O dia de glória” A águia que colore o céu de azul e verde esperança, crê assim como Alice e toda a população que haverá o dia em que a maldade cessará, a corte será deposta e chegará a vez da rainha vermelha tirana perder a sua cabeça, o que foi tomado do povo será devolvido e enfim tempos de...

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